América Latina

Taxonomy

Code

Scope note(s)

Source note(s)

Display note(s)

Hierarchical terms

América Latina

Equivalent terms

América Latina

Associated terms

América Latina

789 Archival description results for América Latina

14 results directly related Exclude narrower terms

A Clientela do Mobral: Suas Características Socioeconômicas, Coleção MOBRAL, nº 7, 1974

O documento analisa as características socioeconômicas dos alunos do programa de alfabetização do MOBRAL nos municípios de Niterói e Nova Iguaçu em 1972. Apresenta dados sobre perfil demográfico, escolaridade anterior, condições de vida, aspirações profissionais e educacionais, destacando a predominância de jovens, migração rural urbana e o desejo de continuar os estudos. Inclui tabelas estatísticas e recomendações para políticas públicas.

Untitled

MOBRAL: Sua Origem e Evolução, Coleção MOBRAL, nº 1, 1973

O documento descreve a origem, evolução e estrutura do MOBRAL, criado em 1967 para erradicar o analfabetismo no Brasil. Detalha sua organização, métodos pedagógicos, financiamento via loteria e impostos, e a descentralização das ações em comissões municipais. Inclui estatutos, decretos e relatórios de atividades até 1973.

Untitled

Caracterização dos Alunos do Programa de Alfabetização Funcional, 1978

O documento caracteriza os alunos do programa de alfabetização funcional do MOBRAL em 1978, analisando dados como renda, ocupação, formas de aumentar conhecimento e participação comunitária, destacando desigualdades regionais, urbanas/rurais e de gênero.
Produzida por Hugo Rodolfo Lovisolo, a pesquisa abrange aspectos como renda, ocupação, participação em associações e trabalhos comunitários, com recortes por região geográfica, zona urbana/rural, sexo e faixa etária. Destaca-se a metodologia quantitativa com base em amostra representativa de aproximadamente 10 mil alunos, totalizando mais de 400 mil registros. A publicação visa fornecer subsídios para a formulação de políticas públicas e avaliação da efetividade dos programas de alfabetização de adultos.

Untitled

CRPE-SP_m0001p09 - Tradução e Publicação do 1º número da Revista "Tiers-Monde", 1964

Projeto n° 8/64: Tradução e publicação do primeiro número da revista "Tiers-Monde" (tomo I, n° 122, 1960), com o objetivo de fornecer às pessoas interessadas em planejamento da educação os documentos apresentados no “Colóquio Internacional sobre Planejamento da Educação e seus Problemas Econômicos e Sociais”, realizado em Paris em dezembro de 1959.

Untitled

Relatório de Atividades MOBRAL seis anos, 1977

O documento descreve as atividades do MOBRAL entre 1970 e 1976, destacando a redução do analfabetismo de 33,6% para 17,3% da população adulta. O programa alfabetizou 9,4 milhões de pessoas, ofereceu educação integrada, profissionalização, atividades culturais e educação sanitária, além de parcerias com entidades nacionais e internacionais. O MOBRAL foi reconhecido pela UNESCO como modelo de educação de adultos.

Untitled

Roteiro de Orientações ao Alfabetizador Programa de Alfabetização Funcional, 1980

Roteiro de orientações para alfabetizadores do MOBRAL (Movimento Brasileiro de Alfabetização), publicado em 1980. Ele aborda métodos de ensino de leitura, escrita e matemática, além de atividades práticas, planejamento de aulas e avaliação de alunos adultos. O material enfatiza a importância da integração social e do uso de recursos didáticos para alfabetização funcional.

Untitled

COLTED_m013p05 - Correspondência com Conclusões sobre o Relatório Apresentado pelo Presidente da SNEL, 1967

Correspondência enviada pelos membros do Colegiado da COLTED ao Presidente do Colegiado com as suas conclusões sobre relatório apresentado pela SNEL que trata do Plano Piloto da COLTED para aquisição e distribuição de livros didáticos;
Minuta da Ata da Reunião do Colegiado da COLTED, realizada em 09 de agosto de 1968, que tratou da sugestão feita pela SNEL de que a orçamentação de recursos para as escolas fosse controlada a partir do Banco do Brasil; posição da COLTED diante da proposta.

Untitled

COLTED_m009p01 - Programa do Livro Técnico e do Livro Didático, 1967

Programa do Livro Técnico e do Livro Didático apresentado pelo Ministério da Educação e Cultura junto com o Sindicato Nacional dos Editores de Livros - SNEL com ajuda financeira da USAID/Brasil. O programa tinha como proposta a expansão da indústria do livro e a melhora na acessibilidade dos textos entre os estudantes dos três níveis de ensino. Era, também, uma oportunidade de fazer presente o Ministério da Educação e Cultura no desenvolvimento do ensino. O texto é dividido nas seguintes seções: Decreto de criação – Decreto n° 59.355, de 04 de outubro de 1966; Apresentação do colegiado, diretor executivo e subcomissões; Introdução do convênio MEC/SNEL/USAID; Plano de Aplicação; Plano Trienal com Programa de Publicações Didáticas; Plano Decenal.

Untitled

COLTED_m019p01 - Conjunto Documental Referente a Solicitação de Livros em Língua Portuguesa

Conjunto documental referente à solicitação de livros em língua portuguesa por uma aluna dos Estados Unidos contendo os seguintes itens:
Carta manuscrita, em inglês, enviada pela aluna que solicita os livros;
Correspondência enviada por Albaneza Bello, Representante do Instituto Nacional do Livro, em Brasília, ao INL no Rio de Janeiro, encaminhando a solicitação da estudante estadunidense;
Encaminhamento da solicitação ao Serviço Nacional de Biblioteca, assinado por Helena Lamenha Lins, responsável pela Secretaria do Gabinete do Ministério de Educação e Cultura;
Encaminhamento da solicitação ao Ministro da Educação e Cultura para exame e providências, enviado por José Jerônimo Moscardo de Souza, Secretário Particular do Presidente da República;
Encaminhamento da solicitação à COLTED e resposta em que a Comissão afirma que a solicitação não se enquadra no Programa COLTED;
Encaminhamento da solicitação para consideração do INEP;
Relação de transportadoras utilizadas pelo CBPE no envio de livros e publicações para todo o Brasil.

Untitled

DDI_m004p01 - Documentação diversa da Seção de Pergunta-Resposta e informações sobre Estágio Supervisionado, 1972 - 1976

Parecer sobre as atividades da competência da Seção de Pergunta-Resposta, de acordo com o regimento interno do INEP, produzido pela chefe da seção Silvia Maria Galliac Saavedra; Parecer sobre as atribuições da Seção de Pergunta-Resposta, solicitando ao diretor do INEP apoio e definição de uma política de trabalho;
Ficha de avaliação de estágio da aluna Maria das Graças Bernardes Machado Villela e Maria Helena Cordova Klein do curso de Pedagogia; Objetivos do Estágio Supervisionado de administração escolar; Material para acompanhamento e avaliação do estágio contendo ficha de avaliação e objetivos do estágio; Relatório de avaliação de estágio;
Quadro de atividades e resultados do INEP;
Relatório sucinto do INEP em 1976 de dois projetos prioritários dentro do II PND.
Projeto: Melhoria da Tecnologia Educacional e Planejamento Educacional (Perfeccionamiento de Tecnologia Educativa y Planeamiento Educacional) feito nos termos do Acordo de Cooperação Técnica entre a República Federativa do Brasil e a República do Paraguai, concluiu o estágio de Aperfeiçoamento de Tecnologia Educacional e Planejamento Educacional na área de Documentação e Informação no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP dependente do Ministério da Educação e Cultura.
Roteiro para elaboração do relatório;
Relatório das atividades do grupo-tarefa de documentação e informação.

Untitled

Primeiro Festival Penitenciário da Canção do Estado do Pará feita por um Encarregado do Posto Cultural do Presídio de São José

Explicação acerca das regras para participação no Primeiro Festival Penitenciário da Canção do Estado do Pará feita por um encarregado do Posto Cultural do Presídio de São José antes do julgamento das canções.

Senhores jurados, quem transmite essa mensagem nesse momento é o ECULT encarregado do Posto Cultural do Presídio de São José.

Dentro de instantes, os senhores jurados estarão ouvindo nove fitas magnéticas nas quais foram gravadas 132 músicas. 132 canções que concorrem ao Primeiro Festival Penitenciário da Canção do Estado do Pará.
Das quais, dentre as 132 canções, 20 serão escolhidas como semifinalistas, após as notas e as médias de acordo com o julgamento de cada um.
Há uma série de documentações que acompanham as fitas, como critério regulamentar que devem adotar para julgamento, o próprio regulamento, a relação das canções gravadas em cada fita e etc.

Foram inscritos no festival 236 canções. Foram gravadas apenas 132. Cabe aqui uma explicação: 28 canções foram retiradas pelos seus compositores por razões diversas; 2 canções foram retiradas pela Comissão Organizadora e Executiva por conterem, no trecho de suas letras, palavras não condizentes com a moral, com a finalidade do concurso. E os seus compositores, seus autores, não quiseram que elas fossem trocadas por isso foram retiradas; e 74 canções foram retiradas porque eram plágios, plágios nas letras ou plágios nas melodias.
Alguns usaram letras que eram poesias de Casimiro de Abreu, Olavo Bilac, Cecília Meireles e outros poetas ou usaram letras de canções antigas, mas conhecidas, sem trocarem sequer uma palavra, uma virgula embora as melodias fossem suas.

A comissão chamou-os, fez com que lessem novamente o regulamento, deu oportunidade para que modificassem as letras. Seus autores não quiseram, elas foram retiradas. Outros fizeram letras próprias, algumas até de bom teor mas utilizaram como melodias músicas de Roberto Carlos, Altemar Dutra, Nino Gatto. Enfim as letras eram suas mas as músicas, as melodias não eram. Da mesma forma, feriam o regulamento do primeiro festival.

Nós tentamos que isso fosse modificado, eram 76 músicas nessa condição. Dois concordaram, modificaram as músicas. 74 não souberam como, não quiseram como, tiveram então retiradas suas canções.

Das 132 canções gravadas, a grande maioria delas não tem acompanhamento. Grande minoria é acompanhada por violão. Cabem aqui duas explicações: primeiro em alguns casos como os violonistas não eram profissionais, eram internos da própria instituição, todos eles em sua maioria tendo aprendido a tocar violão aqui, alguns até bem recentemente, através do próprio posto cultural, não conseguiam acompanhar, bem os cantores preferiram cantar sem acompanhamento. Em outros casos as canções tinham uma melodia de teor um pouco mais difícil, que exigiria forçosamente um acompanhamento mais profissional.

É uma época de férias, uma época difícil para se arrumar bons violonistas. A maioria, mesmo estudantes, estão veraneando, estão passeando. Mas a falta desse acompanhamento não prejudicou, acredito eu, nem prejudicará de forma alguma o julgamento das canções. Outros cantores como as própria... como a própria instrução referente à sistemática de julgamento desta fase explica, todos eles de um modo geral não são bons cantores.

Mas nesta fase do festival o prêmio instituído para melhor cantor, primeiro e segundo lugar, ainda não é válido. Por isso o valor dado ao cantor, a interpretação da música varia apenas de 1 a 5 pontos e a critério da comissão, ela reunida, se achar por bem que esse critério não seja contado também será válido.

De um modo geral, as 132 canções gravadas representam o esforço. De salvo, quatro ou cinco internos da instituição, pessoas que nunca haviam composto música de espécie alguma, letras poesias, vamos dizer assim dizer, mas acreditamos que tudo isso seja perfeitamente entendido e compreendido.

Quando gravamos essa mensagem não conhecemos ainda nenhum dos membros do júri. Sabemos apenas que, por uma determinação da direção da instituição penal, este encarregado do Posto Cultural deverá fazer parte dessa comissão julgadora.

Embora, particularmente, eu acho que assim não devesse... não deveria ocorrer. Toda via mesmo conhecendo cada um dos autores, mesmo tendo gravado muitas das canções que estão nas fitas magnéticas procurarei dar as notas e adotar o critério mais honesto possível. Embora também não seja conhecido pela maioria dos senhores que compõe esse corpo de jurados, sou conhecido dos elementos da Coordenação Estadual do MOBRAL e acredito mereça fé a afirmação que agora faço.

Estará presente também um outro interno com a finalidade de facilitar a repetição e audiência, a reprodução, por assim dizer, de algumas das fitas. Elas são em número de 9. Visto que o Posto Cultural que comprou as fitas não dispunha de meios financeiros bastantes para comprar fitas mais caras é... de um valor técnico mais sonoro, mais perfeito para reprodução. Se não foram as mais baratas também não foram as mais caras, por isso algumas delas apresentam determinados defeitos, não obedecendo o comando mecânico do aparelho reprodutor. Mas o rapaz que ajudou na gravação e que acompanha, acompanha a... o desenrolar do julgamento, par isso mesmo estará presente, no sentido de conhecedor do defeito que cada uma das fitas, se ocorrer esses defeitos durante o julgamento, poder corrigi-los rapidamente e fazer com que haja retrocessos ou se toque outra vez essa ou aquela música com maior facilidade.

Em modo geral essa mensagem que esse encarregado do Posto Cultural tinha a transmitir a vossas senhorias agradecendo, não só em seu nome como no nome da comissão julgadora, comissão organizadora e executiva do primeiro festival pela boa vontade que tiveram em estar aqui nesse momento pela paciência enfim pelo espírito de colaboração, por si só uma característica das mais positivas do caráter do espírito de cada um dos senhores, muito grato e vamos ao julgamento.

Untitled

Conversando com o MOBRAL para Sábado

Programa "Conversando com o MOBRAL para sábado" sobre samba, sobre Nelson Cavaquinho e Carlos Cachaça

Locutor:
Conversando com o Mobral para sábado.

Se você gosta de música, de poesia, de conhecer histórias curiosas, preste atenção neste programa que vai começar agora. Vamos passar quinze minutos conversando com o Mobral. Um programa produzido pelo Centro Cultural do Mobral.
Amigos, estamos começando mais um programa da série Conversando com o Mobral. Este programa é transmitido para a região amazônica pelas emissoras de ondas curtas da Rádio Brás, para o sul de Minas, pela Rádio Clube de Varginha, para o Maranhão, pela Rádio Mearim e também para o Rio Grande do Sul, por intermédio da Rádio Sobradinho. Hoje, vamos falar de música popular brasileira no Conversando com o Mobral. Estamos desde a semana passada reunindo dois nomes importantes da música e apresentando para vocês. Escolhemos para o programa de hoje dois monstros do samba, Nelson Cavaquinho e Carlos Cachaça.
A cantora Elizete Cardoso anuncia o sambista.

Elizete Cardoso:
Nelson do Cavaquinho vai cantar e nós vamos ouvir, com todo o nosso respeito, de Amâncio Cardoso e dele próprio, Nelson do Cavaquinho, “Luz Negra”:

(Música - Nelson Cavaquinho - Luz Negra)
Sempre só
Eu vivo procurando alguém
Que sofra como eu também
E não consigo achar ninguém

Sempre só,
E a vida vai seguindo assim,
Não tenho quem tem dó de mim
Estou chegando ao fim.

A luz negra de um destino cruel
Ilumina o dia dos sem cor
Onde estou desempenhando o papel
De palhaço do amor

Sempre só
E a vida vai seguindo assim
Não tenho quem tem dó de mim,
Estou chegando ao fim.
Estou chegando ao fim.
Estou chegando ao fim.

Locutora:
Muitos de vocês talvez se lembrem da jornalista Eneida, morta já há alguns anos. Eneida era paraense e uma estudiosa do samba e do carnaval em particular. Ela, como todo mundo que aprecia a boa música popular brasileira, era fã de Nelson Cavaquinho. Nesta gravação que vamos apresentar agora, Eneida entrevistou Nelson Cavaquinho.

Eneida:
Nelson Cavaquinho é considerado um dos monstros da música popular brasileira. Ô Nelson, o seu nome é Nelson Antônio da Silva, não é?

Nelson:
É.

Eneida:
Por que então que chamam você de Nelson Cavaquinho quando você toca violão?

Nelson:
Eu antigamente tocava cavaquinho até muito bem, sabe, Eneida? Acontece que eu acho o cavaquinho muito pequenininho para mim, estou cheio de cabelos brancos, né? Então prefiro mais o violão que é muito maior, né?

Eneida:
Olha que tem outra história.

Nelson:
Ha ha ha

Eneida:
Você não quer contar outra, né, Cavaquinho?

Nelson:
Não.

Eneida:
Tá. Você tem um samba que é sempre citado quando se fala em Nelson Cavaquinho. Chama-se “Notícia”. Canta ele pra nós, canta:

(Música - Nelson Cavaquinho - Notícia)
Já sei a notícia que vens me trazer
Os seus olhos só faltam dizer
O melhor eu me convenci.
Guardei até onde eu pude guardar
O cigarro deixado em meu quarto e a marca que fumas
Confessa a verdade, não deves negar.

Amigo como eu jamais encontrarás
Só desejo que vivas em paz,
Com aquela que manchou meu nome.

Vingança, meu amigo, eu não quero vingança
Os meus cabelos brancos me obrigam
A perdoar uma criança.

(Propaganda)
Anote o endereço do Mobral, Rio de Janeiro, capital. Escreva pra caixa postal cinco seis ponto zero trinta e seis. Conversando com o Mobral. Caixa Postal cinco seis ponto zero trinta e seis. Rio de Janeiro...

Eneida:
Nelson, por que é que você nunca fala em felicidade? Não há nenhuma composição sua que tenha essa mensagem, que afinal é de esperança. Por que isso? Você não me parece um sofredor, o seu tipo não é de sofredor, hein?

Nelson:
Eu não (inaudível) não uso quase essa, esta parte assim, de falar em felicidade, né? Mas Eneida eu, eu gosto de ver os outros, eu gosto quando um amigo chega e dirige-se a mim, diz: "sou tão eu sou tão feliz". Mas mesmo assim eu gosto muito de felicidade, né? Eu, por não falar em felicidade, não é por isso que eu não gosto de felicidade.

Eneida:
Então comece a falar nela, hein? Mas a sua música tem sempre mulher e flor. Ora, a mulher me parece que quer sempre ser feliz. E talvez, quem sabe, a flor também. Então, você pense nisso, porque você fala tanto em mulher e flor, que deve falar em felicidade também. Agora você vai cantar pra gente ouvir uma coisa que se chama “Não me olhes assim”:

(Música - Não me olhes assim)
Pelo amor de Deus, não me olhes assim
Vejo nos teus olhos humilhação
Já sei que não gostas mais de mim

Pelo amor de Deus, não me olhes assim.
Vejo nos teus olhos humilhação
Já sei que não gostas mais de mim

Aceito o teu adeus como se aceitasse a paz,
Não será surpresa se não me quiseres mais,
Neste mundo de Deus tudo pode acontecer,
Por que que eu não posso te esquecer?

Pelo amor de Deus, não me olhes assim...

Locutor:
E agora um samba que todo mundo conhece, “A Flor e o Espinho”, o carro-chefe de Nelson Cavaquinho.

(Música - Nelson Cavaquinho - A flor e o espinho)
Caminho, que eu quero passar com a minha dor.
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca flor

Eu só errei quando juntei minh'alma à sua
O sol não pode viver perto da lua.
É no espelho que eu vejo a minha mágoa
Na minha dor e os meus olhos rasos d'água
Eu na sua vida já fui uma flor
Hoje sou espinho em seu amor

Locutora:
O outro compositor que prometemos apresentar no programa de hoje é Carlos Cachaça. Todo mundo sabe que a Estação Primeira da Mangueira, no Rio de Janeiro, é um dos mais importantes redutos do samba carioca. Nelson Cavaquinho é de lá, Cartola também, e naturalmente o Carlos Cachaça. Só que no caso dele existe uma particularidade. Carlos Moreira de Castro, o Carlos Cachaça, nasceu na Mangueira. Em 1887, foi construída a Estação Ferroviária de Mangueira e o pai dele era ferroviário e morava exatamente numa das casas que a Central do Brasil alugava aos seus funcionários na subida do morro.
No dia três de agosto de 1902, nasceu o primeiro Verde e Rosa de Coração. O pai queria que ele fosse ferroviário. Ele tentou, mas tinha que ser sambista.

(música)
Se algum dia eu souber que você vai deixar
Meu coração, que é todo seu, em busca de outro amor.
Não serei mais feliz porque você não quis.
Depois serei como fui seu na minha dor.
Se a dor depois, por ingratidão...

Locutor:
A formação da Escola de Samba Estação Primeira da Mangueira deve muito a Carlos Cachaça. Ele foi um dos seus maiores incentivadores. Nos primeiros tempos, existiam sete blocos diferentes em Mangueira, e Carlos Cachaça foi o primeiro a lançar a ideia da união, da harmonia. Ele tem até um samba que fala nisso, Harmonia em Mangueira:

(música)
Que harmonia lá em Mangueira,
te dá prazer para se brincar,
o Laudelino no seu cavaco fazendo coisas de admirar.

Que harmonia lá em Mangueira
que dá prazer para se brincar,
o Laudelino no seu cavaco fazendo coisas de admirar.

E de repente forma um enredo que até causa sensação,
o Armandinho chega de flauta, Alípio sola no violão.

Que harmonia lá em Mangueira
que dá pra ver para se brincar, o Laudelino...

Locutora:
Em parceria com o poeta Hermínio Bello de Carvalho e Cartola, Carlos Cachaça fez um de seus sambas mais bonitos e talvez o mais divulgado. E é com ele que nós vamos encerrando o Conversando com o Mobral de hoje. Até semana que vem. E fiquem com esse lindíssimo “Alvorada”. Até lá.

(música)
Alvorada, Alvorada lá no morro, que beleza
Ninguém chora, não há tristeza
Ninguém sente dissabor
O sol colorindo, é tão lindo, é tão lindo
E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo

Alvorada.

Alvorada lá no morro, que beleza
Ninguém chora, não há tristeza
Ninguém sente dissabor
O sol colorindo, é tão lindo, é tão lindo
E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo

Alvorada.

Alvorada, lá no morro, que beleza
Ninguém chora, não há tristeza
Ninguém sente dissabor.

Locutor:
Bem, amigos, por hoje é só. Vamos encerrando mais um programa da série Conversando com o Mobral e aproveitamos o ensejo para desejar a todos um feliz fim de semana. Lembrando que segunda-feira estaremos de volta com mais um programa da série. Até lá, amigos, e grande abraço a todos.
Mobral!

Untitled

Informativos da Coordenação Estadual do MOBRAL de Rondônia, 1983

Questionário (em branco) sobre desenvolvimento das ações do MOBRAL em Rondônia: de avaliação do treinamento do Subsistema de Supervisão Global (SUSUG) de 1983; do levantamento da situação do município; e do levantamento de expectativas.
Informativo externo da coordenação estadual do MOBRAL - Rondônia.
Apostila de datas cívicas do mês de abril, maio e junho de 1983;
Informações sobre a Seringueira devido à Semana Amazônica de Preservação da Seringueira, que aconteceu entre 14 e 21 de abril;
Fotos do I Encontro do Subsistema de Supervisão Global (SUSUG) no período de 28 a 31 de março de 1983;
Mensagem da Semana Santa e cartão comemorativo da Páscoa, pela Coordenação Estadual do MOBRAL em Rondônia;
Instrução de trabalho para melhorar a habilidade de comunicação do grupo sobre "intervenção, interjeição, interrupção; letras de cantigas e músicas para recreação, incluindo o hino do mobral;
Sugestões de atividades / PAF para o alfabetizador para maior enriquecimento das aulas.
Informações sobre o II Encontro SUSUG;
Fotos de uma dinâmica de servidoras do MOBRAL/RO em homenagem às mães no Encontro do SUSUG.

Untitled

CBPE_m328p03 - Fotografias da Escola Normal Colegial Carolina Lupion de Carlópolis, 1958

Correspondência da Diretora, Wilma Salles, da Escola Normal Secundária Carolina Lupion de Carlópolis/PR ao Coordenador da Divisão de Documentação e Informação Pedagógica (DDIP), Péricles Madureira de Pinho, enviando algumas fotografias da fachada da Escola, instalações sanitárias, sala de aula, sala de ciências, biblioteca e gabinete do diretor, atendendo a solicitação da Circular 1092/58 da DDIP.

Untitled

CBPE_m286p01 - Correspondência e Relações Institucionais do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais, 1958

Correspondências expedidas pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais - CBPE em 1958, abrangendo ofícios e relações de remessa de correspondência. Os documentos tratam de diversos assuntos administrativos e de cooperação técnica e pedagógica, como a solicitação de fotografias de escolas para um projeto de documentação fotográfica , o envio de listas de técnicos que colaboram com o Centro , e a troca de informações sobre o uso de publicações musicais em escolas.

Também inclui correspondências sobre a validade de diplomas de professores, a concessão de bolsas de estudo, e a distribuição de obras e obras infantis para bibliotecas escolares. As relações de remessa de correspondência listam as diversas instituições de ensino (Institutos de Educação e Escolas Normais) e outras entidades, localizadas em diferentes estados do Brasil e no exterior, com as quais o Centro se comunicava.

Untitled

CALDEME_m009p02 - Aula Inaugural do professor Paulo Sawaya e livro "História Natural (Zoologia)"

Maço contém produções científicas do Professor Paulo Sawaya: Transcrição de aula inaugural, sem data registrada, na instalação dos cursos de férias patrocinados pela Secretaria da Educação e pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo; Livro "História Natural (Zoologia) - Possibilidades do seu estudo em São Paulo"; "Concurso para a Cadeira de História Natural no Magistério Secundário".

Untitled

CBPE_m076p21 - Projeto da Coordenação de Cursos do INEP - Escola Experimental nº 1, 1955

Projeto 21/55 da Coordenação de Cursos do INEP para aplicar programas na Escola Guatemala como Escola Experimental número um do Distrito Federal (atual município do Rio de Janeiro - RJ) através de cursos de aperfeiçoamento de professores, reorganização da escola e estudo destas ações. Projeto contém plano de trabalho para 1955.

Untitled

CEOSE-CROSE_m026p01 - Documentos do Professor Jacques Torfs, Perito da UNESCO, 1967

Documentos do professor Jacques Torfs, perito da UNESCO, contendo sugestões sobre um programa para assistência técnica da UNESCO ao Brasil, no período entre 1967 e 1971;
Recomendações sobre a organização administrativa dos sistemas de planejamento educacional dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul;
Colóquios estaduais sobre a organização dos sistemas de educação das CEOSES;
Documento do professor Jacques Torfs de 1966, com a definição geral dos planos;
Relatório dos projetos de trabalho do CEOSE para o primeiro semestre de 1969, encaminhado ao diretor do INEP Carlos Correira Mascaro, do coordenador do CEOSE Durmeval Trigueiro Mendes;
Correspondência do perito da UNESCO, Jacques Torfs, ao diretor do INEP, sobre a assistência técnica ao Estado da Bahia;
Dados sobre a atuação do Governo Federal no ensino dos Estados do Paraná, Sergipe, Paraíba, Rio Grande do Sul;
Documento provisório do perito da UNESCO, Jacques Torfs, sobre as normas propostas pela operação dos sistemas educacionais no Estado de São Paulo e exposição de motivos e projetos de regulamento;
Documento do perito da UNESCO, Jacques Torfs, sobre as receitas e despesas com o Ensino no Brasil.

Untitled

CILEME_m006p02 - Correspondência sobre o Projeto Sistema Educacional Paulista, 1956

Correspondência sobre o projeto 4/1 - (CILEME) - Sistema Educacional Paulista; Relato da técnica Adélia Dranger, sobre seu trabalho de levantamento da situação do ensino primário fundamental em São Paulo; Prestação de contas de Francisco Montojos, por ocasião do encerramento das atividades da CILEME, continuadas pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais (CBPE); indicação de Dr. Paulo de Almeida Campos, para participar da Conferência Regional Latino-Americana de Educação, em Lima no Peru, como representante do INEP.

Untitled

Results 391 to 420 of 789