Mostrar 16 resultados

Descrição arquivística
Programa de Educação Integrada - PEI
Previsualizar a impressão Ver:

16 resultados com objetos digitais Mostrar resultados com objetos digitais

Lista de Rimas em Literatura de Cordel

Lista de rimas em literatura de cordel, sobre o MOBRAL, colhidas do Amazonas;
Plano estadual de educação de adultos elaborado pela equipe técnica da Coordenação Estadual do MOBRAL para traçar linhas de ações para o período de 1984 a 1987 do Estado do Amazonas;
Obra de literatura em cordel do autor José Zilmar Soares de Souza, natural do Rio Grande do Norte.

Sem título

Programa de Educação Integrada via Radiofônica

Material do Programa de Educação Integrada via radiofônica, organizado nas seguintes Unidades temáticas, cada uma com seus objetivos e esquemas de conteúdo: Educação; Comunicação; Natureza; Trabalho; Produção; Transporte; Alimentação; Habitação; Higiene; Saúde; Esporte; Diversão; Turismo; Civismo; Cultura.

Sem título

Relatório dos Programas da GEPED em 1977, 1978

Relatório detalhado dos programas educacionais da Gerência Pedagógica (GEPED) setor do MOBRAL em 1977, com foco na alfabetização funcional (PAF), educação integrada (PEI) e autodidatismo. Aborda metas, estratégias, capacitação de professores, supervisão pedagógica, projetos especiais e avaliação de materiais didáticos, destacando desafios e resultados alcançados.

Sem título

MOBRAL 8 anos - um movimento permanente, 1978

O documento celebra os 8 anos do MOBRAL (1970-1978), destacando a alfabetização de 11,9 milhões de brasileiros e a redução do analfabetismo de 33,6% para 13,4%. Apresenta programas como Educação Integrada, Profissionalização, Ação Comunitária (PRODAC) e Saúde, além do reconhecimento internacional pela UNESCO.

Sem título

MOBRAL 5 anos, 1975

O relatório celebra os 5 anos do MOBRAL (1970-1975), destacando a redução do analfabetismo de 33,6% para 18,7% no Brasil. Apresenta programas como Alfabetização Funcional, Educação Integrada, Atividades Culturais e Profissionalização, além de parcerias e reconhecimento internacional pela UNESCO.

Sem título

Relatórios de Educação Integrada e Ensino Supletivo, Volume I, 1974

Levantamentos no próprio lugar da situação das redes supletivas estaduais, do andamento dos convênios de Educação Integrada do MOBRAL com as Secretarias Estaduais de Educação (SEC/MOBRAL) e com as Prefeituras Municipais (SEMEC/MOBRAL), dos projetos existentes relativos ao Ensino Supletivo não convencional (cursos para Rádio e TV) e dos Exames de Madureza.
Encontra-se, no primeiro volume, o Histórico do Ensino Supletivo em cada Estado, os dados quantitativos e as informações que puderam ser obtidas com relação ao Programa de Educação Integrada no ano de 1972 das regiões Norte e Nordeste.

Entrevista com Monitor sobre o Programa de Educação Integrada (PEI)

Entrevista com um monitor sobre o Programa de Educação Integrada (PEI).

Entrevistado - Matias:
[...] O grupo mesmo. Porque quando a gente levantou assim, os problemas, e cada um colocou. Quando a gente levantou assim o diagnóstico, falando que o tema era fazer melhoramento, saúde, evitar as contaminações e tal. Então, o grupo falou, quase todo mundo falava que os maiores problemas da comunidade, era verme. Porque um dizia assim: "Fui fazer um exame na família, acusou verme". Outro falava também: "Fui fazer um exame, fui eu mesmo e o médico atestou que era verme". Então, foi o grupo mesmo quem levantou.

Entrevistador:
A saúde depois do PEI (inaudível) Em questão de higiene...

Entrevistado - Matias:
Tenho, tenho observado. Inclusive nessas casa que a gente visita as fossas, a gente nota aquela sujeira, aqueles bagulho, aquelas coisas já tudo varridinho, tudo afastado. As casa também, a gente nota que estão tendo mais cuidado. Inclusive, algumas mães me falaram, lá na comunidade, que as criança não era bem habituada em viver calçado. E então, eles disseram que quando diz assim: "Lá vem o Matias", o menino corre logo dizendo: "Mamãe, me dê meus calçado". E quando não encontra os calçado, eles vão se deitar. Enquanto eu tô por lá, ele não se levanta mais. (Risos). Porque as água deles lá não tem, lá não tem chafariz, os poço é colocado naqueles baixão. Quando chegou o inverno, alaga aqueles baixão dentro do mato. Quando chega o verão, não tem água, o pessoal vai todo pros poço. Inclusive, uma coisa que a gente viu lá também, que eles tomavam banho, batiam roupa... Certo. Orientação assim particular, não fala na reunião porque desestimula.

Entrevistador:
O senhor encontrou dificuldade de utilizar esse material?

Entrevistado - Matias:
O ponto positivo é que a gente, a gente mesmo, eu como monitor, descobri, assim mais algumas experiência na vida e descobri também meios com que a gente pode ficar mais seguro na luta, nos trabalhos. E como ponto positivo, a comunidade tá aceitando bem o programa, tô bem feliz com o grupo.
E se ainda não fizemos mais coisa porque é um pouco longe, mas a gente acha que o trabalho é de grande utilidade, vai preparar mesmo. Não pode mais, não pode mais terminar. A gente vê que isso tem que acompanhar mesmo a humanidade, a localidade. E despertou também na comunidade um clima de desenvolverem as coisas, de terem mais condição na vida, terem mais saúde. A gente nota que desperta, assim, uma curiosidade no pessoal de ter mais influência com as reuniões, terem mais frequência no desenvolvimento social e outros objetivos. Agora, nas parte negativa, a gente acha que... A gente acha que, embora sabemos que não tamo fazendo tantas, tantos...É, sim, tantas coisas, é um trabalho lento, mas a gente vê que também o numerário que a gente percebe a gratificação não é suficiente, assim pra gente dar uma assistência mais direta. Porque, a razão porque a gente tem que trabalhar pra viver, os trabalho é de roça, os trabalho, os meio da gente também é baixo, então a gente, às vezes, pensa em fazer mais coisa e a gente se sente com mais condição de produzir mais, explorar mais o PEI, mas, ao mesmo tempo, vê, como se diz, a remuneração não é suficiente pra gente desenvolver, assim, um trabalho mais ativo.
Também a gente nota que o pessoal. É um ponto negativo que a gente nota, embora que um grupo bom como o meu ainda se vê que eles querem que todo tipo de trabalho do PEI, a gente teve ali, todo dia, incentivando, quando a gente sai, diz: "Não, só paramos porque a gente não sabia como é que ia fazer." Então, a gente acha que o pessoal não sente ainda assim como um, um dever, como obrigação. Todo tipo de trabalho, eles querem que o monitor esteja ali do lado.

(inaudível)

Entrevistado - Matias:
Avaliação assim dos trabalho, é, a gente procura também fazer uma, uma análise do que que já fez, o que que pode fazer a mais até o dia da reunião pra levar, assim, mais alguma coisa. Então, eu acho que é de grande utilidade, porque, é, elas...Motivo? Ah... Motiva a... Os interesses dos monitores, porque cada um quer levar assim mais alguma coisa.

Entrevistador:
E com relação aquele nosso contato ali?

Entrevistado - Matias:
Trouxe.

Entrevistador:
Muito, pouco...

Entrevistado - Matias:
Médio. Primeiro, como já falei, que a gente colheu mais experiência, aproximou-se mais da, da, de entender alguma coisa. E segundo, também a, esse contato com essas autoridade, com esses, com essas personagens, que a gente não esperava isso, ou pelo menos não esperava isso na vida. É, terceiro, também os, os material de apoio, que serviu de, de base, de experiência pra muitos meios aqui na, na zona rural. E quarto, porque dentro desses tipos de trabalho, como eu já falei, sou um líder sindical, sou líder religioso, sou líder da, da EMATER aqui na zona rural, mas nunca tinha percebido nenhum tipo de remuneração. Embora que essa, a gente diz que não é suficiente, mas tô satisfeito porque foi a primeira vez que eu rece... vim receber alguma coisa. Muito enganado de muitas promessa, de muitas coisa bonita que muita gente por aí afora diz que vem dar ao trabalhador rural. E não é muito fácil da gente mudar a mentalidade do pessoal com tanta promessa que já fizeram. Então a gente vê que o PEI é realidade, a gente vê que o PEI tá deixando mesmo as suas, os seus pontos positivos, tá concluindo benefício, mas pra isso eu acho que é melhor as comissão dar uma assistência mesmo junto aos monitores.

Entrevistador:
Seu Matias, o senhor não é... falou que naquelas reuniões do sindicato vocês discutiam alguns assuntos, que assuntos vocês discutiam? Naquelas reuniões que você era líder do sindicato, lá em... Que, que assuntos vocês discutiam?

Entrevistado - Matias:
É, nas reunião, a gente.. Sempre os assunto mais discutido é como se pode menta... Mudar a mentalidade do trabalhador rural, é, como fazer com que ele entenda o, o que é o movimento sindicalismo, é, fazer tudo para ver se consegue algum melhoramento, mais assistência ao trabalhador rural, e também fazer algumas coisas, é, a bem da, dos poderes público, para que a gente seja assim, mais, é, os trabalhos seja mais aceito, a gente tenha mais um pouco de representação, e também vê que o trabalhador rural precisa ser conscientizado dos seus direitos e de seus deveres, porque é um problema muito sério, que o primeiro sindicato criou um foco de enganos, de medo, de tanta coisa, enfim, que é os assuntos que a gente mais procura nas reunião é deixar o trabalhador rural mais conscientizado, mais, é, esclarecido para não haver tanta, tanta balbúrdia como sempre há.

Entrevistador:
Mas aquela... A execução daqueles trabalhos comunitários que vocês já realizavam, eles estavam onde? Eles... Como é que vocês discutiam? Vocês discutiam no sindicato, onde? Das estradas... Vocês discutiam antes de fazer aquela estrada, não discutiam?

Entrevistado - Matias:
Discutia.

Entrevistador:
Outras... Vocês discutiam aonde isso?

Entrevistado - Matias:
É, a gente sempre discutia na reunião. É, quando se... A gente se reunia todo domingos, às duas horas da tarde, nós tínhamos uma reunião e lá a gente discute, fala os maiores problemas que afeta a comunidade, o que aquelas coisas que mais trapalha o, o desenvolvimento, o bem-estar. Então ali a gente...debate e escolhe aquele tipo de trabalho que tá mais, é, aproximado do povo.

Entrevistador:
Há quanto tempo vocês já discutem isso?

Entrevistado - Matias:
É, há mais de dez anos.

Entrevistador:
Há mais de dez anos vocês já discutem sobre os teus problemas?

Entrevistado - Matias:
Sim.

Entrevistador:
Agora me diz o seguinte: ... É, como é que se deu essa passagem, assim, quando cês discutiam problemas mais amplos, problemas de saúde, essa passagem se deu fácil? Como é que foi?

Entrevistado - Matias:
O senhor diz...

Entrevistador:
Como é? Porque antes vocês discutiam qualquer problema, agora vocês tão discutindo mais saúde, não é verdade?

Entrevistado - Matias:
Certo.

Entrevistador:
Como é que foi? As mesmas pessoas que discutiam os mesmos problemas?

Entrevistado - Matias:
É, inclusive uma, uma... A maior parte da, dessas pessoas que se entrosam hoje nesse meio de saúde é ainda daquelas mesmas pessoas que começaram os trabalhos comunitário e os trabalhos de sindicato.

Entrevistador:
Quer dizer, aquelas pessoas que já tavam mobilizadas pra trabalhos comunitários?

Entrevistado - Matias:
Certo, porque eles já... Pessoas que já tinham algum preparo, pessoas que a gente via que eram os bons voluntários. Então, essas pessoas é quem mais contribui hoje nesses trabalhos que a gente tá desenvolvendo.

Entrevistador:
Na maioria delas.

Entrevistado - Matias:
É, na maioria delas são esses que já haviam, é, com essas luta desses, desse serviço de comunidade ou movimento sindical, é os que estão aparecendo hoje.

Entrevistador:
Eles sabem que o senhor tá recebendo dinheiro pra fazer isso?

Entrevistado - Matias:
É, eles sempre são muito interessado, é, examinar se a gente ganha dinheiro, muito ou pouco, pra desenvolver esse trabalho. Eu sempre venho dizendo a eles que a gente recebe uma gratificaçãozinha.

Entrevistador:
Isso causa, assim, alguma separação, alguma coisa, não?

Entrevistado - Matias:
É, a gente parece que num... Até agora não quis assim revelar isso claramente pra eles, pra qualquer pessoa ou pra eles todos, porque eles ainda hoje, quando se fala nesse serviço, é, no desenvolvimento do sindicato ou das comunidade, ainda hoje tem muita gente que suspeita que a gente ganha muito dinheiro pra enfrentar esses trabalho.

Entrevistador:
Matias, a, a última pergunta, então. É, quer dizer que vocês ac... É, utiliza as mesmas pessoas pra discutir esses assuntos?

Entrevistado - Matias:
Certo.

Entrevistador:
E agora, e aquelas outras obras de estrada, esses negócios, vocês têm continuado a discutir?

Entrevistado - Matias:
É, você diz agora, junto ao PEI?

Entrevistador:
É.

Entrevistado - Matias:
Continua. A gente ainda continua, é, fazendo assim o levantamento daquelas... O que que se pode fazer de melhoramento, o que que a gente pode fazer a mais. É, inclusive na minha comunidade, que estou atuando, lá no Mucamo do Pedro, eu já convidei um grupo para nós fazer um melhoramento na Estrada Carroçal, pelo menos raspar areia, mudar alguns trechos e os... O projeto foi criado. Ainda não fizemos o trabalho, mas tem o plano.

Entrevistador:
O trabalho não foi feito por quê?

Entrevistado - Matias:
É, não foi feito, razão porque eles falavam assim: "Estamos em época de colheita, de farinhada, ocupa muita gente, muita gente, mas a gente tem que se rebolar pra isso."

Sem título

CBPE_m208p01 - Anteprojeto Programa de Educação Integrada para a Zona Rural

Correspondência que encaminha anteprojeto de implantação e execução de um Programa de Educação Integrada para a Zona Rural. Anteprojeto em anexo junto de textos e relatórios que referenciam o tema;
Programa Nacional de Ações Socioeducativas e Culturais para o Meio Rural - Reflexão sobre cultura local e organização curricular em áreas rurais, elaborado por Harry Alessio Magalhães;
Educação Rural no Contexto de uma Região - Necessidades e perspectivas, elaborado por Maria Julieta Costa Calazans;
A Universidade e a Educação no Meio Rural;
Programa Nacional de Ações Socioeducativas e Culturais para o Meio Rural - Proposta preliminar do Estado do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia;
Programa Nacional de Ações Socioeducativas e Culturais para o Meio Rural.

Sem título

Estratégia para a Coordenação Estadual (COEST) do Maranhão, 1984

Plano de Educação Comunitária do Maranhão;
Relato de experiência de ação comunitária de municípios do Maranhão;
Diagnóstico da situação do Subsistema de Supervisão Global - SUSUG da Coordenação Estadual do Maranhão;
Avaliações da assistência técnica;
Estratégia da Coordenação Estadual do Maranhão para o segundo semestre de 1980;
Sugestão de atividades que nortearão o trabalho comunitário nos vários programas;
Informações sobre os municípios;
Relato de uma experiência de ação comunitária;
Coleta de dados do perfil dos adjuntos, supervisores estaduais e supervisores de área;
Procedimentos adotados para minimizar as dificuldades;
Projeto experimental de continuidade - PROECON;
Propaganda do Concurso Cívico Cultural do quinto aniversário do MOBRAL.

Sem título

Movimento Brasileiro de Alfabetização Documento Básico MOBRAL, 1973

O documento detalha a estrutura, objetivos e programas do Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL), incluindo Alfabetização Funcional, Educação Integrada e Desenvolvimento Comunitário. Aborda organização descentralizada, convênios, supervisão e metas para erradicar o analfabetismo no Brasil.

Sem título

Educação Através da Ação Comunitária

O documento descreve os programas do MOBRAL (Alfabetização Funcional, Educação Integrada e Autodidatismo), destacando seus objetivos, metodologias e benefícios para a comunidade. Foca na integração social, desenvolvimento de habilidades básicas e promoção da educação continuada através da ação comunitária.

Sem título