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Entrevista com Monitor sobre o Programa de Educação Integrada (PEI)

Entrevistado - Matias:
[...] O grupo mesmo. Porque quando a gente levantou assim, os problemas, e cada um colocou. Quando a gente levantou assim o diagnóstico, falando que o tema era fazer melhoramento, saúde, evitar as contaminações e tal. Então, o grupo falou, quase todo mundo falava que os maiores problemas da comunidade, era verme. Porque um dizia assim: "Fui fazer um exame na família, acusou verme". Outro falava também: "Fui fazer um exame, fui eu mesmo e o médico atestou que era verme". Então, foi o grupo mesmo quem levantou.

Entrevistador:
A saúde depois do PEI (inaudível) Em questão de higiene...

Entrevistado - Matias:
Tenho, tenho observado. Inclusive nessas casa que a gente visita as fossas, a gente nota aquela sujeira, aqueles bagulho, aquelas coisas já tudo varridinho, tudo afastado. As casa também, a gente nota que estão tendo mais cuidado. Inclusive, algumas mães me falaram, lá na comunidade, que as criança não era bem habituada em viver calçado. E então, eles disseram que quando diz assim: "Lá vem o Matias", o menino corre logo dizendo: "Mamãe, me dê meus calçado". E quando não encontra os calçado, eles vão se deitar. Enquanto eu tô por lá, ele não se levanta mais. (Risos). Porque as água deles lá não tem, lá não tem chafariz, os poço é colocado naqueles baixão. Quando chegou o inverno, alaga aqueles baixão dentro do mato. Quando chega o verão, não tem água, o pessoal vai todo pros poço. Inclusive, uma coisa que a gente viu lá também, que eles tomavam banho, batiam roupa... Certo. Orientação assim particular, não fala na reunião porque desestimula.

Entrevistador:
O senhor encontrou dificuldade de utilizar esse material?

Entrevistado - Matias:
O ponto positivo é que a gente, a gente mesmo, eu como monitor, descobri, assim mais algumas experiência na vida e descobri também meios com que a gente pode ficar mais seguro na luta, nos trabalhos. E como ponto positivo, a comunidade tá aceitando bem o programa, tô bem feliz com o grupo.
E se ainda não fizemos mais coisa porque é um pouco longe, mas a gente acha que o trabalho é de grande utilidade, vai preparar mesmo. Não pode mais, não pode mais terminar. A gente vê que isso tem que acompanhar mesmo a humanidade, a localidade. E despertou também na comunidade um clima de desenvolverem as coisas, de terem mais condição na vida, terem mais saúde. A gente nota que desperta, assim, uma curiosidade no pessoal de ter mais influência com as reuniões, terem mais frequência no desenvolvimento social e outros objetivos. Agora, nas parte negativa, a gente acha que... A gente acha que, embora sabemos que não tamo fazendo tantas, tantos...É, sim, tantas coisas, é um trabalho lento, mas a gente vê que também o numerário que a gente percebe a gratificação não é suficiente, assim pra gente dar uma assistência mais direta. Porque, a razão porque a gente tem que trabalhar pra viver, os trabalho é de roça, os trabalho, os meio da gente também é baixo, então a gente, às vezes, pensa em fazer mais coisa e a gente se sente com mais condição de produzir mais, explorar mais o PEI, mas, ao mesmo tempo, vê, como se diz, a remuneração não é suficiente pra gente desenvolver, assim, um trabalho mais ativo.
Também a gente nota que o pessoal. É um ponto negativo que a gente nota, embora que um grupo bom como o meu ainda se vê que eles querem que todo tipo de trabalho do PEI, a gente teve ali, todo dia, incentivando, quando a gente sai, diz: "Não, só paramos porque a gente não sabia como é que ia fazer." Então, a gente acha que o pessoal não sente ainda assim como um, um dever, como obrigação. Todo tipo de trabalho, eles querem que o monitor esteja ali do lado.

(inaudível)

Entrevistado - Matias:
Avaliação assim dos trabalho, é, a gente procura também fazer uma, uma análise do que que já fez, o que que pode fazer a mais até o dia da reunião pra levar, assim, mais alguma coisa. Então, eu acho que é de grande utilidade, porque, é, elas...Motivo? Ah... Motiva a... Os interesses dos monitores, porque cada um quer levar assim mais alguma coisa.

Entrevistador:
E com relação aquele nosso contato ali?

Entrevistado - Matias:
Trouxe.

Entrevistador:
Muito, pouco...

Entrevistado - Matias:
Médio. Primeiro, como já falei, que a gente colheu mais experiência, aproximou-se mais da, da, de entender alguma coisa. E segundo, também a, esse contato com essas autoridade, com esses, com essas personagens, que a gente não esperava isso, ou pelo menos não esperava isso na vida. É, terceiro, também os, os material de apoio, que serviu de, de base, de experiência pra muitos meios aqui na, na zona rural. E quarto, porque dentro desses tipos de trabalho, como eu já falei, sou um líder sindical, sou líder religioso, sou líder da, da EMATER aqui na zona rural, mas nunca tinha percebido nenhum tipo de remuneração. Embora que essa, a gente diz que não é suficiente, mas tô satisfeito porque foi a primeira vez que eu rece... vim receber alguma coisa. Muito enganado de muitas promessa, de muitas coisa bonita que muita gente por aí afora diz que vem dar ao trabalhador rural. E não é muito fácil da gente mudar a mentalidade do pessoal com tanta promessa que já fizeram. Então a gente vê que o PEI é realidade, a gente vê que o PEI tá deixando mesmo as suas, os seus pontos positivos, tá concluindo benefício, mas pra isso eu acho que é melhor as comissão dar uma assistência mesmo junto aos monitores.

Entrevistador:
Seu Matias, o senhor não é... falou que naquelas reuniões do sindicato vocês discutiam alguns assuntos, que assuntos vocês discutiam? Naquelas reuniões que você era líder do sindicato, lá em... Que, que assuntos vocês discutiam?

Entrevistado - Matias:
É, nas reunião, a gente.. Sempre os assunto mais discutido é como se pode menta... Mudar a mentalidade do trabalhador rural, é, como fazer com que ele entenda o, o que é o movimento sindicalismo, é, fazer tudo para ver se consegue algum melhoramento, mais assistência ao trabalhador rural, e também fazer algumas coisas, é, a bem da, dos poderes público, para que a gente seja assim, mais, é, os trabalhos seja mais aceito, a gente tenha mais um pouco de representação, e também vê que o trabalhador rural precisa ser conscientizado dos seus direitos e de seus deveres, porque é um problema muito sério, que o primeiro sindicato criou um foco de enganos, de medo, de tanta coisa, enfim, que é os assuntos que a gente mais procura nas reunião é deixar o trabalhador rural mais conscientizado, mais, é, esclarecido para não haver tanta, tanta balbúrdia como sempre há.

Entrevistador:
Mas aquela... A execução daqueles trabalhos comunitários que vocês já realizavam, eles estavam onde? Eles... Como é que vocês discutiam? Vocês discutiam no sindicato, onde? Das estradas... Vocês discutiam antes de fazer aquela estrada, não discutiam?

Entrevistado - Matias:
Discutia.

Entrevistador:
Outras... Vocês discutiam aonde isso?

Entrevistado - Matias:
É, a gente sempre discutia na reunião. É, quando se... A gente se reunia todo domingos, às duas horas da tarde, nós tínhamos uma reunião e lá a gente discute, fala os maiores problemas que afeta a comunidade, o que aquelas coisas que mais trapalha o, o desenvolvimento, o bem-estar. Então ali a gente...debate e escolhe aquele tipo de trabalho que tá mais, é, aproximado do povo.

Entrevistador:
Há quanto tempo vocês já discutem isso?

Entrevistado - Matias:
É, há mais de dez anos.

Entrevistador:
Há mais de dez anos vocês já discutem sobre os teus problemas?

Entrevistado - Matias:
Sim.

Entrevistador:
Agora me diz o seguinte: ... É, como é que se deu essa passagem, assim, quando cês discutiam problemas mais amplos, problemas de saúde, essa passagem se deu fácil? Como é que foi?

Entrevistado - Matias:
O senhor diz...

Entrevistador:
Como é? Porque antes vocês discutiam qualquer problema, agora vocês tão discutindo mais saúde, não é verdade?

Entrevistado - Matias:
Certo.

Entrevistador:
Como é que foi? As mesmas pessoas que discutiam os mesmos problemas?

Entrevistado - Matias:
É, inclusive uma, uma... A maior parte da, dessas pessoas que se entrosam hoje nesse meio de saúde é ainda daquelas mesmas pessoas que começaram os trabalhos comunitário e os trabalhos de sindicato.

Entrevistador:
Quer dizer, aquelas pessoas que já tavam mobilizadas pra trabalhos comunitários?

Entrevistado - Matias:
Certo, porque eles já... Pessoas que já tinham algum preparo, pessoas que a gente via que eram os bons voluntários. Então, essas pessoas é quem mais contribui hoje nesses trabalhos que a gente tá desenvolvendo.

Entrevistador:
Na maioria delas.

Entrevistado - Matias:
É, na maioria delas são esses que já haviam, é, com essas luta desses, desse serviço de comunidade ou movimento sindical, é os que estão aparecendo hoje.

Entrevistador:
Eles sabem que o senhor tá recebendo dinheiro pra fazer isso?

Entrevistado - Matias:
É, eles sempre são muito interessado, é, examinar se a gente ganha dinheiro, muito ou pouco, pra desenvolver esse trabalho. Eu sempre venho dizendo a eles que a gente recebe uma gratificaçãozinha.

Entrevistador:
Isso causa, assim, alguma separação, alguma coisa, não?

Entrevistado - Matias:
É, a gente parece que num... Até agora não quis assim revelar isso claramente pra eles, pra qualquer pessoa ou pra eles todos, porque eles ainda hoje, quando se fala nesse serviço, é, no desenvolvimento do sindicato ou das comunidade, ainda hoje tem muita gente que suspeita que a gente ganha muito dinheiro pra enfrentar esses trabalho.

Entrevistador:
Matias, a, a última pergunta, então. É, quer dizer que vocês ac... É, utiliza as mesmas pessoas pra discutir esses assuntos?

Entrevistado - Matias:
Certo.

Entrevistador:
E agora, e aquelas outras obras de estrada, esses negócios, vocês têm continuado a discutir?

Entrevistado - Matias:
É, você diz agora, junto ao PEI?

Entrevistador:
É.

Entrevistado - Matias:
Continua. A gente ainda continua, é, fazendo assim o levantamento daquelas... O que que se pode fazer de melhoramento, o que que a gente pode fazer a mais. É, inclusive na minha comunidade, que estou atuando, lá no Mucamo do Pedro, eu já convidei um grupo para nós fazer um melhoramento na Estrada Carroçal, pelo menos raspar areia, mudar alguns trechos e os... O projeto foi criado. Ainda não fizemos o trabalho, mas tem o plano.

Entrevistador:
O trabalho não foi feito por quê?

Entrevistado - Matias:
É, não foi feito, razão porque eles falavam assim: "Estamos em época de colheita, de farinhada, ocupa muita gente, muita gente, mas a gente tem que se rebolar pra isso."

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1º Encontro do Festival de Bandas (Festibanda) - A

Explicação sobre bandas e instrumentos e sua importância. Entrevista com entrevistador não identificado falando de grandes nomes como Geraldo Pereira, Ary Barroso e Noel Rosa.

Locutor
As bandas são uma das expressões mais autênticas da cultura musical brasileira.
(música)
E como todas as coisas do mundo, elas também têm a sua história. Temos conhecimento da formação de pequenas bandas civis na Provença, ao sul da França na idade média. Mas foi nas cidades Alemãs, que elas se desenvolveram a partir dos séculos 16 e 17. A criação do clarinete, do saxofone e outros instrumentos de sopro muito contribuiu para o aprimoramento das bandas. Segundo o maestro José Siqueira, a banda é uma orquestra formada por instrumentos de sopro e percussão.
Entre os instrumentos de sopro, destacam se os flautins e flautas. O clarinete e o saxofone. Todos originalmente feitos de madeira. Ainda entre os instrumentos de sopro existem a tuba, o bombardino, cornetas e cornetins. A percussão conta com tambores, caixas de guerra e de repique, bumbo, surdo fuzileiro e outros instrumentos.
Os pratos dão colorido especial às bandas. No Brasil, as bandas existem desde a época colonial. Elas começaram a se formar nos primeiros 100 anos da nossa colonização nas fazendas de açúcar do nordeste. Durante o Império, ganharam importância com o surgimento das bandas militares, como a do corpo de fuzileiros navais. Fundada em 1872, foi da banda do corpo de fuzileiros navais que saíram músicos como os maestros Eleazar de Carvalho e Francisco Braga, hoje internacionalmente conhecidos. Foi também durante o Império que começaram a aparecer as bandas municipais. Formadas principalmente por amadores que tocavam pelo simples prazer de fazer música. A história da música popular brasileira está marcada pela presença das bandas. É o caso da banda Odeon, que participou das primeiras gravações em disco feitas no Brasil.
Chegaram a existir mais de 4000 bandas dos nossos municípios, foi a época de ouro das bandas, uma época que o tempo apagou. Compreendendo a importância das bandas na formação musical do Brasil, Heitor Villa-Lobos foi um dos seus maiores incentivadores. Também músicos como Altamiro Carrilho e Lírio Panicali muito fizeram para estimular as bandas de música. No entanto, a falta de recursos motivou o desaparecimento de inúmeras bandas municipais. Em 1973 contavam se menos de 2000. Compreendendo a importância das bandas na vida comunitária dos nossos municípios, o MOBRAL Cultural promove a realização de encontros de bandas de música. Muitas bandas já vêm se reorganizando graças à atuação do MOBRAL Cultural. Bandas com a participação de Mobralenses foram formadas, é o caso da banda de Dourados, ao sul de Mato Grosso. Finalmente, em agosto de 1975, ocorreu o primeiro encontro regional de bandas. Realizado no Rio Grande do Norte, reuniu as bandas da região do Seridó. Em outubro de 1975, o MOBRAL, com colaboração de diversas entidades, promoveu em Minas Gerais o primeiro festival estadual de bandas de música, o primeiro Festibanda. Saiu vencedora, entre quase 100 bandas participantes, a Filarmônica Rio Branco, premiada com o troféu Carlos Gomes. Assim, através da ação do MOBRAL Cultural, procura se reavivar uma tradição e, sobretudo, valorizar os músicos das comunidades e as bandas que novamente voltaram a tocar.

(música - A luz e a sombra)
Chegou a hora
Dessa gente bronzeada mostrar seu valor
Eu fui à Penha
Fui pedir à Padroeira para me ajudar

Salve o Morro do Vintém
Pendura a saia, eu quero ver (eu quero ver)
Eu quero ver o tio Sam
Tocar pandeiro para o mundo sambar

O Tio Sam está querendo
Conhecer a nossa batucada
Anda dizendo que o molho da baiana
Melhorou seu prato

Vai entrar no cuscuz, acarajé e abará
Na Casa Branca já dançou a batucada com Ioiô, Iaiá
Brasil, Brasil esquentai vossos pandeiros
Iluminai os terreiros
Que nós queremos sambar

Há quem sambe diferente noutras terras
Outra gente, um batuque de matar
Batucada, reúne vossos valores
Pastorinhas e cantores
Expressão que não tem par, ó meu Brasil

Brasil, esquentai vossos pandeiros
Iluminai os terreiros
Que nós queremos sambar

Brasil, esquentai vossos pandeiros
Iluminai os terreiros
Que nós queremos sambar

O Tio Sam está querendo conhecer
A nossa batucada
Anda dizendo que o molho da baiana
Melhorou seu prato

Vai entrar no cuscuz, acarajé e abará
Na Casa Branca já dançou
A batucada com Ioiô, Iaiá

Ioiô, Iaiá
Ioiô, Iaiá
Ioiô, Iaiá

Entrevistador:
Geraldo Pereira.

Entrevistado:
Geraldo Pereira era um negro ali de Mangueira. Muito meu amigo. Eu gostava demais. Ele é o autor de “esc... escurinhas escuta direitinho”, é uma coisa assim. E entre elas, ele tem um número que eu gosto muito, que eu, se você me permite, eu vou cantar em homenagem, em homenagem póstuma a Geraldo Pereira.

(música)
De madrugada voltei do baile
Na certa de encontrar a minha amada
Achei a janela aberta e as portas
Quero esquecer mas não posso
Tive um pouco de remorso
As horas já eram mortas

Entrei e verifiquei toda a casa
Meus ternos já eram cinza
E meu violão era brasa
Bati na janela da vizinha
Dona Estela me diga, pra aonde foi Florisbela?
A vizinha respondeu
Quando notei a fumaça
Bem que eu disse, ó Florisbela
Não são coisas que se faça
Ela contou-me chorando que lhe viu nos braços de outro alguém
Oh meu vizinho, a razão dá-se a quem tem
Botei fogo também

Entrevistado:
Assim era Geraldo Pereira.

Entrevistador:
E o Ary Barroso, de que tanta história de vaidade se conta?

Entrevistado:
O Ary Barroso?

Entrevistador:
E do gênio também.

Entrevistado:
Exato. O Ary Barroso é, além de tudo, o meu conterrâneo. O expoente da música popular, um amante fervoroso do futebol, o Ary da gaita, aquele homem que no campo do Vasco há tempos há muitos anos, os portões do campo ficava aberto para todas as pessoas que quisesse assistir os jogos. Um dia o Ary Barroso foi proibido de entrar lá porque eu não sei. Teve que radiar o jogo em cima de um telhado, de uma casa vizinha, dessas coisas muito própria da pessoa que se esquece que o seu direito só é direito até onde começa o direito do seu semelhante. O Ary Barroso, como meu conterrâneo, ele que me desculpe a ausência. Eu tenho muito respeito, muita admiração por ele, considerando ele um grande compositor. Ele, das vezes que eu tive a satisfação de me encontrar com ele. Em qualquer lugar, ele sempre teve algo de crítica para fazer dos seus colegas. Eu não ouvi nenhuma vez durante a sua ascensão, a glória ele elogiar um colega, por melhor que ele fosse, por mais, por melhor bem que ele quisesse, nunca fez referência, então nele como todos nós foi uma dosagem a mais de certa vaidade de personalismo, esquecendo na certa que nem de que todos nós estamos daqui de passagem, cumprindo o nosso papel. Se o nosso papel é destacado o lado bom, todo mundo fala do lado bom, se é do lado negativo, “estamos assim, coitado eu bem que avisei a ele, todo mundo é assim”, isento de culpa. Não é o caso do Ary Barroso. O Ary Barroso foi um grande, um extraordinário, porém muitíssima vaidoso e a sua vaidade deu a ele acima, dimensão um pouco recomendável, porque o Ary Barroso há que se falar muito pelo muito que ele fez, deixando essa manifestação pessoal do lado, porque isso aí é até certo ponto imposto por determinado complexo que se ignora que talvez o processo de menino, talvez ele tivesse sofrido muito. Talvez ele, ele que me contou que muitas noites dormiu na praça Paris, no banco da praça Paris. Quer dizer, quando ele conseguiu uma situação de destaque, ele ficou assim odiando involuntariamente, a maior parte das pessoas que têm certa posição e que não fazem nada pelos famintos, pela pessoa que não tem abrigo. Talvez seja isso, de modo que eu falo com muito, muito, muita admiração, com muito pesar das medidas que ele, durante a sua participação na música popular do Brasil, teve, quer dizer assim.

Entrevistador:
Você se lembra de algum caso assim? Típico disso.

Entrevistado:
Ah, é muitos. Por exemplo, o Noel Rosa. O Noel Rosa foi o poeta da Vila, um grande extraordinário poeta da Vila, humilde, simples. Acontece que o Ary Barroso nunca fazia referências religiosas ao Noel Rosa. E no dia do seu falecimento, coube a mim uma alça do caixão, outro ao Patrício Teixeira, o ser (incompreensível) incorrigível, outra ao Ary Barroso, e não dispensamos os nossos lugares na condução para o Campo Santo...

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Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

  • BR DFINEP
  • Fonds
  • 1937

O acervo documental deste fundo histórico inicialmente é organizado por 53 séries documentais dispostas dentro da chamada Seção de Fundo Histórico. Tal arranjo é derivado de um quadro de arranjo proposto nos anos 1980 pela arquivista Astrea Moraes e Castro como parte do processo de reorganização dos Arquivos do MEC em Brasília. A proposta da arquivista sofreu adaptações até se chegar no modelo atual que obedece a uma sistemática que envolve ordenação por setor de origem, tipologia documental e assunto.
Desde sua concepção o Inep tem sido o orientador nas ações relativas a Educação Brasileira, função que intrinsecamente se reflete no arquivo, que abriga um conteúdo documental complexo e é fonte importante para pesquisadores de todo o país.
Desta maneira, a forma que o Arquivo Histórico está estruturado no AtoM é uma reflexão de como se encontra a documentação mantida no espaço físico do Arquivo Histórico, que atualmente é coordenado pelo CIBEC – Centro de Informação e Biblioteca em Educação.

As 53 séries supracitadas estão aqui inseridas, são elas: CALDEME; CAMPANHA DE CONSTRUÇÃO ESCOLAR; CAPES; CAV/ES; CBPE; CEOSE/CROSE; CILEME; CODI; CODI/SOEP; CODI/UNIPER; COLTED; CONTABILIDADE; CRPE/BA; CRPE/MG; CRPE/PE; CRPE/SP; CRPE/SP (Contabilidade); CRPE/SP (Cursos); CRPE/SP (Pessoal); CRPE/RS; CURRÍCULOS; CURSOS; CUSTOS EDUCACIONAIS; DAM; DDI; DDIP; DIRETORIA; DISSERTAÇÕES DE MESTRADO; EATEP; EDUCADORES; ENCONTRO; ESTATÍSTICA; FNEM; MONOGRAFIAS; ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL; PERFIL DO USUÁRIO; PESQUISA; PESSOAL; PGEB; PLANEJAMENTO EDUCACIONAL; POA; PREMEN; PROCARTA; PROJETO ANUÁRIO; QUESTIONÁRIOS; RECURSOS AUDIOVISUAIS; SALÁRIO EDUCAÇÃO; SAT; SOE; SRAV/PR; THESAURUS; TRABALHOS AVULSOS.

O acervo possui data-limite inicial do período de 1937, quando houve a criação oficial do instituto por meio da Lei nº 378 de 13 de janeiro de 1937, até o ano de 1997, quando o Inep tornou-se oficialmente autarquia federal por meio da Lei nº 9.448 do referido ano. As 53 (cinquenta e três) séries citadas compõem-se majoritariamente por documentos textuais, seguidos de iconográficos e cartográficos, totalizando 218,68 metros lineares. Destacam-se no acervo os documentos oriundos do CBPE (Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais) e CRPEs (Centros Regionais de Pesquisas Educacionais) que foram fundados a partir de 1955, como iniciativa de Anísio Teixeira para reestruturação da educação brasileira, desde o ensino primário à graduação. Tais centros executavam pesquisas sociais a níveis local e nacional, o que já é um indício da riqueza desse acervo. As séries também englobam documentos relacionados a grandes personalidades da educação brasileira como Darcy Ribeiro, Gilberto Freyre, Lourenço Filho, Murilo Braga, Paschoal Lemme e outros. Há ainda, dissertações, monografias, relatórios estatísticos, questionários, convênios internacionais, projetos de construções escolares que são exemplos de tipos documentais que compõem o acervo.

Disponibilizar os documentos do acervo histórico descritos no AtoM faz parte de uma ação institucional de divulgar a sua produção à sociedade. Esta iniciativa afirma o seu compromisso de ser para a comunidade em geral o observatório da educação brasileira em âmbito nacional e internacional, tendo como função primordial difundir o cenário educacional brasileiro.

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

CRPE-SP-CURSO_m1508p01 - Fotografias - I Curso Interamericano de Comunicação Audiovisual (I CICA), 1970

Maço contendo fotografias e descrições do I Curso Interamericano de Comunicação Audiovisual (I CICA), Realizado No CRPE/SP - Professor Queiróz Filho, no período de 16 de Fevereiro a 3 de Julho De 1970; e visou formar técnicos no campo da comunicação audiovisual.

Centro Regional de Pesquisas Educacionais do Rio Grande do Sul - CRPE-RS

Eu Levo Saudade de Toda Essa Gente

Música instrumental com violão e pandeiro.

Eu me retiro eu me afeto
Eu me retiro eu me afeto
Eu levo saudade de toda essa gente
Eu levo saudade de toda essa gente

Ó minha ... vamos nos embora
Ó minha ... vamos nos embora
Para nossa terra tá chegada a hora
Para nossa terra tá chegada a hora

Eu me retiro eu me afeto
Eu me retiro eu me afeto
Eu levo saudade de toda essa gente
Eu levo saudade de toda essa gente

Ó meu .... vamos nos embora
Ó meu .... vamos nos embora
Para nossa terra tá chegada a hora
Para nossa terra tá chegada a hora

Eu me retiro eu me afeto
Eu me retiro eu me afeto
Eu levo saudade de toda essa gente
Eu levo saudade de toda essa gente

Ó meu tocador vamos nos embora
Ó meu tocador vamos nos embora
Para nossa terra tá chegada a hora
Para nossa terra tá chegada a hora

Eu me retiro eu me afeto
Eu me retiro eu me afeto
Eu levo saudade de toda essa gente
Eu levo saudade de toda essa gente

Ó meu ... vamos nos embora
Ó meu ... vamos nos embora
Para nossa terra tá chegada a hora
Para nossa terra tá chegada a hora

Ó minha ... vamos nos embora
Ó minha ... vamos nos embora
Para nossa terra tá chegada a hora
Para nossa terra tá chegada a hora

Eu me retiro eu me afeto
Eu me retiro eu me afeto
Eu levo saudade de toda essa gente
Eu levo saudade de toda essa gente

ó meu ... vamos nos embora
ó meu ... vamos nos embora
para nossa terra tá chegada a hora
para nossa terra tá chegada a hora

Eu me retiro eu me afeto
Eu me retiro eu me afeto
Eu levo saudade de toda essa gente
Eu levo saudade de toda essa gente

Ó meu tocador vamos nos embora
Ó meu tocador vamos nos embora
Para nossa terra tá chegada a hora
Para nossa terra tá chegada a hora

Eu me retiro eu me afeto
Eu me retiro eu me afeto
Eu levo saudade de toda essa gente
Eu levo saudade de toda essa gente

Ó meu ... vamos nos embora
Ó meu ... vamos nos embora
Para nossa terra tá chegada a hora
Para nossa terra tá chegada a hora

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CBPE_m301p02 - Correspondências Enviadas e Recebidas pelo CBPE, 1970

Correspondência enviada pela chefe da secretaria do INEP, para a professora Elza Martins, encaminhando convite referente ao II Simpósio sobre Pesquisas Domiciliares na América Latina;
Convite para o II Simpósio sobre Pesquisas Domiciliares na América Latina, enviado ao CBPE pelo presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Isaac Kertenetzky;
Textos enviados para a revisão para aparecerem na publicação The World of Learning 1970 – 1971, um guia educacional, científico e cultural de organizações ao redor do mundo;
Informativo em inglês sobre programa de intercâmbio intensivo de língua inglesa seguido de estadia com uma família americana;
Programação de Cooperação Técnica da OEA – quarto curso regular interamericano sobre formulação e avaliação de projetos (CETREDE);
Correspondência enviada pela chefe da secretaria do INEP, para a professora Elza Martins, enviando um exemplar de ficha de cadastro dos servidores para atualização;
Circular nº 2 de 7 de abril de 1970, recomendações para diminuir a ocorrência de decretos pessoais submetidos à assinatura presidencial com erros;
Correspondência enviada pelo diretor do INEP ao Ministro da Educação e Cultura sobre prestação de serviços de natureza eventual;
Correspondência enviada pela secretária geral do Conselho Federal de Educação, à diretora executiva do CBPE, agradecendo a concessão de 30 exemplares da obra: Ensino Superior – Legislação e Jurisprudência;
Encaminha relação de frequência de pessoal lotado no INEP com exercício no CBPE;
Correspondências diversas enviadas pelo professor Michael J McCarthy;
Projeto do curso Introdução ao Desenho e à Pintura, na Escolinha de Arte do Brasil;
Correspondência enviada pela chefe da biblioteca Lygia Serpa, informando que a Biblioteca Infanto Juvenil Carlos Alberto comemora seu primeiro aniversário, e em anexo um sugestivo programa de atividades elaborado pela Escolinha de Arte da BICA;
Correspondência enviada pela diretora executiva do CBPE, ao Diretor do INEP, solicitando transferência imediata de verba;
Orçamento nº 17/70 do Centro Editor de Psicologia Aplicada LTDA.

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CBPE_m309p01 - Correspondências Enviadas pelo CBPE sobre Pessoal, 1970

Encaminha a relação dos funcionários requisitados que necessitam que sejam feito pedido de permanência de um novo período no INEP.
Lista de professoras à disposição na DAM.
Correspondência enviada pela diretora executiva do CBPE Elza Martins para a Divisão Extra Escolar encaminhando relação dos filhos dos funcionários do CBPE.
Correspondência enviada pela diretora executiva do CBPE Elza Martins para o diretor do INEP comunicando designação da professora Doris de Melo Brito para responder pela Coordenação da Divisão de Documentação e Informação Pedagógica do CBPE; comunicando transferência de funcionário; comunicando representante da DEPE no II Simpósio sobre Pesquisas Por Amostragem Domiciliar na América Latina;
Expediente interno designando Afonso Henrique Fonseca Lima para trabalho com xérox.
Correspondência enviada pelo chefe da secretaria Aladyr Corrêa para o chefe de assistência social do MEC comunicando sobre pedido médico da Maria Helena Burnett Furtado da Silva.
Correspondência enviada pela diretora executiva do CBPE Elza Martins para o chefe da Seção de Assistência Social solicitando a concessão da documentação médica da Maria Luiza Barbosa de Oliveira, técnica de educação.
Solicitação feita pela técnica de educação Regina Helena Tavares pedindo para permanecer mais tempo nos Estados Unidos para estagiar no "Education Resources Information Center" do "Office of Education" e em outras instituições sediadas em Washington.
Funcionário comunicando troca de horário de trabalho.
Correspondência enviada pela diretora executiva do CBPE Elza Martins devolvendo fichas de cadastro de pessoal do quadro permanente preenchidas; enviando solicitação de preenchimento das fichas para os funcionários.
Correspondência enviada pela diretora executiva do CBPE Elza Martins ao coordenador da DEPE informando sobre horário do servidor Ricardo Gama Escolar.
Correspondência enviada pela diretora executiva do CBPE Elza Martins solicitando declaração de imposto de renda dos funcionários do CBPE; Anexo a lista dos funcionários.
Lista de pessoas encarregadas de serviços de datilografia da DEPE, DAM, DDIP, Audiovisuais, SDI, Bibliografia e Secretaria.
Correspondência enviada pela diretora executiva do CBPE Elza Martins ao diretor geral do Departamento de Administração do Pessoal Civil comunicando transferência da servidora Maria da Glória Leal Ivo de Carvalho.
Correspondência enviada pelo chefe da secretaria Aladyr Corrêa apresentando o funcionário do CBPE Angelo de Alencar Dias Pinto.
Correspondência enviada pela diretora executiva do CBPE Elza Martins informando que o CBPE não possui funcionários desnecessários.
Correspondência enviada pela diretora executiva do CBPE Elza Martins comunicando à guarda de carro oficial para atender a Coordenadora da DAM.
Encaminha relação de servidores requisitados de outros órgãos a disposição do MEC com exercício no CBPE.
Solicita informação sobre horário e férias dos funcionários.

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CBPE_m312p01 - Documentação Diversa sobre Pessoal do CBPE, 1967

Correspondência enviada pelo secretário geral do MEC, para o presidente do CBPE, comunicando sobre transferência de órgãos e serviços para a capital federal;
Correspondência enviada pelo secretário geral do MEC, para o ministro de estado da educação e cultura, sobre medidas de distribuição de residências em Brasília e transferência de órgãos e serviços;
Correspondência enviada ao diretor executivo Péricles Madureira de Pinho, solicitando instruções sobre registro de ponto de servidores;
Resposta à Secretaria Geral do INEP, a respeito do FGTS, suas vantagens e desvantagens;
Decreto nº 61.405 de 28 de setembro de 1967, que altera o regulamento do FGTS;
Ofício-circular do diretor do departamento de administração, aos dirigentes de repartições do MEC, comunicando sobre justa causa na CLT;
Informação sobre servidores de outras categorias no CBPE;
Correspondência enviada pela chefe da decretaria do CBPE, à secretaria do INEP, solicitando todos os processos referentes a pessoal em exercício no CBPE;
Correspondência enviada pelo diretor do CBPE, ao diretor do INEP, sobre gratificações do CBPE;
Correspondência enviada pelo diretor do CBPE, ao diretor da divisão de pessoal no MEC, solicitando revisão na atribuição de percentual de gratificação a servidor, por exercício de regime de tempo integral no ano em curso;
Correspondência enviada pelo diretor da divisão de pessoal, aos senhores dirigentes dos órgãos do MEC e das escolas técnicas ou industriais federais, sobre acumulação ilícita de cargos, lista de pessoal de regime de tempo integral e seus respectivos cargos;
Tarefas referentes à expedição da Bibliografia Brasileira de Educação e Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos;
Correspondência do diretor geral do departamento de administração, ao diretor do INEP, sobre afastamento de servidor;
Correspondência da secretaria do CBPE, á secretaria do INEP, enviando respostas ao questionário da pesquisa "O Levantamento sobre a Profissão de Pesquisador no Brasil".

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CBPE_m312p02 - Correspondências Enviadas e Recebidas pelo CBPE sobre Pessoal, 1967

Correspondência enviada pela secretaria do CBPE à secretaria do INEP, sobre requerimentos dos servidores interinos e enquadrados que solicitaram efetivação;
Correspondência enviada pela secretaria do CBPE, para a assessoria de Relações Pública do Gabinete, sobre relação dos filhos dos funcionários;
Correspondência enviada pela secretaria do CBPE à Divisão de Pessoal do MEC, encaminhando documentação para enquadramento;
Lista do pessoal que frequenta aulas de estatísticas do CFPPE, no CBPE;
Correspondência enviada pelo diretor do CBPE ao diretor do INEP, encaminhando relação dos servidores em regime de tempo integral a serviço extraordinário;
Correspondência enviada pela secretaria ao pessoal de regime de tempo integral, para ciência dos funcionários sobre a circular nº 1-GB da DP, em 26/04/1967;
Correspondência enviada pelo diretor do INEP ao diretor do CBPE, solicitando envio de ficha individual de casa servidor (anexo 1), quadro-relação dos veículos em uso ou desuso (anexo 2), e quadro-relação do equipamento mecânico de escritório ou outros em desuso (anexo 3) e suas respectivas fichas;
Correspondência enviada pelo diretor do CBPE ao diretor do INEP, com as fichas devidamente preenchidas;
Modelo de ficha do servidor - levantamento geral do pessoal em exercício a qualquer título;
Correspondência enviada pela secretaria do CBPE à secretaria do INEP, solicitando informação sobre técnicos em ciências sociais, lista de técnicos em ciências sociais do CBPE, em abril de 1967, lista de pessoal técnico em ciências sociais lotados no INEP;
Correspondência enviada pelo diretor executivo do CBPE ao diretor do INEP, encaminhando informações de relação de pessoal requisitado.

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CBPE_m322p01 - Correspondências, 1971

Almoxarifado encaminha a diretora executiva conclusão sobre o orçamento insuficiente para funcionamento do órgão;
Encaminhados ao setor de contabilidade solicitações de pagamento a funcionários por serviços prestados ao CBPE;
Pagamento de despesas de funcionários para participação de seminários fora do local de trabalho;
Encaminhamento de frequência de servidores do CBPE, de dezembro de 1970 a dezembro de 1971, e pessoal temporário de julho a agosto;
Encaminhamento de frequência de pessoal cedido do INEP para o CBPE em março de 1971;
Pagamento de serviço extraordinário prestado ao CBPE;
Solicitação de seção de funcionária do estado da Bahia para o CBPE;
Diretora executiva do CBPE encaminha ao Paulo Ramos: tabela com a situação financeira do centro no primeiro semestre de 1971, planejamento das atividades da Seção de Audiovisuais e Publicações;
Solicitação de pagamento do curso A Biblioteconomia e os Audiovisuais Projetáveis para servidoras do CBPE;
Pagamento a empresas por fornecimento de materiais;
Esquema de ferias dos funcionários do CBPE e INEP;
Informe de afastamento de servidor;
Encaminhamento da diretoria executiva do CBPE para a coordenação da DEPE, críticas sobre atividades editoriais da DEPE;
Minuta de Projeto de atribuição de gratificação pelo exercício de assessoria da coordenação da DEPE;
Afastamento das atividades por solicitação do funcionário;
Solicitação de afastamento por licença e por desligamento;
Realização de estudos de gastos e custos da educação na DEPE.

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CBPE_m321p02 - Correspondências, 1963-1964

Apontamento de integrantes para representação do Brasil na IXª Conferência da "International Organization on Book for Young People";
Reenquadramento e readaptação de funcionários em cargos no CBPE;
Solicitação aos funcionários do CBPE para preenchimento e devolução de questionário para encaminhamento à Comissão designada pela Portaria Ministerial nº 294/64;
Relação completa de funcionários do CBPE;
Pagamento do novo salário minimo estabelecido por lei em 1964;
Solicitação de relação de pessoal admitido pelo CBPE após a vigência do Decreto nº 52.266 de 17 de julho de 1963.

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CBPE_m320p01 - Frequência de Funcionários e outros Informes, 1965

Contratos de trabalho temporários para prestação de serviços específicos para o CBPE, afirmados por Joaquim Moreira de Sousa e Péricles Madureira de Pinho, diretores do centro;
Informes de admissão de funcionários;
Encaminhamento de frequência de funcionários, cedidos e servidores do CBPE, entre 1964 e 1965;
Informe sobre férias de servidora transferida do CBPE;
Solicitação encaminhada ao diretor do CBPE, para pagamento do salário família de funcionários temporários do centro;
Tabela de salário do pessoal temporário do CBPE;
Solicitação encaminhada ao diretor do CBPE, para pagamento de serviços prestados e trabalhos extraordinários exercidos no CBPE;
Informe de apresentação de servidor cedido do INEP para o CBPE;
Solicitação encaminhada ao INEP por Carlos Pasquale, para prorrogação de cessão de funcionária no CBPE;
Remanejamento de funcionários na estrutura administrativa do CBPE;
Solicitação de ajuda de custo para funcionária realizar viagem de bolsa de estudo concedida pela UNESCO;
Encaminhamento para o INEP do enquadramento (e revisões), de funcionária cedida ao CBPE;
Péricles Madureira de Pinho encaminha ao INEP informações sobre os funcionários temporários do CBPE;
INEP encaminha para o CBPE, Circular nº 2 de janeiro de 1965, sobre as normas para afastamento de funcionários;
Diretor do CBPE encaminha ao INEP, folha de pagamento de funcionários deste centro, conforme lei de teto salarial de 1963;

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CBPE_m319p01 - Frequências, Pagamentos e outros Informes sobre Funcionários do CBPE, 1965

Coordenador do DEPS, João Roberto Moreira encaminha para o diretor do CBPE o relatório referente as atividades realizadas no trimestre de outubro a dezembro de 1965;
Informe referente a enquadramento de servidor;
Solicitação de pagamento de trabalho extraordinário a funcionários do CBPE;
Solicitação de pagamento a prestadores de serviços executados para o CBPE;
Encaminhamento de frequência de funcionários cedidos do INEP para o CBPE;
Solicitação encaminhada ao diretor do CBPE para autorização do pagamento do salário família para funcionários deste centro;
Solicitação de pagamento a funcionários que exercem atividades nos diversos cursos oferecidos pelo CBPE;
Encaminhamento do CBPE para o INEP, tabela de salário do pessoal temporário do CBPE;
Solicitação de contratação de funcionário para apoio a equipe do Curso de Formação de Professores Supervisores do CBPE;
Solicitação de pagamento de bolsa para professora Nadir Vieira Machado poder participar do Curso de Formação de Professores Supervisores do CBPE.

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CBPE_m318p03 - Iº Seminário para Treinamento de Pessoal em Pesquisas Educacionais, 1965

Plano elaborado por Robert Brackenbury e Halácio Antunha para realização do seminário;
CRPE-SP convida o diretor do CBPE para comparecimento na Conferência: O Problema da Formação do Professor Secundário no Brasil;
Encaminhamento de diversos relatórios de viagens realizadas para organização do seminário;
José Nilo Tavares (CRPE-MG) encaminha ao CBPE relatório sobre a realização do seminário;
Relação dos bolsistas participantes, orçamentos, cronograma, pagamentos, ofícios e memorandos sobre a organização do seminário.

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CBPE_m318p02 - Correspondências sobre o Iº Seminário para Treinamento do Pessoal em Pesquisas Educacionais, 1962

CBPE e CRPE's solicitam informações ao Ministro Wagner Pimenta Bueno, sobre o Centro de Planejamento Educacional, colaboração de projetos com a UNESCO, cursos para pesquisadores e atualizações;
INEP encaminha ao CBPE proposta de projeto de padronização de testes de inteligência e de rendimento escolar, a ser realizado por grupo de bolsistas do Iº Seminário para Treinamento de Pessoal em Pesquisas Educacionais;
José Nilo Tavares encaminha a Jayme Abreu, críticas sobre a realização do Iº Seminário para Treinamento do Pessoal em Pesquisas Educacionais.

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CBPE_m318p01 - Inicialização de Cursos de Treinamento em Serviços, 1961

Relatório da reunião de debate do curso para treinamento em serviços de pesqusias em educação e prática da educação. Estruturação deste mesmo curso sinalizando so peritos designados para os trabalhos;
Jayme Abreu encaminha informe para a Divisão de Aperfeiçoamento do Magistério, sobre a realização do Curso de Aperfeiçoamento em Serviços: Pesquisadores em Administração e Prática da Educação.

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CBPE_m317p01 - Distribuição de Laboratórios Escolares em Instituições de Ensino do Brasil

Relação de alguns estabelecimentos de ensino credenciados para receber material didático para laboratórios de ciências;
Correspondência sobre a distribuição de kits de materiais para aulas de ciências, física, biologia, química. Os equipamentos de estudos distribuídos são em ação conjunta entre UNESCO, INEP, CBPE e instituições de ensino.

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CBPE_m316p04 - Realização de Pesquisa sobre o Folclore Brasileiro, pelo Escritos Francês Michel Simon, 1954 - 1957

Recibo de pagamento por pesquisa realizada pelo escritor Michel Simon;
Projeto CBPE 7/57: recebimento do escritor Michel Simon no nordeste brasileiro para estudos e pesquisas sobre o folclore e elaboração de sua tese de doutorado, e pagamento ao mesmo pela execução e disponibilização da pesquisa para este centro.

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CBPE_m316p03 - Orientações para o Programa de Pesquisa do CBPE e Relatório de Missão do Pesquisador Otto Klineberg, 1956

Relatório das atividades desempenhadas pelo pesquisador Otto Klineberg, em sua missão pelo Brasil;
Solicitação de emissão de passagem aérea para Otto Klineberg e Robert J. Havighurst.
Orientações para construção do Programa de Pesquisa do CBPE para o período de 1956 a 1957.

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CBPE_m316p02 - Recebimento de Bolsistas da UNESCO no Brasil, 1955 - 1956

Correspondências sobre o recebimento de bolsistas estrangeiros enviados pela UNESCO para estudos educacionais;
Relação de atividades realizadas no CBPE e CRPE's, pelo bolsista Carlos Jaramillo Silva (UNESCO). Cronograma e Plano de Programa de Visitas, para realização de estudos sobre os sistemas da educação brasileira;
Solicitação de montagem de Plano de Programa para bolsistas (UNESCO) na área de biblioteconomia;
Cronograma e Plano de Programa de Visitas para realização de estudos sobre a educação brasileira e educação rural, dos bolsistas (UNESCO) Hector Amable Burbano e Alfredo Dalgo Andrade.

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