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Postos Culturais - Cariús, Bagé e Duas Barras

O Centro Cultural do MOBRAL promoveu um Concurso de nível nacional visando a

identificar hábitos e costumes dos brasileiros. Analisados os trabalhos enviados, foram selecionados os três concorrentes que mais se destacaram dentro do objetivo pretendido. O documento contém produções de Bagé, Cariús e Duas Barras. Obedece à linha mestra de seus autores, estando a publicação sendo feita, conforme foi apresentada. Dois Postos Culturais (Bagé e Cariús) enviaram as receitas pela designação popular das ervas e o outro (Duas Barras), fez a relação das opções, indicando as ervas que servem à sua terapêutica.

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Línguas em Contato Interferência na Aprendizagem da Escrita

Dissertação intitulada " Línguas em Contato Interferência na Aprendizagem da Escrita”. A pesquisa procura caracterizar a população analfabeta de Sant’Ana do Livramento, no Rio Grande do Sul, município da fronteira entre Rio Grande do Sul e Uruguai, com vistas a detectar as possíveis interferências da língua espanhola na aprendizagem da escrita do português.

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Segunda Reunião Consultiva do CBPE, 1958

Segunda Reunião Consultiva do CBPE, realizada na sede do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais (CBPE) em 1958. Da esquerda para a direita: Prof. Darcy Ribeiro, Prof. Mário Casasanta, Prof. Anísio Teixeira, Ministro da Educação e Cultura Clóvis Salgado da Gama, Prof. Fernando de Azevedo e Prof. Gilberto Freyre.

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Primeiro Festival Penitenciário da Canção do Estado do Pará feita por um Encarregado do Posto Cultural do Presídio de São José

Explicação acerca das regras para participação no Primeiro Festival Penitenciário da Canção do Estado do Pará feita por um encarregado do Posto Cultural do Presídio de São José antes do julgamento das canções.

Senhores jurados, quem transmite essa mensagem nesse momento é o ECULT encarregado do Posto Cultural do Presídio de São José.

Dentro de instantes, os senhores jurados estarão ouvindo nove fitas magnéticas nas quais foram gravadas 132 músicas. 132 canções que concorrem ao Primeiro Festival Penitenciário da Canção do Estado do Pará.
Das quais, dentre as 132 canções, 20 serão escolhidas como semifinalistas, após as notas e as médias de acordo com o julgamento de cada um.
Há uma série de documentações que acompanham as fitas, como critério regulamentar que devem adotar para julgamento, o próprio regulamento, a relação das canções gravadas em cada fita e etc.

Foram inscritos no festival 236 canções. Foram gravadas apenas 132. Cabe aqui uma explicação: 28 canções foram retiradas pelos seus compositores por razões diversas; 2 canções foram retiradas pela Comissão Organizadora e Executiva por conterem, no trecho de suas letras, palavras não condizentes com a moral, com a finalidade do concurso. E os seus compositores, seus autores, não quiseram que elas fossem trocadas por isso foram retiradas; e 74 canções foram retiradas porque eram plágios, plágios nas letras ou plágios nas melodias.
Alguns usaram letras que eram poesias de Casimiro de Abreu, Olavo Bilac, Cecília Meireles e outros poetas ou usaram letras de canções antigas, mas conhecidas, sem trocarem sequer uma palavra, uma virgula embora as melodias fossem suas.

A comissão chamou-os, fez com que lessem novamente o regulamento, deu oportunidade para que modificassem as letras. Seus autores não quiseram, elas foram retiradas. Outros fizeram letras próprias, algumas até de bom teor mas utilizaram como melodias músicas de Roberto Carlos, Altemar Dutra, Nino Gatto. Enfim as letras eram suas mas as músicas, as melodias não eram. Da mesma forma, feriam o regulamento do primeiro festival.

Nós tentamos que isso fosse modificado, eram 76 músicas nessa condição. Dois concordaram, modificaram as músicas. 74 não souberam como, não quiseram como, tiveram então retiradas suas canções.

Das 132 canções gravadas, a grande maioria delas não tem acompanhamento. Grande minoria é acompanhada por violão. Cabem aqui duas explicações: primeiro em alguns casos como os violonistas não eram profissionais, eram internos da própria instituição, todos eles em sua maioria tendo aprendido a tocar violão aqui, alguns até bem recentemente, através do próprio posto cultural, não conseguiam acompanhar, bem os cantores preferiram cantar sem acompanhamento. Em outros casos as canções tinham uma melodia de teor um pouco mais difícil, que exigiria forçosamente um acompanhamento mais profissional.

É uma época de férias, uma época difícil para se arrumar bons violonistas. A maioria, mesmo estudantes, estão veraneando, estão passeando. Mas a falta desse acompanhamento não prejudicou, acredito eu, nem prejudicará de forma alguma o julgamento das canções. Outros cantores como as própria... como a própria instrução referente à sistemática de julgamento desta fase explica, todos eles de um modo geral não são bons cantores.

Mas nesta fase do festival o prêmio instituído para melhor cantor, primeiro e segundo lugar, ainda não é válido. Por isso o valor dado ao cantor, a interpretação da música varia apenas de 1 a 5 pontos e a critério da comissão, ela reunida, se achar por bem que esse critério não seja contado também será válido.

De um modo geral, as 132 canções gravadas representam o esforço. De salvo, quatro ou cinco internos da instituição, pessoas que nunca haviam composto música de espécie alguma, letras poesias, vamos dizer assim dizer, mas acreditamos que tudo isso seja perfeitamente entendido e compreendido.

Quando gravamos essa mensagem não conhecemos ainda nenhum dos membros do júri. Sabemos apenas que, por uma determinação da direção da instituição penal, este encarregado do Posto Cultural deverá fazer parte dessa comissão julgadora.

Embora, particularmente, eu acho que assim não devesse... não deveria ocorrer. Toda via mesmo conhecendo cada um dos autores, mesmo tendo gravado muitas das canções que estão nas fitas magnéticas procurarei dar as notas e adotar o critério mais honesto possível. Embora também não seja conhecido pela maioria dos senhores que compõe esse corpo de jurados, sou conhecido dos elementos da Coordenação Estadual do MOBRAL e acredito mereça fé a afirmação que agora faço.

Estará presente também um outro interno com a finalidade de facilitar a repetição e audiência, a reprodução, por assim dizer, de algumas das fitas. Elas são em número de 9. Visto que o Posto Cultural que comprou as fitas não dispunha de meios financeiros bastantes para comprar fitas mais caras é... de um valor técnico mais sonoro, mais perfeito para reprodução. Se não foram as mais baratas também não foram as mais caras, por isso algumas delas apresentam determinados defeitos, não obedecendo o comando mecânico do aparelho reprodutor. Mas o rapaz que ajudou na gravação e que acompanha, acompanha a... o desenrolar do julgamento, par isso mesmo estará presente, no sentido de conhecedor do defeito que cada uma das fitas, se ocorrer esses defeitos durante o julgamento, poder corrigi-los rapidamente e fazer com que haja retrocessos ou se toque outra vez essa ou aquela música com maior facilidade.

Em modo geral essa mensagem que esse encarregado do Posto Cultural tinha a transmitir a vossas senhorias agradecendo, não só em seu nome como no nome da comissão julgadora, comissão organizadora e executiva do primeiro festival pela boa vontade que tiveram em estar aqui nesse momento pela paciência enfim pelo espírito de colaboração, por si só uma característica das mais positivas do caráter do espírito de cada um dos senhores, muito grato e vamos ao julgamento.

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Conversando com o MOBRAL para Sábado

Programa "Conversando com o MOBRAL para sábado" sobre samba, sobre Nelson Cavaquinho e Carlos Cachaça

Locutor:
Conversando com o Mobral para sábado.

Se você gosta de música, de poesia, de conhecer histórias curiosas, preste atenção neste programa que vai começar agora. Vamos passar quinze minutos conversando com o Mobral. Um programa produzido pelo Centro Cultural do Mobral.
Amigos, estamos começando mais um programa da série Conversando com o Mobral. Este programa é transmitido para a região amazônica pelas emissoras de ondas curtas da Rádio Brás, para o sul de Minas, pela Rádio Clube de Varginha, para o Maranhão, pela Rádio Mearim e também para o Rio Grande do Sul, por intermédio da Rádio Sobradinho. Hoje, vamos falar de música popular brasileira no Conversando com o Mobral. Estamos desde a semana passada reunindo dois nomes importantes da música e apresentando para vocês. Escolhemos para o programa de hoje dois monstros do samba, Nelson Cavaquinho e Carlos Cachaça.
A cantora Elizete Cardoso anuncia o sambista.

Elizete Cardoso:
Nelson do Cavaquinho vai cantar e nós vamos ouvir, com todo o nosso respeito, de Amâncio Cardoso e dele próprio, Nelson do Cavaquinho, “Luz Negra”:

(Música - Nelson Cavaquinho - Luz Negra)
Sempre só
Eu vivo procurando alguém
Que sofra como eu também
E não consigo achar ninguém

Sempre só,
E a vida vai seguindo assim,
Não tenho quem tem dó de mim
Estou chegando ao fim.

A luz negra de um destino cruel
Ilumina o dia dos sem cor
Onde estou desempenhando o papel
De palhaço do amor

Sempre só
E a vida vai seguindo assim
Não tenho quem tem dó de mim,
Estou chegando ao fim.
Estou chegando ao fim.
Estou chegando ao fim.

Locutora:
Muitos de vocês talvez se lembrem da jornalista Eneida, morta já há alguns anos. Eneida era paraense e uma estudiosa do samba e do carnaval em particular. Ela, como todo mundo que aprecia a boa música popular brasileira, era fã de Nelson Cavaquinho. Nesta gravação que vamos apresentar agora, Eneida entrevistou Nelson Cavaquinho.

Eneida:
Nelson Cavaquinho é considerado um dos monstros da música popular brasileira. Ô Nelson, o seu nome é Nelson Antônio da Silva, não é?

Nelson:
É.

Eneida:
Por que então que chamam você de Nelson Cavaquinho quando você toca violão?

Nelson:
Eu antigamente tocava cavaquinho até muito bem, sabe, Eneida? Acontece que eu acho o cavaquinho muito pequenininho para mim, estou cheio de cabelos brancos, né? Então prefiro mais o violão que é muito maior, né?

Eneida:
Olha que tem outra história.

Nelson:
Ha ha ha

Eneida:
Você não quer contar outra, né, Cavaquinho?

Nelson:
Não.

Eneida:
Tá. Você tem um samba que é sempre citado quando se fala em Nelson Cavaquinho. Chama-se “Notícia”. Canta ele pra nós, canta:

(Música - Nelson Cavaquinho - Notícia)
Já sei a notícia que vens me trazer
Os seus olhos só faltam dizer
O melhor eu me convenci.
Guardei até onde eu pude guardar
O cigarro deixado em meu quarto e a marca que fumas
Confessa a verdade, não deves negar.

Amigo como eu jamais encontrarás
Só desejo que vivas em paz,
Com aquela que manchou meu nome.

Vingança, meu amigo, eu não quero vingança
Os meus cabelos brancos me obrigam
A perdoar uma criança.

(Propaganda)
Anote o endereço do Mobral, Rio de Janeiro, capital. Escreva pra caixa postal cinco seis ponto zero trinta e seis. Conversando com o Mobral. Caixa Postal cinco seis ponto zero trinta e seis. Rio de Janeiro...

Eneida:
Nelson, por que é que você nunca fala em felicidade? Não há nenhuma composição sua que tenha essa mensagem, que afinal é de esperança. Por que isso? Você não me parece um sofredor, o seu tipo não é de sofredor, hein?

Nelson:
Eu não (inaudível) não uso quase essa, esta parte assim, de falar em felicidade, né? Mas Eneida eu, eu gosto de ver os outros, eu gosto quando um amigo chega e dirige-se a mim, diz: "sou tão eu sou tão feliz". Mas mesmo assim eu gosto muito de felicidade, né? Eu, por não falar em felicidade, não é por isso que eu não gosto de felicidade.

Eneida:
Então comece a falar nela, hein? Mas a sua música tem sempre mulher e flor. Ora, a mulher me parece que quer sempre ser feliz. E talvez, quem sabe, a flor também. Então, você pense nisso, porque você fala tanto em mulher e flor, que deve falar em felicidade também. Agora você vai cantar pra gente ouvir uma coisa que se chama “Não me olhes assim”:

(Música - Não me olhes assim)
Pelo amor de Deus, não me olhes assim
Vejo nos teus olhos humilhação
Já sei que não gostas mais de mim

Pelo amor de Deus, não me olhes assim.
Vejo nos teus olhos humilhação
Já sei que não gostas mais de mim

Aceito o teu adeus como se aceitasse a paz,
Não será surpresa se não me quiseres mais,
Neste mundo de Deus tudo pode acontecer,
Por que que eu não posso te esquecer?

Pelo amor de Deus, não me olhes assim...

Locutor:
E agora um samba que todo mundo conhece, “A Flor e o Espinho”, o carro-chefe de Nelson Cavaquinho.

(Música - Nelson Cavaquinho - A flor e o espinho)
Caminho, que eu quero passar com a minha dor.
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca flor

Eu só errei quando juntei minh'alma à sua
O sol não pode viver perto da lua.
É no espelho que eu vejo a minha mágoa
Na minha dor e os meus olhos rasos d'água
Eu na sua vida já fui uma flor
Hoje sou espinho em seu amor

Locutora:
O outro compositor que prometemos apresentar no programa de hoje é Carlos Cachaça. Todo mundo sabe que a Estação Primeira da Mangueira, no Rio de Janeiro, é um dos mais importantes redutos do samba carioca. Nelson Cavaquinho é de lá, Cartola também, e naturalmente o Carlos Cachaça. Só que no caso dele existe uma particularidade. Carlos Moreira de Castro, o Carlos Cachaça, nasceu na Mangueira. Em 1887, foi construída a Estação Ferroviária de Mangueira e o pai dele era ferroviário e morava exatamente numa das casas que a Central do Brasil alugava aos seus funcionários na subida do morro.
No dia três de agosto de 1902, nasceu o primeiro Verde e Rosa de Coração. O pai queria que ele fosse ferroviário. Ele tentou, mas tinha que ser sambista.

(música)
Se algum dia eu souber que você vai deixar
Meu coração, que é todo seu, em busca de outro amor.
Não serei mais feliz porque você não quis.
Depois serei como fui seu na minha dor.
Se a dor depois, por ingratidão...

Locutor:
A formação da Escola de Samba Estação Primeira da Mangueira deve muito a Carlos Cachaça. Ele foi um dos seus maiores incentivadores. Nos primeiros tempos, existiam sete blocos diferentes em Mangueira, e Carlos Cachaça foi o primeiro a lançar a ideia da união, da harmonia. Ele tem até um samba que fala nisso, Harmonia em Mangueira:

(música)
Que harmonia lá em Mangueira,
te dá prazer para se brincar,
o Laudelino no seu cavaco fazendo coisas de admirar.

Que harmonia lá em Mangueira
que dá prazer para se brincar,
o Laudelino no seu cavaco fazendo coisas de admirar.

E de repente forma um enredo que até causa sensação,
o Armandinho chega de flauta, Alípio sola no violão.

Que harmonia lá em Mangueira
que dá pra ver para se brincar, o Laudelino...

Locutora:
Em parceria com o poeta Hermínio Bello de Carvalho e Cartola, Carlos Cachaça fez um de seus sambas mais bonitos e talvez o mais divulgado. E é com ele que nós vamos encerrando o Conversando com o Mobral de hoje. Até semana que vem. E fiquem com esse lindíssimo “Alvorada”. Até lá.

(música)
Alvorada, Alvorada lá no morro, que beleza
Ninguém chora, não há tristeza
Ninguém sente dissabor
O sol colorindo, é tão lindo, é tão lindo
E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo

Alvorada.

Alvorada lá no morro, que beleza
Ninguém chora, não há tristeza
Ninguém sente dissabor
O sol colorindo, é tão lindo, é tão lindo
E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo

Alvorada.

Alvorada, lá no morro, que beleza
Ninguém chora, não há tristeza
Ninguém sente dissabor.

Locutor:
Bem, amigos, por hoje é só. Vamos encerrando mais um programa da série Conversando com o Mobral e aproveitamos o ensejo para desejar a todos um feliz fim de semana. Lembrando que segunda-feira estaremos de volta com mais um programa da série. Até lá, amigos, e grande abraço a todos.
Mobral!

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CEOSE-CROSE_m026p01 - Documentos do Professor Jacques Torfs, Perito da UNESCO, 1967

Documentos do professor Jacques Torfs, perito da UNESCO, contendo sugestões sobre um programa para assistência técnica da UNESCO ao Brasil, no período entre 1967 e 1971;
Recomendações sobre a organização administrativa dos sistemas de planejamento educacional dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul;
Colóquios estaduais sobre a organização dos sistemas de educação das CEOSES;
Documento do professor Jacques Torfs de 1966, com a definição geral dos planos;
Relatório dos projetos de trabalho do CEOSE para o primeiro semestre de 1969, encaminhado ao diretor do INEP Carlos Correira Mascaro, do coordenador do CEOSE Durmeval Trigueiro Mendes;
Correspondência do perito da UNESCO, Jacques Torfs, ao diretor do INEP, sobre a assistência técnica ao Estado da Bahia;
Dados sobre a atuação do Governo Federal no ensino dos Estados do Paraná, Sergipe, Paraíba, Rio Grande do Sul;
Documento provisório do perito da UNESCO, Jacques Torfs, sobre as normas propostas pela operação dos sistemas educacionais no Estado de São Paulo e exposição de motivos e projetos de regulamento;
Documento do perito da UNESCO, Jacques Torfs, sobre as receitas e despesas com o Ensino no Brasil.

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CILEME_m006p02 - Correspondência sobre o Projeto Sistema Educacional Paulista, 1956

Correspondência sobre o projeto 4/1 - (CILEME) - Sistema Educacional Paulista; Relato da técnica Adélia Dranger, sobre seu trabalho de levantamento da situação do ensino primário fundamental em São Paulo; Prestação de contas de Francisco Montojos, por ocasião do encerramento das atividades da CILEME, continuadas pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais (CBPE); indicação de Dr. Paulo de Almeida Campos, para participar da Conferência Regional Latino-Americana de Educação, em Lima no Peru, como representante do INEP.

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CILEME_m006p04 - Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos História da Educação no Brasil, 1955

Relatório das Atividades do Inep, contendo:
Andamento dos trabalhos sobre a História da Educação no Brasil;
Cursos promovidos pelo Inep; Atividades da CILEME;
Informações sobre o ensino secundário, superior, emendativo, teatro, agrícola;
Atividades do Instituto Nacional do Livro (INL);
Nota sobre a posse do ministro Abgar Renault;
Criação do Departamento Nacional do Serviço Social;
Inauguração da Casa do Professor;
Congressos, reuniões, certames, cursos;
Plano de Colaboração entre o Instituto Nacional de Surdos-Mudos e a Secretaria Geral de Educação e Cultura da Prefeitura do DF;
Normas para organização e funcionamento das caixa escolares nos cursos de ensino supletivo;
Reforma do ensino elementar em Minas Gerais;
Criação da Secretaria de Cultura, em Minas Gerais;
Notas sobre realizações educacionais nos estados do Brasil e criação da Casa do Brasil na Universidade de Paris.

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CODI-SOEP_m038p01 - Concurso de Auxiliar de Escritório em João Pessoa e Belém, 1941

Numero de questões da prova de nível mental e aptidão do concurso de auxiliar de educação, realizada em João Pessoa, em 5 de dezembro de 1941;
Cálculo de candidatos, tabulação e distribuição de frequência, de Belém - Pará;
Cálculos referentes a prova para o cargo de datilografia.

CODI-SOEP_m018p01 - Segundo Concurso para Escriturário dos Candidatos do Distrito Federal, 1940

Gráficos das dificuldades das questões, dos candidatos do Distrito Federal, do segundo concurso para escriturário, realizados pelo Departamento Administrativo do Serviço Público - DASP. Contém cálculos e dados estatísticos, estudo das questões, porcentagens, dificuldades relativas aos candidatos, classificação das questões e modelos de provas de nível mental e aptidão e de português aplicadas no mesmo concurso.

CODI-SOEP_m107p01 - Provas de Seleção do Concurso para Auxiliar de Escritório, 1942

Sugestões da Seção de Orientação e Seleção - SOE, para a elaboração das questões das provas do concurso para auxiliar de escritório do quadro único do Estado da Paraíba e a forma de correção das provas aplicadas com os cálculos estatístico devem ser feitos. Consta no maço os modelos das provas de nível mental e aptidão do referido concurso e uma carta de agradecimento do Departamento do Serviço Público - DSP da Paraíba sobre o suporte da SOE e do INEP para a realização do concurso.

CBPE_m218p01 - Quadros de Controles Financeiros, 1973 - 1974

Quadros demonstrativos de controle financeiro dos projetos: treinamento dos recursos humanos, referente de janeiro a julho 1973; centros extintos em Minas Gerais de janeiro a julho de 1973; direção e apoio ao Rio Grande do Sul de janeiro a outubro de 1973; direção e apoio do CRPE Pernambuco de janeiro a outubro de 1973; despesa com pessoal redistribuído do CRPE/SP de janeiro a outubro de 1973; despesas com CRPE/BA de janeiro a dezembro de 1973; direção geral, coordenação e apoio do INEP de janeiro a outubro de 1973; despesa com CRPE/BA de janeiro a outubro de 1974; assistência técnica para elaboração e desenvolvimento de pesquisas, convenio com a Secretaria do Paraná e Santa Catarina de janeiro a dezembro de 1973; educação especial do Grupo de trabalho do INEP do primeiro trimestre de 1973; colaboração técnica a outros órgãos "Projeto Minerva" de agosto de 1973; colaboração técnica com trabalhadores de outros órgãos "Projeto SACI" do Rio Grande do Norte de janeiro a agosto de 1973; treinamento de recursos humanos de janeiro a outubro de 1973; grupo de trabalho pesquisas “Global” de janeiro a setembro de 1973; estudos, pesquisas e experimentação educacionais de janeiro a setembro de 1973; Assistência financeira para elaboração de pesquisa da UNICAMP, ISOP, SEC/PE, SEC/SP, USP, PUC/RS, FGV, CETRHV e UFRS de janeiro a dezembro de 1973; pesquisas realizadas no órgão no total de dezesseis projetos e gerências de janeiro a agosto de 1973; experimentação educacional do CBPE/GB da escola Guatemala do primeiro semestre de 1973; direção geral, coordenação e apoio de janeiro a julho de 1974; armazenamento e recuperação da informação de janeiro a dezembro 1973; implantação do setor de cadastro de janeiro a dezembro de 1973; Fichário Conceitual de janeiro a dezembro de 1973; reestruturação da biblioteca de janeiro a dezembro de 1973; relacionamento com órgãos afins de janeiro a dezembro de 1973; reprografia de janeiro a dezembro de 1973; reorganização e atualização da documentação audiovisual de janeiro a dezembro de 1973; curso de reciclagem em técnicas de documentação, informação e estágios em organizações afins de janeiro a dezembro de 1973; intercâmbio, pesquisa e resposta de janeiro a novembro de 1973.

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CBPE_m258p01 - Cadastro de Pesquisas Pedagógicas Terminadas ou em Curso, 1965

Correspondências com relatórios em anexo que tratam do cadastro de pesquisas pedagógicas, terminadas ou em curso, solicitadas pela Divisão de Educação Comparada da UNESCO, aos centros regionais com objetivo de organizar um serviço regulador de informações sobre pesquisas pedagógicas. Correspondências assinadas por: Diretor Executivo do CPBE, Péricles Madureira de Pinho; Chefe da Divisão de Educação Comparada da UNESCO, Hugh Philp; Diretor substituto do Centro Regional de Pernambuco (CRPE-PE) e a Diretora substituta da Divisão de Aperfeiçoamento do Magistério do CPBE (DAM), Norma Cunha Osório.

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CBPE_m283p01 - Correspondências Enviadas e Recebidas pelo Diretor Executivo do CBPE e Outros Documentos, 1957-1958

Correspondências enviadas e recebidas pelo Sr. Péricles Madureira de Pinho informando sobre: a revista "Educação e Ciências Sociais", solicitação do livro para o Fundo do Livro da Criança da Índia, solicitação materiais para o ensino primário, comunicação da instalação do Instituto de Pesquisas e Treinamento do Artesanato (IPTA);
Criação do Centro de Documentação Pedagógica;
Encaminha comunicação remetida pela Embaixada do Brasil no Vaticano referente ao discurso de Pio XII sobre o ensino particular;
Encaminha cópia do ofício dirigido ao Itamaraty pela Repartição Iberoamericana de Educação e Ata Final do Terceiro Congresso Iberoamericano de Educação, realizado na Ciudad Trujillo;
Cartilha do concurso "Cientistas de amanhã", IBECC - Seção de São Paulo.
Programa de educação de base para a América Latina (CREFAL).

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