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Entrevista com Monitor sobre o Programa de Educação Integrada (PEI)

Entrevistado - Matias:
[...] O grupo mesmo. Porque quando a gente levantou assim, os problemas, e cada um colocou. Quando a gente levantou assim o diagnóstico, falando que o tema era fazer melhoramento, saúde, evitar as contaminações e tal. Então, o grupo falou, quase todo mundo falava que os maiores problemas da comunidade, era verme. Porque um dizia assim: "Fui fazer um exame na família, acusou verme". Outro falava também: "Fui fazer um exame, fui eu mesmo e o médico atestou que era verme". Então, foi o grupo mesmo quem levantou.

Entrevistador:
A saúde depois do PEI (inaudível) Em questão de higiene...

Entrevistado - Matias:
Tenho, tenho observado. Inclusive nessas casa que a gente visita as fossas, a gente nota aquela sujeira, aqueles bagulho, aquelas coisas já tudo varridinho, tudo afastado. As casa também, a gente nota que estão tendo mais cuidado. Inclusive, algumas mães me falaram, lá na comunidade, que as criança não era bem habituada em viver calçado. E então, eles disseram que quando diz assim: "Lá vem o Matias", o menino corre logo dizendo: "Mamãe, me dê meus calçado". E quando não encontra os calçado, eles vão se deitar. Enquanto eu tô por lá, ele não se levanta mais. (Risos). Porque as água deles lá não tem, lá não tem chafariz, os poço é colocado naqueles baixão. Quando chegou o inverno, alaga aqueles baixão dentro do mato. Quando chega o verão, não tem água, o pessoal vai todo pros poço. Inclusive, uma coisa que a gente viu lá também, que eles tomavam banho, batiam roupa... Certo. Orientação assim particular, não fala na reunião porque desestimula.

Entrevistador:
O senhor encontrou dificuldade de utilizar esse material?

Entrevistado - Matias:
O ponto positivo é que a gente, a gente mesmo, eu como monitor, descobri, assim mais algumas experiência na vida e descobri também meios com que a gente pode ficar mais seguro na luta, nos trabalhos. E como ponto positivo, a comunidade tá aceitando bem o programa, tô bem feliz com o grupo.
E se ainda não fizemos mais coisa porque é um pouco longe, mas a gente acha que o trabalho é de grande utilidade, vai preparar mesmo. Não pode mais, não pode mais terminar. A gente vê que isso tem que acompanhar mesmo a humanidade, a localidade. E despertou também na comunidade um clima de desenvolverem as coisas, de terem mais condição na vida, terem mais saúde. A gente nota que desperta, assim, uma curiosidade no pessoal de ter mais influência com as reuniões, terem mais frequência no desenvolvimento social e outros objetivos. Agora, nas parte negativa, a gente acha que... A gente acha que, embora sabemos que não tamo fazendo tantas, tantos...É, sim, tantas coisas, é um trabalho lento, mas a gente vê que também o numerário que a gente percebe a gratificação não é suficiente, assim pra gente dar uma assistência mais direta. Porque, a razão porque a gente tem que trabalhar pra viver, os trabalho é de roça, os trabalho, os meio da gente também é baixo, então a gente, às vezes, pensa em fazer mais coisa e a gente se sente com mais condição de produzir mais, explorar mais o PEI, mas, ao mesmo tempo, vê, como se diz, a remuneração não é suficiente pra gente desenvolver, assim, um trabalho mais ativo.
Também a gente nota que o pessoal. É um ponto negativo que a gente nota, embora que um grupo bom como o meu ainda se vê que eles querem que todo tipo de trabalho do PEI, a gente teve ali, todo dia, incentivando, quando a gente sai, diz: "Não, só paramos porque a gente não sabia como é que ia fazer." Então, a gente acha que o pessoal não sente ainda assim como um, um dever, como obrigação. Todo tipo de trabalho, eles querem que o monitor esteja ali do lado.

(inaudível)

Entrevistado - Matias:
Avaliação assim dos trabalho, é, a gente procura também fazer uma, uma análise do que que já fez, o que que pode fazer a mais até o dia da reunião pra levar, assim, mais alguma coisa. Então, eu acho que é de grande utilidade, porque, é, elas...Motivo? Ah... Motiva a... Os interesses dos monitores, porque cada um quer levar assim mais alguma coisa.

Entrevistador:
E com relação aquele nosso contato ali?

Entrevistado - Matias:
Trouxe.

Entrevistador:
Muito, pouco...

Entrevistado - Matias:
Médio. Primeiro, como já falei, que a gente colheu mais experiência, aproximou-se mais da, da, de entender alguma coisa. E segundo, também a, esse contato com essas autoridade, com esses, com essas personagens, que a gente não esperava isso, ou pelo menos não esperava isso na vida. É, terceiro, também os, os material de apoio, que serviu de, de base, de experiência pra muitos meios aqui na, na zona rural. E quarto, porque dentro desses tipos de trabalho, como eu já falei, sou um líder sindical, sou líder religioso, sou líder da, da EMATER aqui na zona rural, mas nunca tinha percebido nenhum tipo de remuneração. Embora que essa, a gente diz que não é suficiente, mas tô satisfeito porque foi a primeira vez que eu rece... vim receber alguma coisa. Muito enganado de muitas promessa, de muitas coisa bonita que muita gente por aí afora diz que vem dar ao trabalhador rural. E não é muito fácil da gente mudar a mentalidade do pessoal com tanta promessa que já fizeram. Então a gente vê que o PEI é realidade, a gente vê que o PEI tá deixando mesmo as suas, os seus pontos positivos, tá concluindo benefício, mas pra isso eu acho que é melhor as comissão dar uma assistência mesmo junto aos monitores.

Entrevistador:
Seu Matias, o senhor não é... falou que naquelas reuniões do sindicato vocês discutiam alguns assuntos, que assuntos vocês discutiam? Naquelas reuniões que você era líder do sindicato, lá em... Que, que assuntos vocês discutiam?

Entrevistado - Matias:
É, nas reunião, a gente.. Sempre os assunto mais discutido é como se pode menta... Mudar a mentalidade do trabalhador rural, é, como fazer com que ele entenda o, o que é o movimento sindicalismo, é, fazer tudo para ver se consegue algum melhoramento, mais assistência ao trabalhador rural, e também fazer algumas coisas, é, a bem da, dos poderes público, para que a gente seja assim, mais, é, os trabalhos seja mais aceito, a gente tenha mais um pouco de representação, e também vê que o trabalhador rural precisa ser conscientizado dos seus direitos e de seus deveres, porque é um problema muito sério, que o primeiro sindicato criou um foco de enganos, de medo, de tanta coisa, enfim, que é os assuntos que a gente mais procura nas reunião é deixar o trabalhador rural mais conscientizado, mais, é, esclarecido para não haver tanta, tanta balbúrdia como sempre há.

Entrevistador:
Mas aquela... A execução daqueles trabalhos comunitários que vocês já realizavam, eles estavam onde? Eles... Como é que vocês discutiam? Vocês discutiam no sindicato, onde? Das estradas... Vocês discutiam antes de fazer aquela estrada, não discutiam?

Entrevistado - Matias:
Discutia.

Entrevistador:
Outras... Vocês discutiam aonde isso?

Entrevistado - Matias:
É, a gente sempre discutia na reunião. É, quando se... A gente se reunia todo domingos, às duas horas da tarde, nós tínhamos uma reunião e lá a gente discute, fala os maiores problemas que afeta a comunidade, o que aquelas coisas que mais trapalha o, o desenvolvimento, o bem-estar. Então ali a gente...debate e escolhe aquele tipo de trabalho que tá mais, é, aproximado do povo.

Entrevistador:
Há quanto tempo vocês já discutem isso?

Entrevistado - Matias:
É, há mais de dez anos.

Entrevistador:
Há mais de dez anos vocês já discutem sobre os teus problemas?

Entrevistado - Matias:
Sim.

Entrevistador:
Agora me diz o seguinte: ... É, como é que se deu essa passagem, assim, quando cês discutiam problemas mais amplos, problemas de saúde, essa passagem se deu fácil? Como é que foi?

Entrevistado - Matias:
O senhor diz...

Entrevistador:
Como é? Porque antes vocês discutiam qualquer problema, agora vocês tão discutindo mais saúde, não é verdade?

Entrevistado - Matias:
Certo.

Entrevistador:
Como é que foi? As mesmas pessoas que discutiam os mesmos problemas?

Entrevistado - Matias:
É, inclusive uma, uma... A maior parte da, dessas pessoas que se entrosam hoje nesse meio de saúde é ainda daquelas mesmas pessoas que começaram os trabalhos comunitário e os trabalhos de sindicato.

Entrevistador:
Quer dizer, aquelas pessoas que já tavam mobilizadas pra trabalhos comunitários?

Entrevistado - Matias:
Certo, porque eles já... Pessoas que já tinham algum preparo, pessoas que a gente via que eram os bons voluntários. Então, essas pessoas é quem mais contribui hoje nesses trabalhos que a gente tá desenvolvendo.

Entrevistador:
Na maioria delas.

Entrevistado - Matias:
É, na maioria delas são esses que já haviam, é, com essas luta desses, desse serviço de comunidade ou movimento sindical, é os que estão aparecendo hoje.

Entrevistador:
Eles sabem que o senhor tá recebendo dinheiro pra fazer isso?

Entrevistado - Matias:
É, eles sempre são muito interessado, é, examinar se a gente ganha dinheiro, muito ou pouco, pra desenvolver esse trabalho. Eu sempre venho dizendo a eles que a gente recebe uma gratificaçãozinha.

Entrevistador:
Isso causa, assim, alguma separação, alguma coisa, não?

Entrevistado - Matias:
É, a gente parece que num... Até agora não quis assim revelar isso claramente pra eles, pra qualquer pessoa ou pra eles todos, porque eles ainda hoje, quando se fala nesse serviço, é, no desenvolvimento do sindicato ou das comunidade, ainda hoje tem muita gente que suspeita que a gente ganha muito dinheiro pra enfrentar esses trabalho.

Entrevistador:
Matias, a, a última pergunta, então. É, quer dizer que vocês ac... É, utiliza as mesmas pessoas pra discutir esses assuntos?

Entrevistado - Matias:
Certo.

Entrevistador:
E agora, e aquelas outras obras de estrada, esses negócios, vocês têm continuado a discutir?

Entrevistado - Matias:
É, você diz agora, junto ao PEI?

Entrevistador:
É.

Entrevistado - Matias:
Continua. A gente ainda continua, é, fazendo assim o levantamento daquelas... O que que se pode fazer de melhoramento, o que que a gente pode fazer a mais. É, inclusive na minha comunidade, que estou atuando, lá no Mucamo do Pedro, eu já convidei um grupo para nós fazer um melhoramento na Estrada Carroçal, pelo menos raspar areia, mudar alguns trechos e os... O projeto foi criado. Ainda não fizemos o trabalho, mas tem o plano.

Entrevistador:
O trabalho não foi feito por quê?

Entrevistado - Matias:
É, não foi feito, razão porque eles falavam assim: "Estamos em época de colheita, de farinhada, ocupa muita gente, muita gente, mas a gente tem que se rebolar pra isso."

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PREMEN_m004p01 - Correspondências sobre Projetos do Programa Nacional do Acordo MEC/USAID, 1976 - 1977

Correspondência enviada pelo Coordenador do PREMEN, Pery Porto, ao Diretor do INEP sobre distribuição do Manual de Instruções do Plano Operativo Anual de 1977 e informações sobre a programação orçamentária para 1977 destinada ao projeto Expansão e Melhoria da Rede de Ensino de 1º Grau;
Correspondência enviada pelo Coordenador do PREMEN, Pery Porto, à Diretora do INEP sobre controle financeiro dos Projetos do Programa Nacional do Acordo MEC/USAID solicitando remessa mensal ao PREMEN, do quadro demonstrativo orçamentário-financeiro da execução de projetos do convênio INEP/PREMEN;
Modelo do formulário para preenchimento do demonstrativo orçamentário-financeiro da execução.

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Documentos com Informações sobre a Cooperação Brasil - Costa do Marfim, 1980 - 1981

Documentos relacionados à unidade administrativa Secretaria de Educação Superior (SES).
Documentos em francês:
Alfabetização funcional e outros programas do MOBRAL e suas publicações;
Supervisão e educação comunitária;
Educação de adultos: uma experiência brasileira;
O programa de alfabetização do Ministério da Juventude, Educação Popular e Desportos da Costa do Marfim;
Caracterização dos programas, meios e materiais utilizados na proposta educacional para adolescentes e adultos;
Educação ao longo da vida e a prática educativa do MOBRAL;
Projetos de diversificação do programa de alfabetização funcional;
Seminário Operacional MOBRAL - Educação de Adultos;
Jornadas de informação e reflexão sobre educação de adultos;
Informações sobre o Seminário Operacional sobre Educação de Adultos;

Proposta de Cooperação técnica no campo da educação popular apresentada pelo Ministério da Juventude, Educação Popular e Esportes e o Movimento Brasileiro de Alfabetização.
A Comissão Mista de Cooperação Brasil-Costa do Marfim, decidiu, a pedido desse último país iniciar dentro do MOBRAL (Movimento Brasileiro de Alfabetização), a cooperação técnica no campo da educação popular, pela formação de técnicos de alfabetização marfinianos.
Informações gerais sobre a República da Costa do Marfim.
Relatório de viagem á Costa do Marfim. Resultado da cooperação técnica MOBRAL-MJEPS.
Relatório de viagem à Costa do Marfim;
Síntese das informações colhidas nas fichas de avaliação do Seminário Operacional de Educação de Adultos.

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O MOBRAL no I Seminário Internacional sobre Alfabetização, 1984

Documentos relacionados à unidade administrativa Secretaria de Educação Superior (SES).
O MOBRAL no I Seminário Internacional sobre Alfabetização;
A atuação do MOBRAL na área de educação de adultos. Subsídios para o Curso Regional sobre PIanificacion de la
AIfabetizacion y Educacion de Adultos — CREFAL-UNESCO/OREALC;

Anteprojeto da Etapa de Consolidação - diretrizes básicas, em espanhol.
Diretrizes básicas para a etapa de consolidação do plano nacional de alfabetização, em espanhol.

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Congresso da Organização Interamericana para a Educação Superior, 1983 - 1984

Material do Congresso da Organização Interamericana para a Educação Superior, realizada em Salvador em abril de 1983. O maço possui formulário de adesão, informações logísticas, discurso de abertura, discurso do presidente, trabalhos apresentados e outros documentos referentes ao congresso.

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Conversando com o MOBRAL para Sexta-feira e para Sábado

Conversando com o MOBRAL: programas de sexta-feira e de sábado.
O programa de sexta-feira fala sobre sambas-enredos da Escola de Samba Unidos de Vila Isabel, Escola de Samba Portela e da Beija-Flor de Nilópolis.
O programa de sábado fala sobre esportes e traz a narração de um jogo Palmeiras x Flamengo que aconteceu dia 08 de dezembro de 1979.

Conversando com o MOBRAL para sexta-feira.

Locutor:
Se você gosta de música, de poesia, de conhecer histórias curiosas, preste atenção neste programa que vai começar agora. Vamos passar 15 minutos conversando com o MOBRAL. Um programa produzido pelo Centro Cultural do Mobral.

Alô, amigos! Com muita alegria que estamos com mais um programa da série Conversando com o Mobral. Este programa é apresentado na região amazônica pelas emissoras de ondas curtas da Radiobrás. no sul de Minas pela Rádio Clube de Varginha e no Maranhão pelas rádios Meiarim e Imperatriz.
Como sempre lembramos o nosso endereço a nossa caixa postal 56036 inteiramente as ordens dos bons amigos. Escrevam fazendo perguntas ou pedidos musicais pois nós aqui estamos sempre prontinhos atendê-los e é muito fácil escrever para o nosso programa, enderecem assim: “programa conversando com MOBRAL, caixa postal 56036 Rio de Janeiro”. E vamos então ao nosso programa hoje.

Amigos, na sexta-feira passada nós começamos a mostrar para vocês as músicas, os sambas-enredo das escolas de samba do grupo principal do carnaval carioca. Mostramos o samba-enredo da Imperatriz Leopoldinense, depois dos acadêmicos do Salgueiro e finalizando o programa na sexta-feira passada a música da União da Ilha do Governador. E hoje temos aqui mais três sambas-enredo. Vamos começar com o samba-enredo da Escola de Samba Unidos de Vila Isabel. Título da música: “Dos Jardins de Éden, a Era de Aquarius”. Os autores Jonas, Lino Roberto e Tião Grande. E quem puxa o samba é o Marcos Boran.

E aí, garotinho? Vamos nessa, falou?

Uma nova era!
Uma nova era
O Sol iluminará
Num facho de quimera
A luz nos alcançará
Oh! Que maravilha é o jardim
Ao qual iremos retornar, retornar
Nas previsões para a Era de Aquárius, a paz
A paz sobre nós reinará

Diz outra vez nas previsões para a era de Aquarius, a paz
A paz sobre nós reinará

E o homem,
O homem com a sua expansão
Saiu do Éden a explorar nosso planeta
Desenvolvendo a arte e a ciência
Impulsionando o poder da razão
Para desvendar todos os segredos
Que envolviam a mãe natureza
No oriente a força mágica dos astros
Era obra da divindade
E o homem confiante consultava
O caminho da prosperidade

A chama brilha
A chama brilha, brilha a chama do progresso
Num futuro que virá
Está bem perto o paraíso
Com a conquista do universo

E a Vila Isabel
E a vila Isabel se faz presente
Num vendaval de alegria
Cantando em verso e prosa o dia a dia
Gira, gira, meu mundo
Deixa a vida, gira
No final dessa gira
Só o amor encontra

Gira, gira, meu mundo
Deixa a vida, gira
No final dessa gira
Só o amor encontra

Uma nova era
Uma nova era
(“Vambora” Vila Isabel, beleza beleza)
Num facho de quimera
A luz nos alcançará
Que maravilha!
Oh! Que maravilha é o jardim
Ao qual iremos retornar

Retornar nas previsões para a Era de Aquárius, a paz
A paz sobre nós reinará
E diz outra vez
As previsões para a Era de Aquárius, a paz
A paz sobre nós reinará
E o homem,
O homem com a sua expulsão
Saiu do Éden a explorar nosso planeta
Desenvolvendo a arte e a ciência
Impulsionando o poder da razão
Para desvendar todos os segredos
Que envolviam a mãe natureza
No Oriente a força mágica dos astros
Era obra da divindade
E o homem confiante consultava
O caminho da prosperidade
A chama brilha, brilha a chama do progresso
Num futuro que virá
Está bem perto o paraíso
Com a conquista do universo
E a Vila Isabel se faz presente
Num vendaval de alegria
Cantando em verso e prosa o dia a dia

Gira, gira, meu mundo
Deixa a vida, girar
No final dessa gira
Só o amor encontrar

Locutor:
E assim vocês ouviram o samba-enredo da Escola de Samba Unidos de Vila Isabel, título “Dos Jardins de Éden a Era de Aquárius”. Dos autores: Jonas, Lino Roberto e Tião Grande. Um samba que está muito comentado para o carnaval deste ano é o do Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela. O título também é bem longo, é "Das maravilhas do mar, fez-se o esplendor de uma noite". Os autores Davi Correia e Jorge Macedo. E quem puxa o samba é o David Correia:

Alô, direções de bateria!
Alô, direções de harmonia!
Tá na hora!
Olha a Portela na área!

Deixa me encantar, com tudo teu, e revelar, lalalá
O que vai acontecer nesta noite de esplendor
O mar subiu na linha do horizonte, desaguando como fonte
Ao vento a ilusão desceu
O mar, ô o mar, por onde andei mareou, mareou
Rolou na dança das ondas, no verso do cantador
Dança que tá na roda, roda de brincar
Prosa na boca do tempo e vem marear

Dança que tá na roda, roda de brincar
Prosa na boca do tempo e vem marear (Eis o
cortejo...)
Eis o cortejo irreal, com as maravilhas do mar
Fazendo o meu carnaval, é a vida a brincar
A luz raiou pra clarear a poesia
Num sentimento que desperta na folia (Amor, amor ...)
Amor, sorria, ô ô ô, um novo dia despertou
E lá vou eu, pela imensidão do mar
Nessa onda que corta a avenida de espuma, me arrasta a sambar (e lá vou eu...)
E lá vou eu, pela imensidão do mar
Nessa onda que corta a avenida de espuma, me arrasta a sambar

E bora a bateria!

Deixa me encantar, com tudo teu, e revelar, lalalá
O que vai acontecer nesta noite de esplendor
O mar subiu na linha do horizonte, desaguando como fonte
Ao vento a ilusão desceu
O mar, ô o mar, por onde andei mareou, mareou
Rolou na dança das ondas, no verso do cantador
Dança que tá na roda, roda de brincar
Prosa na boca do tempo e vem marear

Dança que tá na roda, roda de brincar
Prosa na boca do tempo e vem marear

Locutor:
Pois é pessoal, o pessoal da Escola de Samba Portela, muito animado com este samba-enredo “Das Maravilhas do Mar, fez-se o esplendor de uma noite”. Aliás, é um samba que está sendo muito cantado e parece mesmo que vai ser assim, um sucesso quando a Portela começar a desfilar na passarela da Rua Marquês de Sapucaí. Uma outra escola muito simpática, muito querida, é a Beija-flor de Nilópolis. A Beija-flor sempre pontificando no carnaval, com belas apresentações e despertando assim grande entusiasmo do público que comparece lá no desfile da Marquês de Sambucaí. O samba-enredo da Beija-flor é “Carnaval do Brasil, a oitava das sete maravilhas do mundo”. Os autores Neguinho da Beija-flor, Dicró e Picolé. E quem puxa o samba é o Neguinho da Beija-flor:

Olha o Beija-flor ai gente!
Chora cavaco

Leleô, Leleô, Skindô
Criou belezas mil
E a oitava maravilha vem brilhar
Vem brilhar
Neste carnaval do meu Brasil

Leleô, Leleô, Skindô (ô Nilópolis)
Criou belezas mil
E a oitava maravilha vem brilhar
Vem brilhar
Neste carnaval do meu Brasil

Rompendo auroras
Gloriosa ela surge deslumbrante!
É a Terra
Senhora de um mistério tão profundo
Que os homens enfeitaram
Com as 7 maravilhas deste mundo!
Os jardins suspensos da Babilônia
Que um rei construi com amor
E orgulhoso a rainha ofertou

E a muralha de longe fascina
Quem tem olho grande não entra na China

E a muralha de longe fascina
Quem tem olho grande não entra na China

A estátua
A estátua de Zeus
O Deus de todo o povo grego
E o templo de Diana
Relicário de beleza!
O Colosso de Rodes
E as pirâmides do Egito
O farol de Alexandria
Iluminava até o infinito
Mas agora é hora
De um monumento vivo e multicor
Corpos nus em rituais
De gingados sensuais
Tamborins e agogôs
Saias rodadas de negra baianas
Giram faiscando de esplendor
Leleô

Leleô, Leleô, Skindô
Criou belezas mil
E a oitava maravilha vem brilhar
Vem brilhar
Neste carnaval do meu Brasil

Leleô, Leleô, Skindô
Criou belezas mil
E a oitava maravilha vem brilhar
Vem brilhar
Neste carnaval do meu Brasil

Rompendo auroras
Gloriosa ela surge deslumbrante!
É a Terra
Senhora de um mistério tão profundo
Que os homens enfeitaram
Com as 7 maravilhas deste mundo!
Os jardins suspensos da Babilônia
Que um rei construi com amor
E orgulhoso a rainha ofertou

E a muralha de longe fascina
Quem tem olho grande não entra na China

E a muralha de longe fascina
Quem tem olho grande não entra na China

Locutor:
E assim vocês ouviram o samba-enredo da Beija-Flor, “Carnaval do Brasil, a oitava das sete maravilhas do mundo”, que tem como autores Neguinho da Beija-flor, de Croix e Picolé. E quem puxou o Samba foi o Neguinho da Beija-flor.
Amigos, na próxima sexta-feira nós estaremos de volta com o programa Conversando com o MOBRAL, focalizando os Sambas de Enredo das Escolas de Samba do Grupo 1A do Carnaval Carioca de 1981.
Vocês ouvirão então na próxima sexta-feira os sambas enredo da Mangueira, Mocidade Independente de Padre Miguel, Império Serrano e Unidos da Tijuca.
E neste ponto, amigos, vamos encerrando mais um programa da série "Conversando com o MOBRAL". Agradecemos a atenção de todos e lembramos que amanhã, sábado, voltaremos para falar de esportes.
Um grande abraço a todos e até lá.


Conversando com MOBRAL para sábado.

Locutor
Se você gosta de música, de poesia, de conhecer histórias curiosas, preste atenção neste programa que vai começar agora. Vamos passar 15 minutos conversando com o MOBRAL. Um programa produzido pelo Centro Cultural do Mobral.
Alô, amigos! Com muita alegria que estamos de volta com mais um programa da série "Conversando com o Mobral". Este programa é apresentado na região Amazônica pelas emissoras de ondas curtas da Rádiobrás, no sul de Minas, pela Rádio Clube de Varginha. e também no Maranhão, pelas rádios Mearim e Imperatriz.
A nossa caixa postal 56036 inteiramente as ordens dos bons amigos. Escrevam fazendo perguntas ou pedidos musicais, pois nós aqui estamos sempre prontinhos a atendê-los.
Hoje, sábado, finalzinho de semana, espaço reservado para o esporte.

Locutor:
E vamos começar o nosso programa atendendo a ouvinte Marinalva Eurico Aguiar, é de Pimenta Bueno no Território Federal de Rondônia. Ela escreveu para o nosso programa pedindo o hino do Corinthians Paulista e diz que vai ficar muito feliz se ouvir este hino se for atendida e oferece a todos os torcedores do Timão.
Vamos então ao hino do Corinthians.

(Hino do Corinthians)
Salve o Corinthians
O campeão dos campeões
Eternamente
Dentro dos nossos corações
Salve o Corinthians
De tradições e glórias mil
Tu és orgulho dos esportistas do Brasil.

Teu passado é uma bandeira, teu presente é uma lição.
Figuras entre os primeiros do nosso esporte bretão.
Corinthians grandes. Sempre artilheiros,
Reis do Brasil, O clube mais brasileiro.

Salve o Corinthians
O campeão dos campeões
Eternamente
Dentro dos nossos corações.

Salve o Corinthians
De tradições e glórias mil
Tu és o orgulho dos esportistas do Brasil

Locutor:
Este é o programa "Conversando com o MOBRAL". Assim atendemos a ouvinte Lar de Pimenta Bueno, Território Federal de Rondônia, Marinalva Eurico Aguiar. que queria escutar o hino do Corinthians Paulista. Bem, vamos seguindo com o nosso programa. Agora temos aqui várias solicitações e, por coincidência, para o mesmo assunto. Aliás, eu peço ao nosso querido sono-técnico José Marques que vá já preparando o hino do Palmeiras, porque o assunto agora é Palmeiras, hein? Mas vamos atender a Elzo Bergamini, é de Ji-Paraná, Território Federal de Rondônia, do Bar Copacabana. Um outro pedido também para o mesmo assunto que eu já vou revelar é de Dori Romualdo da Silva, Rua 7 de Setembro, 2725 Espigão do Oeste. Espigão do Oeste é território de Roraima, né? E por fim, mais um pedido é do Edvaldo Mendes de Souza, Rio Claro, Mato Grosso.
Todos esses ouvintes que escreveram para o programa, conversando com o MOBRAL, querem escutar aquela famosa goleada do dia 8 de dezembro de 1979, quando o Palmeiras tirou todas as chances do Flamengo de ser campeão naquela temporada, campeão da Taça de Ouro, aliás, não era Taça de Ouro na época, era Campeonato Brasileiro.
Portanto, vamos ouvir a goleada que o Palmeiras aplicou no Flamengo em pleno estádio do Maracanã no dia 8 de dezembro de 79, tirando todas as chances do Flamengo de chegar à final do certame daquele ano. O Palmeiras venceu por 4 a 1. E vamos então ao primeiro gol que foi marcado pelo Jorge Mendonça aos 11 minutos.

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
... Manguito penetrou na grande área, procurou, tirou e estourou, Jorge Mendonça entrou. Gol! No Palmeiras. Jorge Mendonça numa jogada extraordinária de César pela esquerda, penetrou na grande área, bobeira da Zaga do Flamengo, cruzou Jorge Mendonça escorou, no fundo do barbante aos 11 minutos da primeira etapa podes crer agora. Palmeiras 1 Jorge Mendonça com a camisa 8 Mengão 0 Valeu neném.

Locutor:
Bem, este foi então o primeiro gol do Palmeiras. Agora os nossos amigos vão ter que ouvir naturalmente porque está na sequência da fita. O gol de empate foi assinalado logo depois por intermédio do Zico. O Zico fazia então o gol de empate e dava assim muitas esperanças ao Flamengo. Mas acontece que naquela tarde o Dequinho estava jogando muito mal. Inclusive depois desse jogo ele foi barrado do Flamengo porque entregou assim, como se diz, a rapadura a equipe do Palmeiras. Vamos então ao gol do empate marcado pelo Zico.

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
Dequinho que vem bem avançada, entregando para Júnior dominando pela Mesquita, tenta lutar contra o primeiro que o jogador Jorginho bateu pelo modo, subiu Cláudio Adão, cabeceou, deixou para o cinco, dominou no peito, penetrou, procurou o chute, não deu, é aterrado, é pênalti. Pênalti contra o Palmeiras! Pires aterrou Zico, que dominava dentro da grande área. Na hora de fulminar, Zico foi atacado. Deni, Deni, Deni!

Segundo Narrador do jogo de futebol:
De jeito nenhum, Zé Carlos! Zico errou a bola! Ele não foi tocado por nenhum jogador do Palmeiras! Ele caiu porque errou o chute! E o árbitro deu muito mal esse pênalti contra o Palmeiras!

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
Aí está o detalhe do Deni. Pênalti de Pires no Zico que não ouve. Carlos Rosa Martins marcou. A isenção da reportagem nacional. Aí com Deni Menezes juntinho do lance, onde houve o pênalti. Onde não houve o pênalti. Expectativa no Maracanã. Árbitro manda recuar o Beto Fuscão. Zico tá na meia lua autorizado, caminhou, atirou, entrou.
Gol do Flamengo! Zico! Zico! A camisa 10 marca o empate!

Locutor:
O primeiro tempo do jogo terminou com o empate de 1 a 1. No segundo tempo, o Flamengo resistiu até os 25 minutos, quando Dequinha começou assim a jogar mal e ia fazer jogadas bisonhas, oferecendo muitas chances ao ataque do Palmeiras. E aos 25 minutos do segundo tempo, Carlos Alberto marcava o segundo gol para o Palmeiras.

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
Ajuda muito avançado. César apostou corrida com Dequinha bateu Carlos Roberto bola no comando batido tá lá marcando veio o Dequinho com carrinho sofreu falta o árbitro parou e marcou a falta contra o time do Flamengo e eu abro o microfone do Washington.

Narrador do jogo - Washington:
É o César deu uma canseira no Dequinho que não chega a ser novidade depois dequinho deu um pontapé nele uma falta que o Flamengo sofre ao lado de sua área. Cantarelli pede que todos os jogadores fiquem atentos aqui na defesa que a bola será levantada para a cabeçada de Jorge Menor.

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
Barulhinho da direita atirou rasteirinho escorou Carlos Alberto entrou! Gol do Palmeiras. Carlos Alberto escorando na cobrança de falta a bola foi fulminada no fundo do barbante, rasteirinha que veio, Carlos Alberto aumenta desempatando dois para o Palmeiras um para o Flamengo.

Locutor:
Aos 31 minutos do segundo tempo, o jogador Pedrinho marcava o terceiro gol para o Palmeiras, desesperando assim a torcida do Flamengo. Palmeiras 3, Flamengo um gol de Pedrinho aos 31 minutos.

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
Livre, entreaberta e Baroninha alcança a lado esquerda da grande área, penetrou na grande área, procurou o chute, atrasou, Pedrinho embalasse, entrou! Gol! Do Palmeiras. Pedrinho um balaço numa jogada de rara inteligência de Baroninho lado esquerdo na grande área e o rasteirinho para trás. Pedrinho tem um balaço rasteiro no fundo do barbante. É o terceiro gol. O terceiro gol do verdão aos 31 Pedrinho com a camisa 4...

Locutor
Bem amigos, e finalmente aos 45 minutos, já quando o juiz estava assim no período de descontos, ia começar o período de descontos, o Zé Mário, que tinha entrado no lugar do Carlos Alberto, marcou o gol, que foi assim uma ducha fria na imensa torcida do Flamengo, e uma goleada sobre a famosa equipe rubro-negra. Vamos então ao gol de Zé Mário, assinalando o Palmeiras 4 Flamengo 1.

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
Ainda Pedrinho, alcançando meia esquerda pede bola pelo comando Zé Mário tocou para Jorge Mendonza dominou pelo comando ainda Jorge Mendonza devolveu de novo na esquerda agora corre Baroninho evitou lateral Baroninho recolhe pelo time do Palmeiras vai tocando bola 44 1 para terminar Pedrinho brigou com a bola devolveu na esquerda para Baroninho alcançou nas costas do primeiro adversário atingiu lado esquerdo na grande área disparou penetrou na grande área cruzou cabeçada de Carlos Alberto entrou Zé Mário! Zé Mário! de cabeça o quarto gol do Palmeiras Zé Mário aos 45 lá nas costas de Toninho cruzamento de Baroninho Zé Mário na cabeçada marca o quarto gol do verdão podes crer Palmeiras 4 Flamengo 1.

Locutor:
E assim com a narração de José Carlos Araújo, o mais completo locutor esportivo do país da equipe da rádio nacional, tivemos a narração dos gols de Palmeiras 4 e Flamengo 1. Atendendo aos ouvintes o Elzo Bergamini, de Ji-Paraná, Rondônia. Também ao nosso amigo Dori Romualdo da Silva, que é de Espigão do Oeste, e eu aproveito para retificar que Espigão do Oeste também é no Território Federal de Rondônia, eu havia falado Roraima no início do programa. E por último ao Edevaldo Mendes de Souza, que é nosso ouvinte de Rio Claro, Mato Grosso, e que ele também pede para lembrar qual a formação do Palmeiras neste jogo. Pois não, foi Gilmar, Rosemiro, Baldock, Beto Fuscão e Pedrinho. O meio de campo com Pires, Mococa e Jorge Mendonça, exato. E o ataque com Jorginho, César e Baroninho. Depois o Carlos Alberto saiu e entrou o Zé Mário. E vamos então agora numa homenagem a estes bons amigos que escreveram para o "Conversando com o Mobral" ao hino do Palmeiras.

Hino do Palmeiras:
Quando surge o alviverde imponente
No gramado em que a luta o aguarda
Sabe bem o que vem pela frente
Que a dureza do prélio não tarda!

E o Palmeiras no ardor da partida
Transformando a lealdade em padrão
Sabe sempre levar de vencida
E mostrar que, de fato, é campeão!

Defesa que ninguém passa
Linha atacante de raça
Torcida que canta e vibra

Defesa que ninguém passa
Linha atacante de raça
Torcida que canta e vibra

Por nosso alviverde inteiro
Que sabe ser brasileiro
Ostentando a sua fibra!

Quando surge o alviverde imponente
No gramado em que a luta o aguarda
Sabe bem o que vem pela frente
Que a dureza do prélio não tarda!

E o Palmeiras no ardor da partida
Transformando a lealdade em padrão
Sabe sempre levar de vencida
E mostrar que, de fato, é campeão!

Locutor:
E neste ponto amigos, vamos encerrando mais um programa da série "Conversando com o MOBRAL". Desejamos a todos um feliz fim de semana e segunda-feira estaremos de volta com o novo programa da série. Até lá amigos.

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Despedida de José Zilmar de Souza do MOBRAL

Despedida de José Zilmar de Souza com depoimentos sobre seu trabalho como repentista, escritor de cordel e poeta.

Homem:
Três. Do nosso lado, o auxiliar da agência cultural, José Fernandes, mais conhecido como Barrote, que dará um pequeno depoimento sobre o trabalho de Zilmar.

José Fernandes:
A obra de José Zilmar é fundamental. O MOBRAL está de parabéns porque, mais uma vez, a cultura nordestina se faz presente dentro de todas as publicações que o MOBRAL tem feito desde o seu surgimento. José Zilmar de Souza, nordestino da minha terra é um homem que, sabendo captar todas as manifestações culturais do local onde ele nasceu e até uma parte da sua mocidade conviveu, lega para toda a clientela do MOBRAL aquilo que o Nordeste tem de mais representativo que é a literatura de cordel. Zilmar, através de sua poética, de sua voz, de sua viola homenageia o Amazonas, o povo amazonense e também a cultura amazonense através de sua cultura que é a nordestina. Eu conheço Zilmar há pouco tempo, estou no MOBRAL há pouco tempo, já o ouvi cantar várias vezes, já li vários dos seus poemas e tenho certeza que Zilmar José de Souza brilhará para todos os brasileiros que lerem a sua obra "Conheça o Fantástico Amazonas". Independente disso, se pudesse, se Zilmar de Souza pudesse cantar a sua própria obra seria muito mais maravilhoso ainda. Portanto o MOBRAL está de parabéns, José Zilmar de parabéns e o Amazonas também de parabéns e também, claro, o Nordeste está de parabéns.

Homem:
Agora ouviremos o animador da Mini Mobralteca Fluvial, Custódio Rodrigues, que dará um pequeno depoimento sobre o Zilmar.

Custódio Rodrigues:
Bem, eu conheço o Zilmar já há algum tempo e o seu trabalho, como pessoa, é uma pessoa maravilhosa, dentro do seu trabalho, daquilo que ele faz, dentro da literatura, que se chama essa literatura de cordel em forma de versos ou de outra espécie, que é muito conhecida e a maior contribuição que nós temos na literatura brasileira, o Zilmar realmente tem dado aquilo que pode de si, para desenvolver um trabalho com relação ao Amazonas, a cultura amazonense, e isso em forma de versos, que ele coloca, vocês estão vendo bem, através deste livro que ele vai ser lançado. E eu acho que a maior virtude está aí nesta força, nesta expressão de divulgar esta cultura, esta cultura amazônica que muita gente também não conhece ainda. E aí está a maior importância deste trabalho e também como pessoa. O Zilmar é uma pessoa espetacular, sensacional. Eu acho que nós todos devemos grande parte aqui do Amazonas, não só do Amazonas, também do Brasil, a esta obra que vai ser lançada através do MOBRAL. E eu acho que isso é uma das coisas mais importantes, acima de tudo. Ele, como autor de um livro e como compositor, também A maior força de tudo isso está na sua obra poética. Só isso que eu tenho a dizer.

Homem:
Obrigado. Agora ouviremos o depoimento de Mário Corrêa Filho, atualmente exercendo o cargo de agente de profissionalização. Mário, por favor.

Mário Corrêa Filho:
É assim com um prazer enorme que a gente fala de Zilmar como cantador. Zilmar participou na época em que a gente era auxiliar da ECUT participou com a gente de vários espetáculos de um grupo que a gente iniciava naquela época, o Grupo Literário Musical Paranga. A gente começava a tentar levar para a nossa clientela espetáculos simples de literatura, teatro, música e a gente convidava sempre Zilmar. E Zilmar naquela época ia de boa vontade e agora a gente vibra com a vitória do Zilmar publicando seu primeiro livro. E então agora, com o lançamento do seu livro através do "Fantástico", o Zilmar terá a oportunidade de fazer conhecer não só o Amazonas, mas também todo o Brasil do seu valor como o nordestino que difunde a cultura através da literatura de cordel.

Homem:
Agora temos aqui Elza Ferreira, né? Elza Ferreira Mendes. Qual colaborou muito no trabalho de Zilmar. Então gostaria de perguntar, Elza o seguinte, qual foi a sua colaboração no trabalho de Zilmar, hein?

Elza Ferreira Mendes:
Datilografando muitas vezes os trabalhos feitos por ele, incentivando o Zilmar, porque o Zilmar quando começou a trabalhar conosco, ele veio apenas como motorista, então aqui ele cresceu bastante com o incentivo de todos os seus colegas. E hoje nós temos assim o Zilmar, um grande repentista, uma pessoa que colabora muito conosco, nas nossas festinhas fazendo repente para o enriquecimento das mesmas.

Homem:
Mais um depoimento da nossa Arafe Marinalva. Marinalva, fale de José Zilmar.

Arafe Marinalva:
Acompanhe trabalhos do Zilmar há muito tempo. Ele é um grande repentista. Trabalha muito bem com a literatura de cordel. Faz vários versos a respeito do MOBRAL e eu o admiro muito e aos seus trabalhos também. E acredito que o Mobral dando oportunidade de mostrar os trabalhos de Zilmar, todo o Brasil realmente vem gratificar seus esforços no sentido de divulgar cada vez mais a literatura de cordel.

Homem:
Ouviremos agora o depoimento da nossa CUT, Terezinha. Terezinha, fale de José Zilmar.

Terezinha:
Eu vou falar do Zilmar, ou melhor, do meu amigo Zilca, como eu costumo chamar, vendo o Zilmar em três dimensões, como pessoa, como profissional e como repentista. Como pessoa, Zilmar é uma pessoa muito simples, tem um caráter excelente, pessoa bastante amadurecida, um amigo com quem nós podemos conversar e confiar. Como profissional, Zilmar é modelo. Se fosse criado um prêmio ao profissional modelo do MOBRAL, eu tenho certeza que Zilmar seria o vencedor. Como repentista, cantador, Zilmar impressiona a qualquer pessoa. Tem uma capacidade de observação incrível, um interesse muito grande pela cultura popular e conhecimento sobre a realidade do Amazonas, para depois, abraçado a sua viola, transformar em versos e cantar com uma arte muito sua, muito especial as belezas e aquele conteúdo que ele adquire a respeito da nossa cultura e da realidade amazônica. Então, transformando todo esse conteúdo em literatura de cordel.

Homem:
Agora é a vez da coordenadora do MOBRAL do Estado do Amazonas, professora Elisa Tinoco. Professora Elisa, fale de José Zilmar.

Elisa Tinoco:
O Zilmar, o José Zilmar de Souza, o nosso poeta aqui da Coordenação Estadual MOBRAL, é um prazer imenso. Não só porque o Zilmar é nosso colega, é nosso amigo e vem trabalhando conosco fazendo parte da equipe da coordenação onde ele tem se mostrado assim muito responsável e sobretudo colaborador. O Zilmar marcou assim com a presença dele pela sua autenticidade. Ele é muito autêntico como todo poeta nordestino e principalmente poeta de cordel. Aquele que fala das coisas simples que ele vê e que traduz numa linguagem tão popular. Então todos os fatos da maior importância e às vezes simples fatos que nos parecem sem maior importância, o Zilmar tem registrado aqui dentro da coordenação, durante as nossas viagens por aí. Então a poesia do Zilmar está assim, tão a flor da pele, digamos assim, que mesmo ele dirigindo, a gente viajando, ele começa a fazer poesia daquilo que ele vê, vai cantando, vai dizendo as coisas, e realmente ele é uma criatura fabulosa. Como coordenadora, eu tenho um amigo e uma grande admiração por ele.

Homem:
E agora que terminamos essa entrevista e colhemos todos os depoimentos, temos uma pequena surpresa aqui. Zilmar fará os agradecimentos, mas como sempre, do seu jeito. Zilmar, para sua despedida.

Zilmar:
(violão)
Termino o nosso trabalho e neste momento eu preciso
Dar meus agradecimentos através do improviso
Foi mais um passo que dei neste caminho que fiz
Luís Carlos eu preciso neste momento ideal
Agradecer sua vinda lá do MOBRAL Central
Para fazer este trabalho que agora chega ao final
Agradeço do MOBRAL a nossa coordenação
Nossa agência cultural e aos demais e então
As verdadeiras culpadas desta mina promoção
Agradeço de coração o nosso MOBRAL Central
Na pessoa do presidente nunca visto tão igual
Uma estrela que brilha neste Brasil colossal
Lhe agradeço, afinal, sua justa lealdade
Em ter me proporcionado esta grande felicidade
Vem publicar o meu livro me dando oportunidade
E aqui termino com muita saudade
Termino mina entrevista
E a todos mobralinos que todos são progressistas
Aceito um abraço sincero de uma conversa repentina

Homem:
E assim, encerramos os nossos trabalhos, prometendo voltar numa próxima oportunidade. Reporto Luiz Carlos. MOBRAL Nacional. Amazonas

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Cantiga: Ciranda, Cirandinha

Cantiga infantil.

Ciranda, cirandinha
Vamos todos cirandar!
Vamos dar a meia volta
Volta e meia vamos dar

O anel que tu me destes
Era vidro e se quebrou
O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou

Senhora Dona Alice
Entre dentro desta roda
Diga um verso bem bonito
Diga adeus e vá se embora

De trás daquele morro
Tem um pé de abricó
QUEM QUISER CASAR COMIGO
VÁ PEDIR À MINHA AVÓ

Ciranda, cirandinha
Vamos todos cirandar!
Vamos dar a meia volta
Volta e meia vamos dar

O anel que tu me destes
Era vidro e se quebrou
O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou

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Cantiga: Sambalelê 'tá Doente

Cantiga infantil.

Sambalelê 'tá doente
'Tá com a cabeça quebrada
Sambalelê precisava
Era uma boa lambada

Pisa, pisa, pisa mulata
Pisa na barra da saia mulata
Pisa, pisa, pisa mulata
Pisa na barra da saia

Diga mulata bonita
Como é que se namora
Põe o lencinho no bolso
Deixa a pontinha de fora

Pisa, pisa, pisa mulata
Pisa na barra da saia mulata
Pisa, pisa, pisa mulata
Pisa na barra da saia

Diga mulata bonita
Onde é que você mora
Moro na praia formosa
E de lá não vou me embora

Pisa, pisa, pisa mulata
Pisa na barra da saia mulata
Pisa, pisa, pisa mulata
Pisa na barra da saia

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Comemoração dos 9 anos do MOBRAL

Música em comemoração aos 9 anos do MOBRAL.

Dia 8 de setembro
Nove anos de MOBRAL
É o dia internacional da alfabetização

Queremos manter presente
Aqui se cante contente
Nessa comemoração

Mobral é luta constante
Movimento permanente
MOBRAL é educação

É festa é alegria
É a conquista dia a dia
Do progresso da nação

A importância do MOBRAL
Todo mundo já sentiu
Quem apoia o MOBRAL
Também presta ao Brasil

O MOBRAL é você!

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Cantiga: Minha Machadinha

Cantiga infantil.

Rá! Rá! Rá! Minha machadinha.
Rá! Rá! Rá! Minha machadinha.

Quem te pôs a mão sabendo que és minha.
Quem te pôs a mão sabendo que és minha.

Rá! Rá! Rá! Sabendo que és minha
Rá! Rá! Rá! Eu também sou tua.

Puxa a machadinha pro meio da rua.
Puxa a machadinha pro meio da rua.

Rá! Rá! Rá! Minha machadinha.
Rá! Rá! Rá! Minha machadinha.

Quem te pôs a mão sabendo que és minha.
Quem te pôs a mão sabendo que és minha.

Rá! Rá! Rá! Sabendo que és minha
Rá! Rá! Rá! Eu também sou tua.

Puxa a machadinha pro meio da rua.
Puxa a machadinha pro meio da rua.

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Cantiga: O Pião entrou na Roda

Cantiga infantil.

O Pião entrou na roda, ó pião!
O Pião entrou na roda, ó pião!
Roda pião, bambeia pião!

Sapateia no tijolo, pião.
Sapateia no tijolo, pião.
Roda pião, bambeia pião!

Me faz uma cortesia, ó pião!
Me faz uma cortesia, ó pião!
Roda pião, bambeia pião!

Atira a tua fieira, ó pião!
Atira a tua fieira, ó pião!
Roda pião, bambeia pião!

Mostra a tua figura, ó pião!
Mostra a tua figura, ó pião!
Roda pião, bambeia pião!

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Cantiga: Vamos Maninha Vamos

Cantiga infantil.

Vamos Maninha vamos,
Na praia passear
Vamos ver a barca nova que do céu caiu do mar

Nossa Senhora vai nela,
Os anjinhos a remar
Santo Antônio é o piloto nosso senhor general

Vamos Maninha vamos,
Na praia passear
Vamos ver a barca nova que do céu caiu do mar

Nossa Senhora vai nela,
Os anjinhos a remar
Santo Antônio é o piloto nosso senhor general

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Cantiga: Na Bahia tem

Cantiga infantil.

Na Bahia tem - tem, tem, tem
Na Bahia tem, ô baiana, coco de vintém
Na Bahia tem - tem, tem, tem
Na Bahia tem, ô baiana, coco de vintém

Na Bahia tem, vou mandar buscar
Lampião de vidro, ô baiana, ferro de engomar

Na Bahia tem, vou mandar buscar
Lampião de vidro, meu bem, ferro de engomar

Na Bahia tem, vou mandar buscar
Máquina de costura, meu bem, fole de assoprar

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CRPE-BA_m020p01 - Relatório do Centro Educacional Carneiro Ribeiro, 1967

Relatório do Centro Educacional Carneiro Ribeiro (CECR) sobre os exemplos de trabalhos organizados pelas professoras integrantes do Setor de Currículo e Supervisão, contendo apostilas, testes, provas, planejamento e organização de curso de recuperação. Encaminhado ao Diretor do CRPE-BA pela Diretora da DAM, Carmen Teixeira.

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SRAV-PR_m001p01 - Transferência dos Centros Audiovisuais do DNE para os Centros Regionais de Educação e Pesquisa do INEP, 1963

Ofício de 08 de agosto de 1963 informando sobre a transferência do Centro de Audiovisuais para o Centro Regional de Pesquisas Educacionais (CRPE), antes sob direção do DNE, enviado por Anísio Teixeira;
Ofício de 07 de julho de 1963 enviado ao diretor do Centro de Audiovisuais informando sobre a incorporação do Centro de Audiovisuais ao Centro Regional de Pesquisas Educacionais São Paulo (CRPE-SP) e solicitando o acervo material, do pessoal, organização do orçamento e do programa de trabalho para 1963;
Levantamento do material existente nos Centros Audiovisuais que foram transferidos do DNE ao Centro Regional de Pesquisas Educacionais São Paulo (CRPE-SP);
Inventário do material permanente pertencente ao Centro Audiovisual de Curitiba, cedido pelo PONTO IV e sob custódia do Centro Audiovisual de Curitiba;
Inventário do material permanente pertencente ao Centro Audiovisual de Curitiba adquirido com verba do MEC de 1958;
Relatório de transferência dos Centros Audiovisuais do DNE para o INEP informando sobre a transferência do Centro Audiovisual de Curitiba para o Centro Regional de Pesquisas Educacionais São Paulo, a transferência do
Centro Audiovisual de Porto Alegre para o Centro Regional de Pesquisas Educacionais Porto Alegre e sobre a transferência dos Centros de Audiovisuais de Vitória e Salvador que seriam transferidos na segunda semana de setembro;
Termo de transferência do Centro Audiovisual de Curitiba feito pelo professor Orlando Ferreira de Melo, Coordenador Geral dos Centros de Treinamento do Magistério junto com o professor Chicralla Haidar, Coordenador do Serviço de Recursos Audiovisuais do Centro Regional de Pesquisas Educacionais de São Paulo;
Lista com a relação de pessoal do Centro Audiovisual de Curitiba - Paraná.

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SRAV-PR_m004p05 - Intercâmbio de Documentação Audiovisual, 1978

Questionário distribuído pela Diretoria de Relações Internacionais do Instituto Latino-Americano de Comunicação Educativa do México, visando adquirir informação sobre os tipos de material, temas, características técnicas e experiências relativas as mesmas, como também, o intercâmbio de material entre os países.

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Mapa Profissional do Estado de Alagoas – Volume XI, 1978

O Mapa Profissional é um subproduto do programa de profissionalização desenvolvido pelo MOBRAL, a partir do contato com entidades de treinamento e a capilaridade do sistema MOBRAL. O fascículo divulga dados do levantamento dos órgãos e entidades de treinamento profissional do estado de Alagoas, realizado no período de janeiro a junho de 1977.

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Mapa Profissional do Estado de Santa Catarina – Volume XIX, 1978

O Mapa Profissional é um subproduto do programa de profissionalização desenvolvido pelo MOBRAL, a partir do contato com entidades de treinamento e a capilaridade do sistema MOBRAL. O fascículo divulga dados do levantamento dos órgãos e entidades de treinamento profissional do estado de Santa Catarina, realizado no período de junho de 1977 a junho de 1978.

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Mapa Profissional do Estado de Mato Grosso – Volume XXI, 1978

O Mapa Profissional é um subproduto do programa de profissionalização desenvolvido pelo MOBRAL, a partir do contato com entidades de treinamento e a capilaridade do sistema MOBRAL. O fascículo divulga dados do levantamento dos órgãos e entidades de treinamento profissional do estado de Mato Grosso, realizado no período de janeiro a junho de 1977.

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Roteiro de Atividades - Ouça... Fale... Leia... Escreva..., 1978

Roteiro de atividades desenvolvido para abordar os tipos de comunicação, a comunicação oral e escrita, os meios de comunicação. Dessa forma, está organizado em:

  • O que é comunicação;
  • Para que nos comunicamos?;
  • A mensagem;
  • Como transmitir mensagens;
  • A linguagem e seus tipos;
  • A linguagem dos gestos;
  • A linguagem dos símbolos;
  • O significado das palavras;
  • A utilização da escrita;
  • Entoação e pontuação;
  • Comunicação e expressão;
  • Os meios de comunicação;
  • Jornais, livros e revistas;
  • Os correios e telégrafos;
  • O telefone;
  • O rádio e a televisão;
  • Comunicação via satélite;
  • A comunicação e a integração nacional.

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Você pode Aprender sem Ir à Escola, 1977

Material de apresentação do Programa de Autodidatismo destinado ao público do MOBRAL. O documento apresenta os 15 temas oferecidos pelo Programa: Alimentação, Corpo Humano, Habitação, Indústria e Comércio, Agricultura e Pecuária, Comunicação e Expressão, Cultura, Literatura, Trabalho, Transporte, Natureza, Comunidade, Brasil, Universo e Matemática. Apresenta, também, o funcionamento do Posto Cultural.

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