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CODI-SOEP_m059p01 - Curso de Secretariado da Divisão de Aperfeiçoamento, 1944

Modelo da prova, com gabarito, do concurso para secretariado realizado no Rio de Janeiro em 1944;
Caderno da prova de nível mental do curso de secretário;
Cálculos estatísticos, divisão de aperfeiçoamento global distribuídos em partes, polígono de frequência, histograma, cálculo das partes e resultados das provas do curso de secretariado da Divisão de Aperfeiçoamento, do Departamento Administrativo do Serviço Público - DASP.

CODI-SOEP_m092p01 - Provas de Habilitação para Inspetor Auxiliar, 1941

Realização de concurso para seleção de inspetores escolares, do estado do Rio de Janeiro;
Major João Barbosa Leite, diretor da Divisão de Educação Física do Departamento Nacional de Educação, encaminha a diretoria do INEP, documentação sobre palestras de educação física, como insumo de estudo para os habilitados inspetores escolares;
Exemplares de provas de habilitação para inspetor auxiliar.

CODI-SOEP_m100p01 - Colégio São Gonçalo, 1947

Correspondências trocadas entre: Secretaria de Educação e Saúde do Estado do Rio de Janeiro, a diretoria do INEP, a diretoria do Colégio São Gonçalo e o interventor federal do Estado do Rio de Janeiro. Sobre a outorga de mandato para o funcionamento do Ensino Normal de 2º Ciclo no Colégio São Gonçalo.
Apresentação do quadro curricular de professores do colégio, instalações físicas, materiais e equipamentos disponíveis para o funcionamento da escola.

COLTED_m002p01 - Documentos Diversos sobre Organização e Programas da COLTED, 1967

Emendas apresentadas pelas subcomissões à Minuta de Convênio MEC/SNEL/USAID;
Alterações da minuta de convênio MEC/SNEL/USAID;
Estudo básico sobre o Programa Nacional de Livros Técnicos e Didáticos;
Objetivos do Programa Nacional de Livros e Texto, que teve como participantes Ministério da Educação e Cultura, Ministério do Planejamento, Sindicato Nacional dos Editores de Livros e USAID;
Programa de publicações didáticas do convênio MEC/SNEL/USAID;
Regimento da Comissão do Livro Técnico e do Livro Didático;
Decreto nº 59.355 de 04 de outubro de 1966 que institui no Ministério da Educação e Cultura a Comissão do Livro Técnico e do Livro Didático (COLTED);
Minuta bilíngue de Convênio MEC/SNEL/USAID;
Correspondência enviada pelo diretor da COLTED ao Dr. Carlos Corrêa Mascaro, Diretor do INEP, com convite para o seminário "II Semana de Estudos COLTED";
Ofício encaminhando parecer do Conselho Federal de Cultura referente à adesão do Governo brasileiro ao protocolo de Estocolmo que modificou a Convenção de Berna sobre direitos do autor;
Ofício enviado por Édson Franco, Secretário Geral do Ministério da Educação e Cultura, ao Diretor do INEP encaminhando relatório de viagem e expediente do Secretário Geral;
Ofício enviado por Édson Franco, Secretário Geral do Ministério da Educação e Cultura, ao Diretor do INEP com expediente sobre o Protocolo de Estocolmo;
Correspondência enviada ao presidente da COLTED com o ponto de vista do Sindicato Nacional dos Editores de Livros a respeito da conveniência da adesão do Brasil à Convenção de Berna;
Relatório da SNEL destinado ao Embaixador Donatello Grieco a respeito da adesão do Brasil à ratificação do novo texto da Convenção de Berna;
Correspondência da Chefe da Biblioteca do INEP, Elza Alves, em resposta à solicitação de livros de Escola Normal de Santa Catarina;
Correspondência enviada pela Assessoria de Avaliação do Ensino Médio ao Diretor Executivo da COLTED em que solicita que o Diretor mobilize recursos para manutenção de coleção de livros selecionados pelo INEP para distribuição às escolas normais;
Correspondência enviada por Ruy Baldaque, Diretor Executivo da COLTED, a Carlos Corrêa Mascaro, Diretor do INEP, com convite para o ato de entrega das primeiras bibliotecas primárias às escolas da Guanabara – atual estado Rio de Janeiro;
Ata da reunião do colegiado da COLTED, realizada em 11 de julho de 1967;
Correspondência solicitando a colaboração do presidente do INEP para cumprir as metas de distribuição de livros para as bibliotecas;
Convite direcionado ao diretor do INEP, Carlos Corrêa Mascaro, para participação de reunião do dolegiado da COLTED no dia 15 de setembro de 1967;
Planejamento dos serviços bibliotecários, desenvolvido pela Biblioteca do CBPE;
Comunicação enviada ao Diretor da COLTED sobre solicitação de recursos para o projeto desenvolvido pelo Padre Eugênio Oastes;
Trabalho com considerações a respeito de seminário da COLTED e anexos com dados do Censo Escolar de 1964;
Relatório do Diretor Executivo da COLTED, enviado ao Diretor do INEP;
Programa de cursos e seminários da COLTED, 1967;
Decreto nº 60.833 de 08 de junho de 1967 que altera e suprime dispositivos do decreto nº 59.355;
Contrato para execução de serviços de distribuição das bibliotecas COLTED;
Correspondência enviada ao Diretor do INEP pelo Diretor Executivo da COLTED em que solicita informações para a organização de manual de orientação para utilização dos livros selecionados;
Programa da COLTED enviado por ofício circular;
Relatório da Comissão encarregada da seleção de títulos de obras destinadas a bibliotecas de estabelecimentos de ensino primário, dentro do plano de distribuição imediata em que se acha empenhada a COLTED;
Formulário para seleção de livros que deverão ser utilizados na relação dos livros selecionados pela diretoria para as bibliotecas do programa COLTED;
Correspondência comunicando ao diretor do INPE onde está alocada a nova sede da COLTED;
Pautas de reuniões da COLTED;
Comentários baseados nos diversos itens do convênio MEC/USAID/SNEL;
Comentários sobre o programa de publicações da COLTED;
Estudo Básico das Subcomissões de Planejamento e Execução da COLTED;
Esquema de aplicação da verba inicial de 15 bilhões de cruzeiro para compra de livros;
Lista de obras de referência para compra imediata de nível elementar, médio e superior;
Emendas apresentadas pelas Sub-Comissões à Minuta de Convênio MEC/SNEL/USAID;
Correspondência enviada a Stuart H. Van Dyke, Diretor da USAID, dando esclarecimentos a respeito da alocação dos recursos adquiridos pelo convênio MEC/SNEL/USAID;
Regimento da Comissão do Livro Técnico e do Livro Didático – COLTED;
Decreto n° 59.355 de 4 de outubro de 1966 que institui a COLTED;
Ofício enviado ao diretor do INEP com cópia da minuta, em português e inglês, de convênio que a ser estudado e debatido em reunião da COLTED.

Sem título

COLTED_m019p01 - Conjunto Documental Referente a Solicitação de Livros em Língua Portuguesa

Conjunto documental referente à solicitação de livros em língua portuguesa por uma aluna dos Estados Unidos contendo os seguintes itens:
Carta manuscrita, em inglês, enviada pela aluna que solicita os livros;
Correspondência enviada por Albaneza Bello, Representante do Instituto Nacional do Livro, em Brasília, ao INL no Rio de Janeiro, encaminhando a solicitação da estudante estadunidense;
Encaminhamento da solicitação ao Serviço Nacional de Biblioteca, assinado por Helena Lamenha Lins, responsável pela Secretaria do Gabinete do Ministério de Educação e Cultura;
Encaminhamento da solicitação ao Ministro da Educação e Cultura para exame e providências, enviado por José Jerônimo Moscardo de Souza, Secretário Particular do Presidente da República;
Encaminhamento da solicitação à COLTED e resposta em que a Comissão afirma que a solicitação não se enquadra no Programa COLTED;
Encaminhamento da solicitação para consideração do INEP;
Relação de transportadoras utilizadas pelo CBPE no envio de livros e publicações para todo o Brasil.

Comissão do Livro Técnico e do Livro Didático - COLTED

COLTED_m020p01 - Decreto de Criação da COLTED e Informações sobre a Semana de Estudos COLTED, 1966 - 1967

Decreto n. 59.355 de 04 de outubro de 1966, o qual cria a Comissão do Livro Técnico e do Livro Didático – COLTED –, com a finalidade de incentivar, orientar, coordenar e executar as atividades do Ministério da Execução e Cultura relacionadas com a produção, edição, aprimoramento e distribuição de livros técnicos e livros didáticos – contém cópias;
Correspondência enviada a Raymundo Moniz de Aragão, Ministro da Educação e Cultura, por Carlos Correa Mascaro, Diretor do INEP, a respeito do Decreto n° 58653 – que criou o Conselho do Livro Técnico e Didático;
Minuta do Decreto de criação do Conselho Editorial do Livro Escolar e do Livro Técnico no Ministério de Educação e Cultura;
Recomendações finais da Semana de Estudos da COLTED, realizada no Rio de Janeiro, no período de 2 a 6 de maio de 1967;
Discurso de Édson Franco, Secretário Geral do MEC, representando o Ministro da Educação e Cultura, na inauguração do I Seminário da COLTED;
Documento sobre direitos autorais de livros didáticos escritos por professoras;
Relação com nomes, endereço e telefone do Ministro da Educação e Cultura e de diretores de diversos órgãos relacionados à COLTED;
Correspondência assinada por Lúcia Marques Pinheiro, coordenadora da DAM, com informações sobre publicações e distribuição de livros;
Programação da Semana de Estudos da COLTED;
Trabalho intitulado “Adequação do Livro à Escola Brasileira”, produzido pela Comissão do Livro de Nível Primário, sob coordenação de Celso Kelly e relatoria de Lúcia Marques Pinheiro;
Trabalho intitulado “Distribuição adequada do livro técnico e do livro didático no País”, produzido pela Comissão de Distribuição de Livros, sob coordenação de Umberto Peregrino e relatoria de Décio de Abreu;
Trabalho intitulado “O livro técnico e didático para o ensino de formação”, produzido pela Comissão do Livro de Nível Médio, sob coordenação de Lafayette Belfort Garcia e relatoria de Roberto Accioli;
Documento básico da 1ª Comissão – Títulos Novos, da Semana de Estudos COLTED – realizada no Rio de Janeiro, entre 2 e 6 de maio de 1967;
Documento básico da 2ª Comissão – Nível Primário, da Semana de Estudos COLTED – realizada no Rio de Janeiro, entre 2 e 6 de maio de 1967;
Documento básico da 3ª Comissão – Nível Médio, da Semana de Estudos COLTED – realizada no Rio de Janeiro, entre 2 e 6 de maio de 1967;
Documento básico da 5ª Comissão – Bibliotecas, da Semana de Estudos COLTED – realizada no Rio de Janeiro, entre 2 e 6 de maio de 1967;
Documento básico da 6ª Comissão – Distribuição, da Semana de Estudos COLTED – realizada no Rio de Janeiro, entre 2 e 6 de maio de 1967.

Comissão do Livro Técnico e do Livro Didático - COLTED

COLTED_m022p01 - Documentação a Respeito de Diversas Publicações, 1966 - 1967

Parecer sobre a série de leitura “Alegria de Ler”, da Editora Abril, feito por profissionais do CRPE-MG a pedido do CRPE-SP;
Relação de livros publicados pela Editora Paulo de Azevedo Ltda para o Curso Primário;
Correspondência enviada por Jairo Marques Netto, Gerente da Companhia Editora Nacional – Filial do Rio de Janeiro, à Biblioteca do INEP com lista de livros e valores;
Relação de livros didáticos vendidos pela Livraria Agir Editora – novembro 1966;
Correspondência enviada pela Cia. Brasileira de Divulgação do Livro (Bradil) ao INEP com relação de livros publicados por ela e que não foram selecionados pela Comissão de Seleção de Obras;
Correspondência enviada por Claudio de Souza, Assistente Executivo da Abril Cultural, a Carlos Corrêa Mascaro e Ruy Baldaque, Diretores do INEP e da COLTED, em que solicita que o INEP faça estudo crítico a respeito dos volumes da série “Alegria de Ler” que não foram selecionados, a fim de que pudessem corrigir eventuais erros;
Correspondência enviada por Elza Nascimento Soares Alves ao Diretor Substituto do CBPE, em que comunica o pedido de estudo crítico feito pelos editores da série “Alegria de Ler”;
Correspondência enviada por Péricles Madureira de Pinho, Diretor Substituto do INEP, a Claudio de Souza, da Abril Cultural, em que envia cópia das observações feitas sobre a série “Alegria de Ler” feitas pela Divisão de Aperfeiçoamento de Professores do CRPE-MG;
Correspondência enviada por Geraldo Jordão Pereira, Diretor Adjunto da Livraria José Olympio Editora, a Péricles Madureira de Pinho com apresentação e oferta do livro “A Tradição Afortunada (O Espírito de Nacionalidade na Crítica Brasileira)”, de Afrânio Coutinho;
Correspondência enviada pela Reper Editora e Publicidade ao Diretor do INEP com apresentação e oferta do livro “O Continente da Paz – Geografia da América”, de autoria de Nelson de Sousa Lima e Raimundo Olavo Coimbra;
Correspondência enviada por Heli Menegale a Carlos Mascaro em que apresenta a Professora Angélica Rezende Garcia, autora de obras sobre folclore brasileiro, para possível inclusão de suas obras nas listas de obras selecionadas pela COLTED;
Correspondências trocadas entre diretores da COLTED e do INEP comunicando envio e recebimento do Trabalho de Levantamento dos Títulos de responsabilidade do Sindicato Nacional dos Editores de Livros;
Correspondências enviadas por Leosthenes Christino, Diretor Executivo da COLTED, ao Diretor do INEP, com remessas de publicações para fins de seleção;
Correspondência enviada por Waldemiro Potsch a Carlos Correa Mascaro, Diretor do INEP, a respeito da obra “O Brasil e suas riquezas”;
Correspondência enviada por Arminda Neves d’Almeida, Diretora do Museu Villa-Lobos, ao Diretor do INEP, em que sugere que o INEP adquira exemplares do livro “Villa-Lobos le musicien poète”, do musicólogo Marcel Beaufils, publicado pela Editora Agir e pelo Instituto de Altos Estudos da América Latina, em Paris;
Correspondência enviada ao INEP por Francisco da Silva Ramos, da Distribuidora Record de Serviços de Imprensa Ltda, em que comunica o envio de um exemplar do livro “Ensinando a ensinar”;
Correspondência enviada por Abilio Balbino da Silva, da Editorial Irradiação s/a, a Lúcia Pinheiro, do INEP, com obras a serem analisadas pelo INEP;
Correspondência enviada por Bruno Buccini a Carlos Correa Mascaro, Diretor do INEP, com relação de obras a serem analisadas para aquisição pelo INEP e lista de preços de publicações do Instituto Brasileiro de Edições Pedagógicas;
Correspondência enviada pela Editora do Mestre à COLTED com coleção de obras escritas por Carolina Rennó Ribeiro de Oliveira;
Correspondência enviada por Maurício Pinheiro, Diretor Substituto da Fundação Getúlio Vargas, ao Diretor do INEP comunicando o envio do exemplar “Dicionário de Dificuldades da Língua Portuguesa e Regência Verbal”, de Arthur de Almeida Torres;
Correspondência enviada por Celia Augusta T. Marques a Carlos Correa Mascaro, Diretor do INEP, comunicando o envio do exemplar de “Alegria de Ler”;
Correspondência enviada por Antônio Xavier Teles, representante da Editora J. Ozon e da Editora Ática, a Péricles Madureira de Pinho, Diretor do CBPE, com apresentação de livros para serem analisados para aquisição pelas bibliotecas do CBPE;
Correspondência enviada por Yolanda Paes Leme Kruel ao Ministro da Educação e Cultura com relação de obras a serem analisadas;
Correspondência enviada ao Prof. Carlos Mascaro pontuando melhorias para as obras da editora EDART encaminhadas para avaliação;
Relação de livros destacados pela DAM, representada pela diretora Lucia Marques Pinheiro, a respeito das obras da editora EDART e Fundação Brasileira para o Desenvolvimento das Ciências;
Relação de livros recebidos no CBPE.

Comissão do Livro Técnico e do Livro Didático - COLTED

Congruência entre as Atividades Formais e Reais das Comissões Municipais do MOBRAL, 1976

Dissertação apresentada à Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, por Vilma Pereira Galvão, como requisito parcial à obtenção do título de mestre. O documento é um relatório técnico do MOBRAL (1976) que analisa a congruência entre as atividades formais e reais das Comissões Municipais (COMUN). Conclui que há congruência na maioria dos cargos, mas identifica desafios como falta de pessoal qualificado e sobrecarga de trabalho. Recomenda revisões estratégicas e treinamentos para melhorar o desempenho.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Conversando com o MOBRAL para Sábado

Programa "Conversando com o MOBRAL para sábado" sobre samba, sobre Nelson Cavaquinho e Carlos Cachaça

Locutor:
Conversando com o Mobral para sábado.

Se você gosta de música, de poesia, de conhecer histórias curiosas, preste atenção neste programa que vai começar agora. Vamos passar quinze minutos conversando com o Mobral. Um programa produzido pelo Centro Cultural do Mobral.
Amigos, estamos começando mais um programa da série Conversando com o Mobral. Este programa é transmitido para a região amazônica pelas emissoras de ondas curtas da Rádio Brás, para o sul de Minas, pela Rádio Clube de Varginha, para o Maranhão, pela Rádio Mearim e também para o Rio Grande do Sul, por intermédio da Rádio Sobradinho. Hoje, vamos falar de música popular brasileira no Conversando com o Mobral. Estamos desde a semana passada reunindo dois nomes importantes da música e apresentando para vocês. Escolhemos para o programa de hoje dois monstros do samba, Nelson Cavaquinho e Carlos Cachaça.
A cantora Elizete Cardoso anuncia o sambista.

Elizete Cardoso:
Nelson do Cavaquinho vai cantar e nós vamos ouvir, com todo o nosso respeito, de Amâncio Cardoso e dele próprio, Nelson do Cavaquinho, “Luz Negra”:

(Música - Nelson Cavaquinho - Luz Negra)
Sempre só
Eu vivo procurando alguém
Que sofra como eu também
E não consigo achar ninguém

Sempre só,
E a vida vai seguindo assim,
Não tenho quem tem dó de mim
Estou chegando ao fim.

A luz negra de um destino cruel
Ilumina o dia dos sem cor
Onde estou desempenhando o papel
De palhaço do amor

Sempre só
E a vida vai seguindo assim
Não tenho quem tem dó de mim,
Estou chegando ao fim.
Estou chegando ao fim.
Estou chegando ao fim.

Locutora:
Muitos de vocês talvez se lembrem da jornalista Eneida, morta já há alguns anos. Eneida era paraense e uma estudiosa do samba e do carnaval em particular. Ela, como todo mundo que aprecia a boa música popular brasileira, era fã de Nelson Cavaquinho. Nesta gravação que vamos apresentar agora, Eneida entrevistou Nelson Cavaquinho.

Eneida:
Nelson Cavaquinho é considerado um dos monstros da música popular brasileira. Ô Nelson, o seu nome é Nelson Antônio da Silva, não é?

Nelson:
É.

Eneida:
Por que então que chamam você de Nelson Cavaquinho quando você toca violão?

Nelson:
Eu antigamente tocava cavaquinho até muito bem, sabe, Eneida? Acontece que eu acho o cavaquinho muito pequenininho para mim, estou cheio de cabelos brancos, né? Então prefiro mais o violão que é muito maior, né?

Eneida:
Olha que tem outra história.

Nelson:
Ha ha ha

Eneida:
Você não quer contar outra, né, Cavaquinho?

Nelson:
Não.

Eneida:
Tá. Você tem um samba que é sempre citado quando se fala em Nelson Cavaquinho. Chama-se “Notícia”. Canta ele pra nós, canta:

(Música - Nelson Cavaquinho - Notícia)
Já sei a notícia que vens me trazer
Os seus olhos só faltam dizer
O melhor eu me convenci.
Guardei até onde eu pude guardar
O cigarro deixado em meu quarto e a marca que fumas
Confessa a verdade, não deves negar.

Amigo como eu jamais encontrarás
Só desejo que vivas em paz,
Com aquela que manchou meu nome.

Vingança, meu amigo, eu não quero vingança
Os meus cabelos brancos me obrigam
A perdoar uma criança.

(Propaganda)
Anote o endereço do Mobral, Rio de Janeiro, capital. Escreva pra caixa postal cinco seis ponto zero trinta e seis. Conversando com o Mobral. Caixa Postal cinco seis ponto zero trinta e seis. Rio de Janeiro...

Eneida:
Nelson, por que é que você nunca fala em felicidade? Não há nenhuma composição sua que tenha essa mensagem, que afinal é de esperança. Por que isso? Você não me parece um sofredor, o seu tipo não é de sofredor, hein?

Nelson:
Eu não (inaudível) não uso quase essa, esta parte assim, de falar em felicidade, né? Mas Eneida eu, eu gosto de ver os outros, eu gosto quando um amigo chega e dirige-se a mim, diz: "sou tão eu sou tão feliz". Mas mesmo assim eu gosto muito de felicidade, né? Eu, por não falar em felicidade, não é por isso que eu não gosto de felicidade.

Eneida:
Então comece a falar nela, hein? Mas a sua música tem sempre mulher e flor. Ora, a mulher me parece que quer sempre ser feliz. E talvez, quem sabe, a flor também. Então, você pense nisso, porque você fala tanto em mulher e flor, que deve falar em felicidade também. Agora você vai cantar pra gente ouvir uma coisa que se chama “Não me olhes assim”:

(Música - Não me olhes assim)
Pelo amor de Deus, não me olhes assim
Vejo nos teus olhos humilhação
Já sei que não gostas mais de mim

Pelo amor de Deus, não me olhes assim.
Vejo nos teus olhos humilhação
Já sei que não gostas mais de mim

Aceito o teu adeus como se aceitasse a paz,
Não será surpresa se não me quiseres mais,
Neste mundo de Deus tudo pode acontecer,
Por que que eu não posso te esquecer?

Pelo amor de Deus, não me olhes assim...

Locutor:
E agora um samba que todo mundo conhece, “A Flor e o Espinho”, o carro-chefe de Nelson Cavaquinho.

(Música - Nelson Cavaquinho - A flor e o espinho)
Caminho, que eu quero passar com a minha dor.
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca flor

Eu só errei quando juntei minh'alma à sua
O sol não pode viver perto da lua.
É no espelho que eu vejo a minha mágoa
Na minha dor e os meus olhos rasos d'água
Eu na sua vida já fui uma flor
Hoje sou espinho em seu amor

Locutora:
O outro compositor que prometemos apresentar no programa de hoje é Carlos Cachaça. Todo mundo sabe que a Estação Primeira da Mangueira, no Rio de Janeiro, é um dos mais importantes redutos do samba carioca. Nelson Cavaquinho é de lá, Cartola também, e naturalmente o Carlos Cachaça. Só que no caso dele existe uma particularidade. Carlos Moreira de Castro, o Carlos Cachaça, nasceu na Mangueira. Em 1887, foi construída a Estação Ferroviária de Mangueira e o pai dele era ferroviário e morava exatamente numa das casas que a Central do Brasil alugava aos seus funcionários na subida do morro.
No dia três de agosto de 1902, nasceu o primeiro Verde e Rosa de Coração. O pai queria que ele fosse ferroviário. Ele tentou, mas tinha que ser sambista.

(música)
Se algum dia eu souber que você vai deixar
Meu coração, que é todo seu, em busca de outro amor.
Não serei mais feliz porque você não quis.
Depois serei como fui seu na minha dor.
Se a dor depois, por ingratidão...

Locutor:
A formação da Escola de Samba Estação Primeira da Mangueira deve muito a Carlos Cachaça. Ele foi um dos seus maiores incentivadores. Nos primeiros tempos, existiam sete blocos diferentes em Mangueira, e Carlos Cachaça foi o primeiro a lançar a ideia da união, da harmonia. Ele tem até um samba que fala nisso, Harmonia em Mangueira:

(música)
Que harmonia lá em Mangueira,
te dá prazer para se brincar,
o Laudelino no seu cavaco fazendo coisas de admirar.

Que harmonia lá em Mangueira
que dá prazer para se brincar,
o Laudelino no seu cavaco fazendo coisas de admirar.

E de repente forma um enredo que até causa sensação,
o Armandinho chega de flauta, Alípio sola no violão.

Que harmonia lá em Mangueira
que dá pra ver para se brincar, o Laudelino...

Locutora:
Em parceria com o poeta Hermínio Bello de Carvalho e Cartola, Carlos Cachaça fez um de seus sambas mais bonitos e talvez o mais divulgado. E é com ele que nós vamos encerrando o Conversando com o Mobral de hoje. Até semana que vem. E fiquem com esse lindíssimo “Alvorada”. Até lá.

(música)
Alvorada, Alvorada lá no morro, que beleza
Ninguém chora, não há tristeza
Ninguém sente dissabor
O sol colorindo, é tão lindo, é tão lindo
E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo

Alvorada.

Alvorada lá no morro, que beleza
Ninguém chora, não há tristeza
Ninguém sente dissabor
O sol colorindo, é tão lindo, é tão lindo
E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo

Alvorada.

Alvorada, lá no morro, que beleza
Ninguém chora, não há tristeza
Ninguém sente dissabor.

Locutor:
Bem, amigos, por hoje é só. Vamos encerrando mais um programa da série Conversando com o Mobral e aproveitamos o ensejo para desejar a todos um feliz fim de semana. Lembrando que segunda-feira estaremos de volta com mais um programa da série. Até lá, amigos, e grande abraço a todos.
Mobral!

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Conversando sobre Educação e Educação de Adultos, 1985

Texto básico para alfabetizadores e outros agentes de educação de adultos do MOBRAL, abordando a educação de adultos como um processo social e crítico. Discute o papel da escola, desigualdades educacionais, e a atuação do MOBRAL na alfabetização e conscientização, integrando saúde, trabalho e cultura. Destaca a importância da participação comunitária e do diálogo entre saberes populares e formais.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Documentos Diversos sobre Seminários, Relatórios de Viagens e Educação, 1981

Seminário sobre a Pedagogia Freinet, promovido pelo Centro Educacional de Niterói em colaboração com o Consulado Geral da França no Rio de Janeiro, que ocorreu de 3 a 6 de novembro de 1981;
Seminário Regional sobre Promoção Popular e Alfabetização na América Latina e Caribe, que ocorreu em Quito, Equador de 30 de maio a 03 de junho de 1983;
Seminário Regional sobre Alfabetização e Promoção Popular;
Relatório final do estágio realizado no MOBRAL através do acordo Brasil-Costa do Marfim;
Relatório de viagem da Missão do MOBRAL no Senegal;
Relatório do Seminário Regional de Estratégias Nacionais de Alfabetização;
Ação comunitária: lugar privilegiado da prática educativa não formal, extra escolar;
A experiência do MOBRAL em alfabetização e educação extra-escolar;
MOBRAL a estratégia brasileira de alfabetização de adultos

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Ementário da Legislação Federal Brasileira sobre a Educação de Adultos no Brasil, 1979

O documento é um ementário da legislação federal brasileira sobre a educação de adultos, cobrindo o período de 1913 a 1972, de Gaetana Maria Jovino di Ricco. Anexo à dissertação de mestrado "Educação de Adultos": uma contribuição para seu estudo no Brasil, apresentada à Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, o documento inclui constituições, leis, decretos, portarias e pareceres, com ênfase em alfabetização, ensino supletivo e programas como o MOBRAL. Organizado cronologicamente, serve como referência para estudiosos e profissionais da área.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Ficha Catalográfica celebrando os 10 anos do MOBRAL, 1980

A ficha catalográfica celebra os 10 anos do MOBRAL (1970-1980), destacando conquistas como a alfabetização de 14 milhões de adultos, educação supletiva para 4 milhões, e projetos culturais, de saúde comunitária e profissionalização. Ressalta a atuação comunitária e a transformação social, incluindo programas como MOBRAL Cultural e PRODAC, com foco em participação popular e democratização. Conclui com a proposta do "Novo MOBRAL", reforçando a ação comunitária.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Ficha Catalográfica da Fundação Movimento Brasileiro de Alfabetização e Educação de Adultos, 1984

Ficha Catalográfica da Fundação Movimento Brasileiro de Alfabetização e Educação de Adultos, de 1984. O documento descreve o MOBRAL, criado em 1967 para promover alfabetização funcional e educação continuada de adultos no Brasil. Detalha seus programas (alfabetização, educação pré-escolar, saúde, cultura), estrutura organizacional e bases legais. Inclui ações comunitárias, parcerias e diretrizes para reduzir o analfabetismo até 1984.

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