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Relatório dos Programas da GEPED em 1977, 1978

Relatório detalhado dos programas educacionais da Gerência Pedagógica (GEPED) setor do MOBRAL em 1977, com foco na alfabetização funcional (PAF), educação integrada (PEI) e autodidatismo. Aborda metas, estratégias, capacitação de professores, supervisão pedagógica, projetos especiais e avaliação de materiais didáticos, destacando desafios e resultados alcançados.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Relatório do MOBRAL de 1979, 1980

Relatório de Atividades de 1979 do MOBRAL, destacando seus programas de alfabetização, educação integrada, cultural, profissionalização e saúde comunitária. Apresenta resultados, como 1 milhão de alfabetizados, e metas futuras, enfatizando a educação permanente e participação comunitária.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Relatório de Viagem, 1985

Relatório técnico produzido por José Batista Tavares (DISUT/DIDES – MOBRAL), referente à missão institucional realizada entre 19 e 24 de maio de 1985 em Pernambuco, com o objetivo de renegociar projetos de alfabetização para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos com secretarias municipais e estadual de educação. O documento detalha reuniões com representantes locais, redefinições de metas financeiras e pedagógicas, formação de grupos de coordenação e recomendações técnicas. Aponta problemas como custos elevados, ausência de contrapartidas e inclusão indevida do MOBRAL como executor. O relatório serviu de base para reelaboração dos projetos conforme diretrizes do MEC/MOBRAL.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Relatório de implantação do Programa Diversificado de Ação Comunitária no Rio Grande do Sul, 1977

Relatório de implantação do Programa Diversificado de Ação Comunitária - PRODAC no Estado do Rio Grande do Sul e primeiro relatório trimestral de grupos de ação comunitária no PRODAC;
Ação conjunta ACISO e MOBRAL.

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Relatório de Atividades MOBRAL seis anos, 1977

O documento descreve as atividades do MOBRAL entre 1970 e 1976, destacando a redução do analfabetismo de 33,6% para 17,3% da população adulta. O programa alfabetizou 9,4 milhões de pessoas, ofereceu educação integrada, profissionalização, atividades culturais e educação sanitária, além de parcerias com entidades nacionais e internacionais. O MOBRAL foi reconhecido pela UNESCO como modelo de educação de adultos.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Legislativa para Investigar a Atuação do MOBRAL, 1975

Relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Legislativa do Distrito Federal, instaurada para investigar a atuação do MOBRAL (Movimento Brasileiro de Alfabetização) no DF, com foco na aplicação de recursos públicos e na efetividade das ações. Foram identificadas graves falhas administrativas e financeiras no funcionamento do MOBRAL, incluindo desvio de recursos públicos, superfaturamento de materiais e contratação irregular de pessoal. A CPI constatou a ausência de planejamento eficaz nas ações do MOBRAL, o que comprometeu os resultados esperados no combate ao analfabetismo. Apesar dos investimentos, o programa apresentou impacto limitado na redução do analfabetismo, especialmente nas áreas periféricas e rurais do DF.

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Relatório Final das Atividades do Projeto de Alfabetização de 9 a 14 anos – Cabo e Recife, 1985

Relatório final do projeto de alfabetização de crianças e adolescentes de 9 a 14 anos fora da escola, desenvolvido pela Prefeitura Municipal do Cabo em parceria com a Fundação EDUCAR/PE. O documento apresenta dados de matrícula, metodologia de ensino, estratégias de avaliação, ações de integração com a comunidade e planejamento para continuidade em anos seguintes. Detalha ainda a realidade socioeconômica local e os desafios enfrentados pelas famílias, especialmente em contexto de trabalho infantil e evasão escolar.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Quadro Geral de Alunos Conveniados ao MOBRAL, 1972 - 1974

Documento administrativo que apresenta a listagem de alunos atendidos pelo MOBRAL em programas de alfabetização, em convênio com diferentes municípios e instituições parceiras. Registra a distribuição dos estudantes por município e entidade conveniada, permitindo controle, acompanhamento e avaliação das parcerias firmadas. Reflete a política de cooperação interinstitucional do MOBRAL para ampliar o alcance de suas ações educativas no período de 1972 a 1974.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Projeto Oficinas Comunitárias, 1983

Relatório final elaborado pela empresa PROJED – Sistemas e Administração de Projetos Ltda., em parceria com o MOBRAL, referente à execução do Projeto Oficinas Comunitárias de Produção de Bens e Serviços. O documento, datado de 1983, descreve os objetivos, metodologias, resultados e fatores condicionantes da experiência piloto com grupos produtivos formados por integrantes das camadas populares. Apresenta diagnósticos sobre a organização, funcionamento, integração e desenvolvimento dos grupos, abordando aspectos sociais, econômicos e comunitários. Inclui ainda análises sobre as etapas de consolidação, fatores facilitadores e limitadores, e propõe categorias de avaliação dos grupos de produção. A documentação integra os registros institucionais das ações experimentais de profissionalização e geração de renda vinculadas à educação de adultos.

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Projeto de Alfabetização de Crianças e Adolescentes Fora da Escola, Cabo - PB, 1986

Projeto elaborado pela Prefeitura do Cabo-PE em 1986 para dar continuidade ao programa de alfabetização de crianças e adolescentes fora da escola, com apoio financeiro do Ministério da Educação. O documento inclui justificativa, diagnóstico social, metas de atendimento, custos previstos, metodologia de ensino, estratégias de articulação com associações de moradores e organização das Escolas Comunitárias. Destaca-se como esforço institucional para enfrentar o analfabetismo infantil em áreas urbanas pobres e vulneráveis.

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Primeiro Festival Penitenciário da Canção do Estado do Pará feita por um Encarregado do Posto Cultural do Presídio de São José

Explicação acerca das regras para participação no Primeiro Festival Penitenciário da Canção do Estado do Pará feita por um encarregado do Posto Cultural do Presídio de São José antes do julgamento das canções.

Senhores jurados, quem transmite essa mensagem nesse momento é o ECULT encarregado do Posto Cultural do Presídio de São José.

Dentro de instantes, os senhores jurados estarão ouvindo nove fitas magnéticas nas quais foram gravadas 132 músicas. 132 canções que concorrem ao Primeiro Festival Penitenciário da Canção do Estado do Pará.
Das quais, dentre as 132 canções, 20 serão escolhidas como semifinalistas, após as notas e as médias de acordo com o julgamento de cada um.
Há uma série de documentações que acompanham as fitas, como critério regulamentar que devem adotar para julgamento, o próprio regulamento, a relação das canções gravadas em cada fita e etc.

Foram inscritos no festival 236 canções. Foram gravadas apenas 132. Cabe aqui uma explicação: 28 canções foram retiradas pelos seus compositores por razões diversas; 2 canções foram retiradas pela Comissão Organizadora e Executiva por conterem, no trecho de suas letras, palavras não condizentes com a moral, com a finalidade do concurso. E os seus compositores, seus autores, não quiseram que elas fossem trocadas por isso foram retiradas; e 74 canções foram retiradas porque eram plágios, plágios nas letras ou plágios nas melodias.
Alguns usaram letras que eram poesias de Casimiro de Abreu, Olavo Bilac, Cecília Meireles e outros poetas ou usaram letras de canções antigas, mas conhecidas, sem trocarem sequer uma palavra, uma virgula embora as melodias fossem suas.

A comissão chamou-os, fez com que lessem novamente o regulamento, deu oportunidade para que modificassem as letras. Seus autores não quiseram, elas foram retiradas. Outros fizeram letras próprias, algumas até de bom teor mas utilizaram como melodias músicas de Roberto Carlos, Altemar Dutra, Nino Gatto. Enfim as letras eram suas mas as músicas, as melodias não eram. Da mesma forma, feriam o regulamento do primeiro festival.

Nós tentamos que isso fosse modificado, eram 76 músicas nessa condição. Dois concordaram, modificaram as músicas. 74 não souberam como, não quiseram como, tiveram então retiradas suas canções.

Das 132 canções gravadas, a grande maioria delas não tem acompanhamento. Grande minoria é acompanhada por violão. Cabem aqui duas explicações: primeiro em alguns casos como os violonistas não eram profissionais, eram internos da própria instituição, todos eles em sua maioria tendo aprendido a tocar violão aqui, alguns até bem recentemente, através do próprio posto cultural, não conseguiam acompanhar, bem os cantores preferiram cantar sem acompanhamento. Em outros casos as canções tinham uma melodia de teor um pouco mais difícil, que exigiria forçosamente um acompanhamento mais profissional.

É uma época de férias, uma época difícil para se arrumar bons violonistas. A maioria, mesmo estudantes, estão veraneando, estão passeando. Mas a falta desse acompanhamento não prejudicou, acredito eu, nem prejudicará de forma alguma o julgamento das canções. Outros cantores como as própria... como a própria instrução referente à sistemática de julgamento desta fase explica, todos eles de um modo geral não são bons cantores.

Mas nesta fase do festival o prêmio instituído para melhor cantor, primeiro e segundo lugar, ainda não é válido. Por isso o valor dado ao cantor, a interpretação da música varia apenas de 1 a 5 pontos e a critério da comissão, ela reunida, se achar por bem que esse critério não seja contado também será válido.

De um modo geral, as 132 canções gravadas representam o esforço. De salvo, quatro ou cinco internos da instituição, pessoas que nunca haviam composto música de espécie alguma, letras poesias, vamos dizer assim dizer, mas acreditamos que tudo isso seja perfeitamente entendido e compreendido.

Quando gravamos essa mensagem não conhecemos ainda nenhum dos membros do júri. Sabemos apenas que, por uma determinação da direção da instituição penal, este encarregado do Posto Cultural deverá fazer parte dessa comissão julgadora.

Embora, particularmente, eu acho que assim não devesse... não deveria ocorrer. Toda via mesmo conhecendo cada um dos autores, mesmo tendo gravado muitas das canções que estão nas fitas magnéticas procurarei dar as notas e adotar o critério mais honesto possível. Embora também não seja conhecido pela maioria dos senhores que compõe esse corpo de jurados, sou conhecido dos elementos da Coordenação Estadual do MOBRAL e acredito mereça fé a afirmação que agora faço.

Estará presente também um outro interno com a finalidade de facilitar a repetição e audiência, a reprodução, por assim dizer, de algumas das fitas. Elas são em número de 9. Visto que o Posto Cultural que comprou as fitas não dispunha de meios financeiros bastantes para comprar fitas mais caras é... de um valor técnico mais sonoro, mais perfeito para reprodução. Se não foram as mais baratas também não foram as mais caras, por isso algumas delas apresentam determinados defeitos, não obedecendo o comando mecânico do aparelho reprodutor. Mas o rapaz que ajudou na gravação e que acompanha, acompanha a... o desenrolar do julgamento, par isso mesmo estará presente, no sentido de conhecedor do defeito que cada uma das fitas, se ocorrer esses defeitos durante o julgamento, poder corrigi-los rapidamente e fazer com que haja retrocessos ou se toque outra vez essa ou aquela música com maior facilidade.

Em modo geral essa mensagem que esse encarregado do Posto Cultural tinha a transmitir a vossas senhorias agradecendo, não só em seu nome como no nome da comissão julgadora, comissão organizadora e executiva do primeiro festival pela boa vontade que tiveram em estar aqui nesse momento pela paciência enfim pelo espírito de colaboração, por si só uma característica das mais positivas do caráter do espírito de cada um dos senhores, muito grato e vamos ao julgamento.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Postos Culturais - Cariús, Bagé e Duas Barras

O Centro Cultural do MOBRAL promoveu um Concurso de nível nacional visando a

identificar hábitos e costumes dos brasileiros. Analisados os trabalhos enviados, foram selecionados os três concorrentes que mais se destacaram dentro do objetivo pretendido. O documento contém produções de Bagé, Cariús e Duas Barras. Obedece à linha mestra de seus autores, estando a publicação sendo feita, conforme foi apresentada. Dois Postos Culturais (Bagé e Cariús) enviaram as receitas pela designação popular das ervas e o outro (Duas Barras), fez a relação das opções, indicando as ervas que servem à sua terapêutica.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Política do Vocabulário Terminológico do Arquivo Histórico do Inep

A política do Vocabulário Terminológico do Arquivo Histórico do Inep tem como objetivo apresentar as informações da criação e implementação do tesauro do arquivo, voltado ao registro e disseminação dos termos que serão utilizados na indexação dos documentos pertencente ao acervo do Arquivo Histórico do Inep. O documento contém informações que serão úteis para a orientação da sua manutenção, já que novos termos podem ser adicionados, alterados ou até removidos.

Apresenta também informações sobre o ICA-AtoM, programa livre, onde o vocabulário será indexado para auxiliar na acurácia da recuperação da informação e facilitar a busca feita pelos usuários. A maior parte do trabalho será feita dentro do programa que, baseado na Norma Brasileira de Descrição Arquivística (Nobrade), possui campos específicos para o uso dos termos na indexação.

Portanto, esse documento se apresenta como forma de oficializar o projeto e como uma referência a ser consultado acerca de recomendações, normas e outras determinações.

Arquivo Histórico do Inep

PLANEJAMENTO EDUCACIONAL_m17p02 - Manual de Execução do Plano Nacional de Educação

Este manual reúne diretrizes, procedimentos e modelos para a execução do Plano Nacional de Educação nas Unidades Federadas do Brasil, elaborado pelo Ministério da Educação e Cultura em 1966. O documento abrange orientações sobre planejamento educacional, aplicação de recursos federais, elaboração e execução de planos estaduais e municipais de educação, prestação de contas, auditoria, e acompanhamento técnico administrativo. Inclui roteiros metodológicos, modelos de relatórios, balancetes, termos de convênio, e instruções para a operacionalização dos fundos nacionais de ensino primário, médio e salário educação. Destina-se a gestores, conselhos estaduais de educação, secretarias e demais órgãos envolvidos na administração e fiscalização dos recursos educacionais, visando garantir a eficiência, transparência e aceleração da execução das metas educacionais estabelecidas nacionalmente. O conteúdo contempla ainda aspectos legais, administrativos e estatísticos, além de propostas para o desenvolvimento e avaliação dos sistemas de ensino, tanto público quanto particular, em consonância com as políticas educacionais vigentes à época.

Planejamento Educacional

PESQUISA_m1207p02 - Relatório dos Trabalhos realizados nas Classes Experimentais, 1959

O documento apresenta o relatório detalhado das atividades desenvolvidas nas classes experimentais mantidas pelo Centro Regional de Pesquisas Educacionais de São Paulo (CRPE-SP) durante o ano letivo de 1959, no âmbito do Projeto UNESCO-MEC. O trabalho foi conduzido com a coordenação da Divisão de Aperfeiçoamento do Magistério (DAM) e com a colaboração de professores com formação especializada nos Estados Unidos e apoio de técnicos da UNESCO. As classes funcionaram junto ao CRPE, localizadas na cidade de São Paulo/SP.

O material documenta a organização pedagógica e administrativa do projeto, incluindo planejamento curricular, seleção e formação docente, métodos de ensino, estrutura das atividades por áreas (linguagem, aritmética, estudos sociais e artes), reuniões de pais e mestres, aplicação de testes de avaliação e observações psicopedagógicas. Destaca-se a participação de figuras notáveis como o professor Dr. Joel Martins, diretor da DAM, e o professor Fernando de Azevedo, diretor do CRPE-SP, além das professoras orientadoras Sylvia Alves, Celso João Ferretti, Tereza Coletto, Maria Aparecida Paiva Ferreira Pinto e Adia Neme.

O Grupo Escolar Alberto Torres, no bairro do Butantã, e a comunidade escolar dos bairros de Pinheiros e Caxingui também tiveram papel relevante na arregimentação dos alunos participantes. O projeto contemplou práticas inovadoras como o ensino individualizado, o uso de materiais didáticos alternativos e a integração ativa da família no processo educativo, tendo como base a filosofia democrática da educação defendida por Anísio Teixeira e John Dewey.

Pesquisa

PESQUISA_m1207p01 - Execução e encerramento do projeto intitulado “Classes Secundárias Experimentais”, 1959 - 1960

O dossiê reúne documentos relativos à execução e encerramento do Projeto CBPE-80/DEPE-14/59, intitulado “Classes Secundárias Experimentais”, coordenado por Jayme Abreu no âmbito do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais (CBPE), órgão do Ministério da Educação e Cultura. Contém termo de encerramento assinado por Anísio Teixeira e Péricles Madureira de Pinho, demonstrativos de despesas, faturas, autorizações de pagamento, solicitações de adiantamento e correspondências internas.

Inclui registros detalhados das visitas técnicas realizadas em diversas instituições de ensino com classes experimentais no país, como o Colégio Nova Friburgo (Fundação Getúlio Vargas, Nova Friburgo/RJ), o Colégio Estadual de Uberlândia (MG), e instituições da cidade de São Paulo, como o Colégio Santa Cruz (Alto de Pinheiros/SP), o Instituto de Educação “Narciso Pieroni” (Socorro/SP), entre outras. Há também comunicação com professores envolvidos, como Álvaro Roberto Diniz Corrêa, Carlos Corrêa Mascaro e Amaury Pereira Muniz. As viagens de observação envolveram deslocamentos a Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Nova Friburgo (RJ), Uberlândia (MG) e Socorro (SP), e buscavam avaliar a estrutura, funcionamento, currículo e práticas pedagógicas das classes secundárias experimentais.

A documentação evidencia o acompanhamento técnico e financeiro do projeto, além de aspectos administrativos e pedagógicos das experiências piloto no ensino secundário brasileiro entre 1959 e 1960.

Pesquisa

PESQUISA_m1094p01 - Projeto de Organização e Implantação de Classes Experimentais, 1956 - 1959

O dossiê reúne documentos relacionados ao projeto de organização e implantação de classes experimentais no curso ginasial (ensino secundário), desenvolvido pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais (CBPE) em cooperação com instituições de ensino nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Porto Alegre. Inclui programas de curso por disciplina, relações de escolas e professores envolvidos, questionários de entrevista aplicados a diretores e alunos, correspondência institucional, propostas pedagógicas, relatórios de observação, registros administrativos e recortes de jornal.

Entre os locais visitados e analisados estão o Colégio de Aplicação da Universidade de São Paulo, o Instituto de Educação “Narciso Pieroni” (Socorro/SP), o Colégio Estadual de Uberlândia (MG), o Colégio Santa Cruz (São Paulo/SP), o Colégio Anchieta (Porto Alegre/RS) e o Colégio Nova Friburgo da Fundação Getúlio Vargas (Nova Friburgo/RJ). As visitas técnicas e entrevistas foram conduzidas por representantes do CBPE e da Divisão de Estudos e Pesquisas Educacionais (DEPE), com o objetivo de avaliar a eficácia pedagógica, estrutura curricular e aspectos organizacionais das classes experimentais.

O material reflete os esforços de renovação do ensino secundário no Brasil a partir da experimentação metodológica, da integração entre teoria e prática pedagógica e da articulação entre universidades, colégios de aplicação e órgãos de pesquisa educacional.

Pesquisa

PESQUISA_m1082p01 - Classes Secundárias Experimentais, 1959 - 1961

O documento reúne um extenso conjunto de registros textuais referentes à implementação e à avaliação de classes experimentais no ensino ginasial brasileiro ao final da década de 1950. Trata-se de um levantamento realizado em colégios do estado de São Paulo, entre eles o renomado Colégio Santa Cruz, localizado no bairro Alto de Pinheiros, na capital paulista, com o objetivo de identificar a existência e o funcionamento dessas classes experimentais.

O material contempla propostas pedagógicas, planos curriculares, métodos de ensino, organização administrativa, estrutura física e análise dos resultados obtidos em diversas instituições de ensino, públicas e confessionais. Inclui ainda entrevistas, visitas técnicas e observações conduzidas por representantes do Ministério da Educação e Cultura (MEC), com destaque para aspectos como orientação educacional, organização curricular, formação docente, infraestrutura escolar e participação da comunidade escolar.

Além disso, a documentação apresenta o histórico institucional do Instituto de Educação “Jundiaí” e dados sobre seus cargos administrativos e docentes. Reflete um período de transição e experimentação metodológica no ensino secundário, marcado pela articulação entre práticas pedagógicas inovadoras e o debate sobre a permanência da tradição humanista frente às propostas de renovação educacional.

Pesquisa

Pesquisa Exploratória do Programa de Alfabetização Funcional via Rádio, 1978

O Programa de Alfabetização Funcional via Rádio foi desenvolvido levando em consideração a permeabilidade dos meios de comunicação em massa, principalmente o rádio. Este projeto de pesquisa experimental foi elaborado com o objetivo de verificar até que ponto a introdução do rádio possibilitaria alcançar eficientemente as metas propostas pelo Programa de Alfabetização Funcional. O relatório tem por objetivo apresentar os resultados de uma pesquisa exploratória realizada nos estados do Rio Grande do Sul e do Pará.
Relatório produzido por Helena Severiano Ponce Maranhão, com colaboração de Sérgio Albuquerque de Araújo, Hugo Rodolfo Lovisolo, José Ubaldo Baião e Tania Dauster Magalhães e Silva. Participaram da elaboração e aplicação do projeto: Antonio Roberto Neiva Blundi, Helena Alves, Maria de Nazareth Fendt.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Pensamento e Ação do MOBRAL, 1985

O documento apresenta as diretrizes educativas da instituição durante a Nova República, focando na educação não formal para jovens e adultos marginalizados. Destaca a alfabetização como base para a cidadania, com ênfase em participação comunitária, integração social e capacitação de professores leigos. Alinha-se ao programa "Educação para Todos", promovendo ações flexíveis e adaptadas às realidades locais para reduzir o analfabetismo e fortalecer a democracia.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Partitura Hino à Cidade de Carnaúba dos Dantas

Partitura musical do hino oficial da cidade Carnaúba dos Dantas (RN), composta por Felinto Lúcio Dantas. Em estilo de marcha, a obra é destinada a execução por bandas musicais, com notação para instrumentos de sopro e percussão. Parte do acervo musical do programa MOBRAL.

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Participação do MOBRAL no Projeto SPG (Suplência do Primeiro Grau) e Programa Tecnologia da Escassez, 1979 - 1981

Participação do MOBRAL, em ação conjunta com a SES/DSU, no Projeto SPG - Suplência do Primeiro Grau, que tem como objetivo proporcionar ensino correspondente ás quatro ultimas séries do 1º grau, através de recursos didáticos da televisão e de material gráfico;
Projeto "Encontro de APEDE - Treinamento Projeto SPG";
Projeto de Coparticipação MEC/SES/MOBRAL Fundação Roberto Marinho.

Orientações gerais para implantação do Programa Tecnologia da Escassez;
Diversos telex informando sobre a implantação do Programa Tecnologia da Escassez;
Programação de treinamento para implantação do Programa Tecnologia da Escassez;
Cronograma de implantação;
Municípios da COEST Minas Gerais para implantação do Programa Tecnologia da Escassez.

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Parceria entre o MOBRAL e a Empresa SINGER para Implementação do Projeto de Oficinas Comunitárias, 1981

Conjunto documental referente à parceria entre o MOBRAL e a empresa SINGER para implementação do Projeto de Oficinas Comunitárias. Contém troca de correspondências, planejamento de cursos de corte e costura e ajustador mecânico, além da doação de máquinas e materiais para cursos piloto. Inclui também discussões técnicas e administrativas sobre convênios, treinamentos, custos e cronograma de implantação.

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