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Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
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Catalogo da Exposição - Acervo e Memórias: História do Movimento Brasileiro de Alfabetização, 2025

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) é uma autarquia federal criada em 1937, originalmente sob a denominação de Instituto Nacional de Pedagogia. Em 1997, o Ministério da Educação (MEC) consolidou o INEP como órgão responsável pela produção e disseminação de evidências educacionais no país. Sua atuação se organiza em três grandes eixos: avaliação e exames educacionais; pesquisas, estatísticas e indicadores educacionais; e gestão do conhecimento e estudos.

O Arquivo Histórico do INEP é a unidade responsável pela preservação, manutenção e difusão do acervo institucional, abrangendo a documentação produzida desde a criação do Instituto, em 1937, até sua transformação em autarquia federal, em 1997. Além de salvaguardar a documentação gerada pelo próprio órgão, o Arquivo Histórico passou a custodiar também os documentos do Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL), reconhecendo seu valor histórico e o impacto de suas ações na educação de
jovens e adultos no Brasil.

O acervo do MOBRAL foi incorporado como uma série do fundo Arquivo Histórico do INEP, composta pelas seguintes subséries: Recortes de Jornais e Periódicos; Produção Editorial: MOBRAL; Produção Editorial: EDUCAR; Atividade-fim; e Atividade-meio.

A exposição “Acervo e Memórias: História do Movimento Brasileiro de Alfabetização” é uma iniciativa do Arquivo Histórico do INEP que apresenta uma amostra representativa do trabalho de tratamento arquivístico desenvolvido sobre essa documentação. O objetivo
é disseminar e valorizar os registros textuais, fotográficos e sonoros produzidos pelo MOBRAL, contribuindo para a preservação da memória da educação brasileira.

Arquivo Histórico do Inep

Conversando com o MOBRAL para Sexta-feira e para Sábado

Conversando com o MOBRAL: programas de sexta-feira e de sábado.
O programa de sexta-feira fala sobre sambas-enredos da Escola de Samba Unidos de Vila Isabel, Escola de Samba Portela e da Beija-Flor de Nilópolis.
O programa de sábado fala sobre esportes e traz a narração de um jogo Palmeiras x Flamengo que aconteceu dia 08 de dezembro de 1979.

Conversando com o MOBRAL para sexta-feira.

Locutor:
Se você gosta de música, de poesia, de conhecer histórias curiosas, preste atenção neste programa que vai começar agora. Vamos passar 15 minutos conversando com o MOBRAL. Um programa produzido pelo Centro Cultural do Mobral.

Alô, amigos! Com muita alegria que estamos com mais um programa da série Conversando com o Mobral. Este programa é apresentado na região amazônica pelas emissoras de ondas curtas da Radiobrás. no sul de Minas pela Rádio Clube de Varginha e no Maranhão pelas rádios Meiarim e Imperatriz.
Como sempre lembramos o nosso endereço a nossa caixa postal 56036 inteiramente as ordens dos bons amigos. Escrevam fazendo perguntas ou pedidos musicais pois nós aqui estamos sempre prontinhos atendê-los e é muito fácil escrever para o nosso programa, enderecem assim: “programa conversando com MOBRAL, caixa postal 56036 Rio de Janeiro”. E vamos então ao nosso programa hoje.

Amigos, na sexta-feira passada nós começamos a mostrar para vocês as músicas, os sambas-enredo das escolas de samba do grupo principal do carnaval carioca. Mostramos o samba-enredo da Imperatriz Leopoldinense, depois dos acadêmicos do Salgueiro e finalizando o programa na sexta-feira passada a música da União da Ilha do Governador. E hoje temos aqui mais três sambas-enredo. Vamos começar com o samba-enredo da Escola de Samba Unidos de Vila Isabel. Título da música: “Dos Jardins de Éden, a Era de Aquarius”. Os autores Jonas, Lino Roberto e Tião Grande. E quem puxa o samba é o Marcos Boran.

E aí, garotinho? Vamos nessa, falou?

Uma nova era!
Uma nova era
O Sol iluminará
Num facho de quimera
A luz nos alcançará
Oh! Que maravilha é o jardim
Ao qual iremos retornar, retornar
Nas previsões para a Era de Aquárius, a paz
A paz sobre nós reinará

Diz outra vez nas previsões para a era de Aquarius, a paz
A paz sobre nós reinará

E o homem,
O homem com a sua expansão
Saiu do Éden a explorar nosso planeta
Desenvolvendo a arte e a ciência
Impulsionando o poder da razão
Para desvendar todos os segredos
Que envolviam a mãe natureza
No oriente a força mágica dos astros
Era obra da divindade
E o homem confiante consultava
O caminho da prosperidade

A chama brilha
A chama brilha, brilha a chama do progresso
Num futuro que virá
Está bem perto o paraíso
Com a conquista do universo

E a Vila Isabel
E a vila Isabel se faz presente
Num vendaval de alegria
Cantando em verso e prosa o dia a dia
Gira, gira, meu mundo
Deixa a vida, gira
No final dessa gira
Só o amor encontra

Gira, gira, meu mundo
Deixa a vida, gira
No final dessa gira
Só o amor encontra

Uma nova era
Uma nova era
(“Vambora” Vila Isabel, beleza beleza)
Num facho de quimera
A luz nos alcançará
Que maravilha!
Oh! Que maravilha é o jardim
Ao qual iremos retornar

Retornar nas previsões para a Era de Aquárius, a paz
A paz sobre nós reinará
E diz outra vez
As previsões para a Era de Aquárius, a paz
A paz sobre nós reinará
E o homem,
O homem com a sua expulsão
Saiu do Éden a explorar nosso planeta
Desenvolvendo a arte e a ciência
Impulsionando o poder da razão
Para desvendar todos os segredos
Que envolviam a mãe natureza
No Oriente a força mágica dos astros
Era obra da divindade
E o homem confiante consultava
O caminho da prosperidade
A chama brilha, brilha a chama do progresso
Num futuro que virá
Está bem perto o paraíso
Com a conquista do universo
E a Vila Isabel se faz presente
Num vendaval de alegria
Cantando em verso e prosa o dia a dia

Gira, gira, meu mundo
Deixa a vida, girar
No final dessa gira
Só o amor encontrar

Locutor:
E assim vocês ouviram o samba-enredo da Escola de Samba Unidos de Vila Isabel, título “Dos Jardins de Éden a Era de Aquárius”. Dos autores: Jonas, Lino Roberto e Tião Grande. Um samba que está muito comentado para o carnaval deste ano é o do Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela. O título também é bem longo, é "Das maravilhas do mar, fez-se o esplendor de uma noite". Os autores Davi Correia e Jorge Macedo. E quem puxa o samba é o David Correia:

Alô, direções de bateria!
Alô, direções de harmonia!
Tá na hora!
Olha a Portela na área!

Deixa me encantar, com tudo teu, e revelar, lalalá
O que vai acontecer nesta noite de esplendor
O mar subiu na linha do horizonte, desaguando como fonte
Ao vento a ilusão desceu
O mar, ô o mar, por onde andei mareou, mareou
Rolou na dança das ondas, no verso do cantador
Dança que tá na roda, roda de brincar
Prosa na boca do tempo e vem marear

Dança que tá na roda, roda de brincar
Prosa na boca do tempo e vem marear (Eis o
cortejo...)
Eis o cortejo irreal, com as maravilhas do mar
Fazendo o meu carnaval, é a vida a brincar
A luz raiou pra clarear a poesia
Num sentimento que desperta na folia (Amor, amor ...)
Amor, sorria, ô ô ô, um novo dia despertou
E lá vou eu, pela imensidão do mar
Nessa onda que corta a avenida de espuma, me arrasta a sambar (e lá vou eu...)
E lá vou eu, pela imensidão do mar
Nessa onda que corta a avenida de espuma, me arrasta a sambar

E bora a bateria!

Deixa me encantar, com tudo teu, e revelar, lalalá
O que vai acontecer nesta noite de esplendor
O mar subiu na linha do horizonte, desaguando como fonte
Ao vento a ilusão desceu
O mar, ô o mar, por onde andei mareou, mareou
Rolou na dança das ondas, no verso do cantador
Dança que tá na roda, roda de brincar
Prosa na boca do tempo e vem marear

Dança que tá na roda, roda de brincar
Prosa na boca do tempo e vem marear

Locutor:
Pois é pessoal, o pessoal da Escola de Samba Portela, muito animado com este samba-enredo “Das Maravilhas do Mar, fez-se o esplendor de uma noite”. Aliás, é um samba que está sendo muito cantado e parece mesmo que vai ser assim, um sucesso quando a Portela começar a desfilar na passarela da Rua Marquês de Sapucaí. Uma outra escola muito simpática, muito querida, é a Beija-flor de Nilópolis. A Beija-flor sempre pontificando no carnaval, com belas apresentações e despertando assim grande entusiasmo do público que comparece lá no desfile da Marquês de Sambucaí. O samba-enredo da Beija-flor é “Carnaval do Brasil, a oitava das sete maravilhas do mundo”. Os autores Neguinho da Beija-flor, Dicró e Picolé. E quem puxa o samba é o Neguinho da Beija-flor:

Olha o Beija-flor ai gente!
Chora cavaco

Leleô, Leleô, Skindô
Criou belezas mil
E a oitava maravilha vem brilhar
Vem brilhar
Neste carnaval do meu Brasil

Leleô, Leleô, Skindô (ô Nilópolis)
Criou belezas mil
E a oitava maravilha vem brilhar
Vem brilhar
Neste carnaval do meu Brasil

Rompendo auroras
Gloriosa ela surge deslumbrante!
É a Terra
Senhora de um mistério tão profundo
Que os homens enfeitaram
Com as 7 maravilhas deste mundo!
Os jardins suspensos da Babilônia
Que um rei construi com amor
E orgulhoso a rainha ofertou

E a muralha de longe fascina
Quem tem olho grande não entra na China

E a muralha de longe fascina
Quem tem olho grande não entra na China

A estátua
A estátua de Zeus
O Deus de todo o povo grego
E o templo de Diana
Relicário de beleza!
O Colosso de Rodes
E as pirâmides do Egito
O farol de Alexandria
Iluminava até o infinito
Mas agora é hora
De um monumento vivo e multicor
Corpos nus em rituais
De gingados sensuais
Tamborins e agogôs
Saias rodadas de negra baianas
Giram faiscando de esplendor
Leleô

Leleô, Leleô, Skindô
Criou belezas mil
E a oitava maravilha vem brilhar
Vem brilhar
Neste carnaval do meu Brasil

Leleô, Leleô, Skindô
Criou belezas mil
E a oitava maravilha vem brilhar
Vem brilhar
Neste carnaval do meu Brasil

Rompendo auroras
Gloriosa ela surge deslumbrante!
É a Terra
Senhora de um mistério tão profundo
Que os homens enfeitaram
Com as 7 maravilhas deste mundo!
Os jardins suspensos da Babilônia
Que um rei construi com amor
E orgulhoso a rainha ofertou

E a muralha de longe fascina
Quem tem olho grande não entra na China

E a muralha de longe fascina
Quem tem olho grande não entra na China

Locutor:
E assim vocês ouviram o samba-enredo da Beija-Flor, “Carnaval do Brasil, a oitava das sete maravilhas do mundo”, que tem como autores Neguinho da Beija-flor, de Croix e Picolé. E quem puxou o Samba foi o Neguinho da Beija-flor.
Amigos, na próxima sexta-feira nós estaremos de volta com o programa Conversando com o MOBRAL, focalizando os Sambas de Enredo das Escolas de Samba do Grupo 1A do Carnaval Carioca de 1981.
Vocês ouvirão então na próxima sexta-feira os sambas enredo da Mangueira, Mocidade Independente de Padre Miguel, Império Serrano e Unidos da Tijuca.
E neste ponto, amigos, vamos encerrando mais um programa da série "Conversando com o MOBRAL". Agradecemos a atenção de todos e lembramos que amanhã, sábado, voltaremos para falar de esportes.
Um grande abraço a todos e até lá.


Conversando com MOBRAL para sábado.

Locutor
Se você gosta de música, de poesia, de conhecer histórias curiosas, preste atenção neste programa que vai começar agora. Vamos passar 15 minutos conversando com o MOBRAL. Um programa produzido pelo Centro Cultural do Mobral.
Alô, amigos! Com muita alegria que estamos de volta com mais um programa da série "Conversando com o Mobral". Este programa é apresentado na região Amazônica pelas emissoras de ondas curtas da Rádiobrás, no sul de Minas, pela Rádio Clube de Varginha. e também no Maranhão, pelas rádios Mearim e Imperatriz.
A nossa caixa postal 56036 inteiramente as ordens dos bons amigos. Escrevam fazendo perguntas ou pedidos musicais, pois nós aqui estamos sempre prontinhos a atendê-los.
Hoje, sábado, finalzinho de semana, espaço reservado para o esporte.

Locutor:
E vamos começar o nosso programa atendendo a ouvinte Marinalva Eurico Aguiar, é de Pimenta Bueno no Território Federal de Rondônia. Ela escreveu para o nosso programa pedindo o hino do Corinthians Paulista e diz que vai ficar muito feliz se ouvir este hino se for atendida e oferece a todos os torcedores do Timão.
Vamos então ao hino do Corinthians.

(Hino do Corinthians)
Salve o Corinthians
O campeão dos campeões
Eternamente
Dentro dos nossos corações
Salve o Corinthians
De tradições e glórias mil
Tu és orgulho dos esportistas do Brasil.

Teu passado é uma bandeira, teu presente é uma lição.
Figuras entre os primeiros do nosso esporte bretão.
Corinthians grandes. Sempre artilheiros,
Reis do Brasil, O clube mais brasileiro.

Salve o Corinthians
O campeão dos campeões
Eternamente
Dentro dos nossos corações.

Salve o Corinthians
De tradições e glórias mil
Tu és o orgulho dos esportistas do Brasil

Locutor:
Este é o programa "Conversando com o MOBRAL". Assim atendemos a ouvinte Lar de Pimenta Bueno, Território Federal de Rondônia, Marinalva Eurico Aguiar. que queria escutar o hino do Corinthians Paulista. Bem, vamos seguindo com o nosso programa. Agora temos aqui várias solicitações e, por coincidência, para o mesmo assunto. Aliás, eu peço ao nosso querido sono-técnico José Marques que vá já preparando o hino do Palmeiras, porque o assunto agora é Palmeiras, hein? Mas vamos atender a Elzo Bergamini, é de Ji-Paraná, Território Federal de Rondônia, do Bar Copacabana. Um outro pedido também para o mesmo assunto que eu já vou revelar é de Dori Romualdo da Silva, Rua 7 de Setembro, 2725 Espigão do Oeste. Espigão do Oeste é território de Roraima, né? E por fim, mais um pedido é do Edvaldo Mendes de Souza, Rio Claro, Mato Grosso.
Todos esses ouvintes que escreveram para o programa, conversando com o MOBRAL, querem escutar aquela famosa goleada do dia 8 de dezembro de 1979, quando o Palmeiras tirou todas as chances do Flamengo de ser campeão naquela temporada, campeão da Taça de Ouro, aliás, não era Taça de Ouro na época, era Campeonato Brasileiro.
Portanto, vamos ouvir a goleada que o Palmeiras aplicou no Flamengo em pleno estádio do Maracanã no dia 8 de dezembro de 79, tirando todas as chances do Flamengo de chegar à final do certame daquele ano. O Palmeiras venceu por 4 a 1. E vamos então ao primeiro gol que foi marcado pelo Jorge Mendonça aos 11 minutos.

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
... Manguito penetrou na grande área, procurou, tirou e estourou, Jorge Mendonça entrou. Gol! No Palmeiras. Jorge Mendonça numa jogada extraordinária de César pela esquerda, penetrou na grande área, bobeira da Zaga do Flamengo, cruzou Jorge Mendonça escorou, no fundo do barbante aos 11 minutos da primeira etapa podes crer agora. Palmeiras 1 Jorge Mendonça com a camisa 8 Mengão 0 Valeu neném.

Locutor:
Bem, este foi então o primeiro gol do Palmeiras. Agora os nossos amigos vão ter que ouvir naturalmente porque está na sequência da fita. O gol de empate foi assinalado logo depois por intermédio do Zico. O Zico fazia então o gol de empate e dava assim muitas esperanças ao Flamengo. Mas acontece que naquela tarde o Dequinho estava jogando muito mal. Inclusive depois desse jogo ele foi barrado do Flamengo porque entregou assim, como se diz, a rapadura a equipe do Palmeiras. Vamos então ao gol do empate marcado pelo Zico.

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
Dequinho que vem bem avançada, entregando para Júnior dominando pela Mesquita, tenta lutar contra o primeiro que o jogador Jorginho bateu pelo modo, subiu Cláudio Adão, cabeceou, deixou para o cinco, dominou no peito, penetrou, procurou o chute, não deu, é aterrado, é pênalti. Pênalti contra o Palmeiras! Pires aterrou Zico, que dominava dentro da grande área. Na hora de fulminar, Zico foi atacado. Deni, Deni, Deni!

Segundo Narrador do jogo de futebol:
De jeito nenhum, Zé Carlos! Zico errou a bola! Ele não foi tocado por nenhum jogador do Palmeiras! Ele caiu porque errou o chute! E o árbitro deu muito mal esse pênalti contra o Palmeiras!

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
Aí está o detalhe do Deni. Pênalti de Pires no Zico que não ouve. Carlos Rosa Martins marcou. A isenção da reportagem nacional. Aí com Deni Menezes juntinho do lance, onde houve o pênalti. Onde não houve o pênalti. Expectativa no Maracanã. Árbitro manda recuar o Beto Fuscão. Zico tá na meia lua autorizado, caminhou, atirou, entrou.
Gol do Flamengo! Zico! Zico! A camisa 10 marca o empate!

Locutor:
O primeiro tempo do jogo terminou com o empate de 1 a 1. No segundo tempo, o Flamengo resistiu até os 25 minutos, quando Dequinha começou assim a jogar mal e ia fazer jogadas bisonhas, oferecendo muitas chances ao ataque do Palmeiras. E aos 25 minutos do segundo tempo, Carlos Alberto marcava o segundo gol para o Palmeiras.

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
Ajuda muito avançado. César apostou corrida com Dequinha bateu Carlos Roberto bola no comando batido tá lá marcando veio o Dequinho com carrinho sofreu falta o árbitro parou e marcou a falta contra o time do Flamengo e eu abro o microfone do Washington.

Narrador do jogo - Washington:
É o César deu uma canseira no Dequinho que não chega a ser novidade depois dequinho deu um pontapé nele uma falta que o Flamengo sofre ao lado de sua área. Cantarelli pede que todos os jogadores fiquem atentos aqui na defesa que a bola será levantada para a cabeçada de Jorge Menor.

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
Barulhinho da direita atirou rasteirinho escorou Carlos Alberto entrou! Gol do Palmeiras. Carlos Alberto escorando na cobrança de falta a bola foi fulminada no fundo do barbante, rasteirinha que veio, Carlos Alberto aumenta desempatando dois para o Palmeiras um para o Flamengo.

Locutor:
Aos 31 minutos do segundo tempo, o jogador Pedrinho marcava o terceiro gol para o Palmeiras, desesperando assim a torcida do Flamengo. Palmeiras 3, Flamengo um gol de Pedrinho aos 31 minutos.

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
Livre, entreaberta e Baroninha alcança a lado esquerda da grande área, penetrou na grande área, procurou o chute, atrasou, Pedrinho embalasse, entrou! Gol! Do Palmeiras. Pedrinho um balaço numa jogada de rara inteligência de Baroninho lado esquerdo na grande área e o rasteirinho para trás. Pedrinho tem um balaço rasteiro no fundo do barbante. É o terceiro gol. O terceiro gol do verdão aos 31 Pedrinho com a camisa 4...

Locutor
Bem amigos, e finalmente aos 45 minutos, já quando o juiz estava assim no período de descontos, ia começar o período de descontos, o Zé Mário, que tinha entrado no lugar do Carlos Alberto, marcou o gol, que foi assim uma ducha fria na imensa torcida do Flamengo, e uma goleada sobre a famosa equipe rubro-negra. Vamos então ao gol de Zé Mário, assinalando o Palmeiras 4 Flamengo 1.

Narrador do jogo - José Carlos Araújo:
Ainda Pedrinho, alcançando meia esquerda pede bola pelo comando Zé Mário tocou para Jorge Mendonza dominou pelo comando ainda Jorge Mendonza devolveu de novo na esquerda agora corre Baroninho evitou lateral Baroninho recolhe pelo time do Palmeiras vai tocando bola 44 1 para terminar Pedrinho brigou com a bola devolveu na esquerda para Baroninho alcançou nas costas do primeiro adversário atingiu lado esquerdo na grande área disparou penetrou na grande área cruzou cabeçada de Carlos Alberto entrou Zé Mário! Zé Mário! de cabeça o quarto gol do Palmeiras Zé Mário aos 45 lá nas costas de Toninho cruzamento de Baroninho Zé Mário na cabeçada marca o quarto gol do verdão podes crer Palmeiras 4 Flamengo 1.

Locutor:
E assim com a narração de José Carlos Araújo, o mais completo locutor esportivo do país da equipe da rádio nacional, tivemos a narração dos gols de Palmeiras 4 e Flamengo 1. Atendendo aos ouvintes o Elzo Bergamini, de Ji-Paraná, Rondônia. Também ao nosso amigo Dori Romualdo da Silva, que é de Espigão do Oeste, e eu aproveito para retificar que Espigão do Oeste também é no Território Federal de Rondônia, eu havia falado Roraima no início do programa. E por último ao Edevaldo Mendes de Souza, que é nosso ouvinte de Rio Claro, Mato Grosso, e que ele também pede para lembrar qual a formação do Palmeiras neste jogo. Pois não, foi Gilmar, Rosemiro, Baldock, Beto Fuscão e Pedrinho. O meio de campo com Pires, Mococa e Jorge Mendonça, exato. E o ataque com Jorginho, César e Baroninho. Depois o Carlos Alberto saiu e entrou o Zé Mário. E vamos então agora numa homenagem a estes bons amigos que escreveram para o "Conversando com o Mobral" ao hino do Palmeiras.

Hino do Palmeiras:
Quando surge o alviverde imponente
No gramado em que a luta o aguarda
Sabe bem o que vem pela frente
Que a dureza do prélio não tarda!

E o Palmeiras no ardor da partida
Transformando a lealdade em padrão
Sabe sempre levar de vencida
E mostrar que, de fato, é campeão!

Defesa que ninguém passa
Linha atacante de raça
Torcida que canta e vibra

Defesa que ninguém passa
Linha atacante de raça
Torcida que canta e vibra

Por nosso alviverde inteiro
Que sabe ser brasileiro
Ostentando a sua fibra!

Quando surge o alviverde imponente
No gramado em que a luta o aguarda
Sabe bem o que vem pela frente
Que a dureza do prélio não tarda!

E o Palmeiras no ardor da partida
Transformando a lealdade em padrão
Sabe sempre levar de vencida
E mostrar que, de fato, é campeão!

Locutor:
E neste ponto amigos, vamos encerrando mais um programa da série "Conversando com o MOBRAL". Desejamos a todos um feliz fim de semana e segunda-feira estaremos de volta com o novo programa da série. Até lá amigos.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Curso profissionalizante - SENAI Volta Redonda

Curso profissionalizante - SENAI Volta Redonda

Na Primeira República, o crescimento da classe trabalhadora industrial e a influência de ideais socialistas e anarquistas impulsionaram lutas por melhores condições de vida, e o acesso à educação rapidamente se tornou uma das pautas das organizações operárias. Para enfrentar o analfabetismo, os movimentos de trabalhadores fundaram escolas e bibliotecas populares, além de pressionar os governos pela criação e manutenção de instituições educacionais públicas.

A imagem mostra três pessoas posicionadas atrás de uma bancada coberta com papéis. Ao fundo, há prateleiras organizadas com diversos objetos, incluindo utensílios e peças de cerâmica, sugerindo um ambiente de oficina ou espaço artesanal. As paredes são revestidas com azulejos claros, reforçando a aparência de um local funcional e dedicado a trabalhos manuais.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

*Curso Profissionalizante - SENAI Volta Redonda

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Na Primeira República, o crescimento da classe trabalhadora industrial e a influência de ideais socialistas e anarquistas impulsionaram lutas por melhores condições de vida, e o acesso à educação rapidamente se tornou uma das pautas das organizações operárias. Para enfrentar o analfabetismo, os movimentos de trabalhadores fundaram escolas e bibliotecas populares, além de pressionar os governos pela criação e manutenção de instituições educacionais públicas.

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Na Primeira República, o crescimento da classe trabalhadora industrial e a influência de ideais socialistas e anarquistas impulsionaram lutas por melhores condições de vida, e o acesso à educação rapidamente se tornou uma das pautas das organizações operárias. Para enfrentar o analfabetismo, os movimentos de trabalhadores fundaram escolas e bibliotecas populares, além de pressionar os governos pela criação e manutenção de instituições educacionais públicas.

A imagem mostra um ambiente interno semelhante a um ateliê ou oficina de cerâmica. No primeiro plano, há uma mulher trabalhando com uma peça de barro, segurando-a enquanto molda ou alisa. Sobre a mesa estão potes com material, pincéis e ferramentas. Ao fundo, outras pessoas também realizam atividades relacionadas à cerâmica, com prateleiras cheias de utensílios e recipientes, reforçando o caráter artesanal do espaço.

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Na Primeira República, o crescimento da classe trabalhadora industrial e a influência de ideais socialistas e anarquistas impulsionaram lutas por melhores condições de vida, e o acesso à educação rapidamente se tornou uma das pautas das organizações operárias. Para enfrentar o analfabetismo, os movimentos de trabalhadores fundaram escolas e bibliotecas populares, além de pressionar os governos pela criação e manutenção de instituições educacionais públicas.

A mulher está trabalhando em uma mesa com um quadro de serigrafia ou moldura, aparentemente envolvida em um processo artesanal ou artístico. Ao fundo, há uma estante com várias prateleiras cheias de papéis ou impressões organizadas, além de uma parede com imagens fixadas e um armário com materiais diversos. O ambiente parece ser um ateliê ou espaço de produção gráfica.

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A imagem mostra um ambiente interno semelhante a uma oficina ou sala de trabalhos manuais. Há várias pessoas distribuídas em mesas, realizando atividades artesanais ou técnicas, utilizando ferramentas e materiais. O espaço está equipado com bancadas, prateleiras cheias de objetos e utensílios, além de peças penduradas na parede, indicando um local voltado para produção criativa ou aprendizado prático.

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A imagem mostra um ambiente interno semelhante a um ateliê ou oficina de cerâmica. No primeiro plano, há uma mulher trabalhando com uma peça de cerâmica, segurando-a enquanto molda ou alisa. Sobre a mesa estão potes com material, pincéis e ferramentas. Ao fundo, outras pessoas também realizam atividades relacionadas à cerâmica, com prateleiras cheias de utensílios e recipientes, reforçando o caráter artesanal do espaço.

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A imagem mostra um ambiente interno semelhante a um ateliê ou oficina de cerâmica. No primeiro plano, há uma mulher trabalhando com uma peça de cerâmica, segurando-a enquanto molda ou alisa. Sobre a mesa estão potes com material, pincéis e ferramentas. Ao fundo, prateleiras cheias de utensílios e recipientes, reforçando o caráter artesanal do espaço.

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A imagem mostra uma mulher trabalhando com cerâmica em um ambiente que parece ser um ateliê ou oficina. No primeiro plano, há uma mesa com ferramentas e materiais, incluindo um recipiente e um pedaço de argila. A pessoa está moldando ou alisando uma peça cilíndrica com um instrumento. Ao fundo, há prateleiras cheias de objetos de cerâmica, como vasos e utensílios, indicando um espaço dedicado à produção artesanal.

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A imagem mostra um ambiente interno que parece ser uma sala de artes ou oficina. Há duas mulheres em pé, vestindo roupas estampadas, próximas a uma mesa grande coberta com papéis e materiais diversos. Uma delas, segura uma máquina de pintura. No fundo, é possível ver várias obras de arte ou cartazes pendurados na parede, com padrões geométricos e figuras estilizadas. Também há pilhas de papéis ou telas sobre móveis, sugerindo um espaço dedicado à produção artística ou trabalhos manuais.

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A mulher está trabalhando em uma mesa com um quadro de serigrafia ou moldura, aparentemente envolvida em um processo artesanal ou artístico. Ao fundo, há uma estante com várias prateleiras cheias de papéis ou impressões organizadas, além de uma parede com imagens fixadas e um armário com materiais diversos. O ambiente parece ser um ateliê ou espaço de produção gráfica.

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Curso profissionalizante - SENAI Volta Redonda

Na Primeira República, o crescimento da classe trabalhadora industrial e a influência de ideais socialistas e anarquistas impulsionaram lutas por melhores condições de vida, e o acesso à educação rapidamente se tornou uma das pautas das organizações operárias. Para enfrentar o analfabetismo, os movimentos de trabalhadores fundaram escolas e bibliotecas populares, além de pressionar os governos pela criação e manutenção de instituições educacionais públicas.

A imagem mostra uma mulher trabalhando em uma bancada, utilizando ferramentas manuais para montar uma estrutura de madeira. Sobre a mesa há outros instrumentos, como uma serra e um martelo, além de um recipiente pequeno. Ao fundo, prateleiras com diversos objetos e materiais indicam que o ambiente é uma oficina ou espaço voltado para atividades artesanais ou de marcenaria.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Curso profissionalizante - SENAI Volta Redonda

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Na Primeira República, o crescimento da classe trabalhadora industrial e a influência de ideais socialistas e anarquistas impulsionaram lutas por melhores condições de vida, e o acesso à educação rapidamente se tornou uma das pautas das organizações operárias. Para enfrentar o analfabetismo, os movimentos de trabalhadores fundaram escolas e bibliotecas populares, além de pressionar os governos pela criação e manutenção de instituições educacionais públicas.

A imagem mostra três pessoas posicionadas atrás de uma bancada coberta com papéis. Ao fundo, há prateleiras organizadas com diversos objetos, incluindo utensílios e peças de cerâmica, sugerindo um ambiente de oficina ou espaço artesanal. As paredes são revestidas com azulejos claros, reforçando a aparência de um local funcional e dedicado a trabalhos manuais.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

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Na Primeira República, o crescimento da classe trabalhadora industrial e a influência de ideais socialistas e anarquistas impulsionaram lutas por melhores condições de vida, e o acesso à educação rapidamente se tornou uma das pautas das organizações operárias. Para enfrentar o analfabetismo, os movimentos de trabalhadores fundaram escolas e bibliotecas populares, além de pressionar os governos pela criação e manutenção de instituições educacionais públicas.

A imagem mostra uma mulher trabalhando em um processo de estamparia manual. Sobre a mesa há um tecido branco com padrões gráficos pretos repetidos, e a pessoa utiliza uma moldura para aplicar a impressão. Ao fundo, é possível ver outras mesas e painéis com desenhos geométricos coloridos, sugerindo um ambiente artístico ou oficina criativa.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Curso Profissionalizante - SENAI Volta Redonda

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Na Primeira República, o crescimento da classe trabalhadora industrial e a influência de ideais socialistas e anarquistas impulsionaram lutas por melhores condições de vida, e o acesso à educação rapidamente se tornou uma das pautas das organizações operárias. Para enfrentar o analfabetismo, os movimentos de trabalhadores fundaram escolas e bibliotecas populares, além de pressionar os governos pela criação e manutenção de instituições educacionais públicas.

A imagem mostra um ambiente interno semelhante a uma oficina ou sala de trabalhos manuais. Há várias pessoas distribuídas em mesas, realizando atividades artesanais ou técnicas, utilizando ferramentas e materiais. O espaço está equipado com bancadas, prateleiras cheias de objetos e utensílios, além de peças penduradas na parede, indicando um local voltado para produção criativa ou aprendizado prático.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

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Na Primeira República, o crescimento da classe trabalhadora industrial e a influência de ideais socialistas e anarquistas impulsionaram lutas por melhores condições de vida, e o acesso à educação rapidamente se tornou uma das pautas das organizações operárias. Para enfrentar o analfabetismo, os movimentos de trabalhadores fundaram escolas e bibliotecas populares, além de pressionar os governos pela criação e manutenção de instituições educacionais públicas.

A imagem mostra um ambiente interno que parece ser um ateliê ou sala de trabalho artístico. No primeiro plano, há uma mesa coberta com jornais e um tecido branco onde foram aplicados padrões gráficos em preto, provavelmente por meio de serigrafia ou impressão manual. A mulher na imagem está posicionando ou pressionando uma moldura sobre o tecido, sugerindo o processo de estamparia. Ao fundo, há outras mesas com materiais e uma parede com obras de arte geométricas coloridas, reforçando o caráter criativo do espaço.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Curso profissionalizante - SENAI Volta Redonda

Curso profissionalizante - SENAI Volta Redonda

Na Primeira República, o crescimento da classe trabalhadora industrial e a influência de ideais socialistas e anarquistas impulsionaram lutas por melhores condições de vida, e o acesso à educação rapidamente se tornou uma das pautas das organizações operárias. Para enfrentar o analfabetismo, os movimentos de trabalhadores fundaram escolas e bibliotecas populares, além de pressionar os governos pela criação e manutenção de instituições educacionais públicas.

A imagem mostra um ambiente interno que parece ser um ateliê ou oficina artística. No primeiro plano, há uma mesa coberta com jornais e tecidos, sugerindo atividades manuais ou pintura. À esquerda, uma mulher segura uma máquina de pintura. Ao fundo, há várias obras de arte apoiadas na parede, incluindo pinturas com padrões geométricos e formas abstratas. Também é visível uma pilha de papéis ou telas sobre uma superfície à direita, reforçando o caráter criativo do espaço.

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL

Passagem da Mobralteca por Campo Belo - MG e por Cristalina - GO

Informativo de como foi a passagem da Mobralteca por Campo Belo e Cristalina. Dois áudios juntos, o último com cortes e regravações por cima da fita. Incompleto.

Locutor:
Estamos em Campo Belo, cidade situada no sudeste do estado de Minas Gerais, e aqui vemos a moderna Praça dos Expedicionários, onde também se localiza a nova Igreja Matriz de Senhor Bom Jesus, Santo padroeiro da cidade.

(música)
A Mobralteca tá chegando, quem quiser pode chegar...

Locutor:
A Mobralteca, posto avançado do Mobral Cultural, esteve durante dois dias em Campo Belo e cumpriu sua finalidade realizando intensas atividades.

(música)
Ah Mobralteca, Mobralteca de tudo...

Locutor:
Possuindo um posto cultural muito bem organizado e bastante ativo, a cidade de Campo Belo, pela sua população, participou com brilhantismo incomum de toda a programação da Mobralteca.
Oferecendo ao público materiais de artesanato em couro, madeira, tapeçaria, etc. O Baú da Criatividade constituiu um autêntico sucesso.

(música)

Locutor:
O show, no palco armado da Mobralteca, arrancou aplausos da multidão que o presenciou. Esta fanfarra, com 80 alunos do Colégio Dom Cabral, teve a orientação do Padre Cornélio.
Uma outra fanfarra, a do Colégio Armstrong, também fez vibrar a assistência.
No Ano Internacional da Mulher, a Escola Cônego Ulisses prestou uma linda homenagem à mulher brasileira com o jogral dramatizado "Uma História de Mulher", de autoria da professora Dona Maria Clara Mendonça.
Uma homenagem à Solor Joana Angélica, Madre Superiora do Convento da Lapa, que enfrentou bravamente soldados portugueses que tentavam invadir seu mosteiro.
Ana Nery, primeira enfermeira brasileira que cumpriu nos campos de batalha a maior missão de que poderia partilhar, tornando-se a mãe dos brasileiros.
Anita Garibaldi, exemplo de esposa e modelo de valentia, entrou para a nossa história e é sempre lembrada como a heroína de dois mundos.

(música) Carmen Miranda - Pra você gostar de mim (tocando ao fundo)
Aí, eu fiz tudo para você gostar de mim...

Locutor:
Carmen Miranda, a pequena notável que projetou o Brasil através da música. Carmen Miranda, seu nome jamais será esquecido na música popular brasileira. A pequena notável simboliza a vivacidade e a sensibilidade das nossas mulheres.

(música) Carmen Miranda - Pra você gostar de mim (tocando ao fundo)
Possa bem eliminar seu coração, meu amor

Locutor:
Mas o show tinha sua sequência e o público vibrava com os números que eram apresentados. Pessoas que existiam pediam para subir ao palco e eram atendidas Como foi o caso do jovem conhecido na cidade de Campo Belo como Antônio Peru.
Número de real beleza foi apresentado por um grupo de ginastas, alunos da Escola Estadual Abílio Neves e que teve a direção da professora Carolina de Oliveira Diniz.
Uma bela apresentação também foi o número de balé realizado por um grupo de alunos do Colégio São José.
O público permanecia atento ao show da Mobralteca e aplaudiu com entusiasmo quando apareceu no palco a banda Santa Cecília, também conhecida como Banda Branca e que é presidida pelo Dr. Sílvio Cardoso. Banda Branca tem a regência do maestro, o senhor Sebastião dos Passos, o popular Tião do Lula.

(música tocando ao fundo)
E fui a São Lourenço, Campo Belo em São João del Rey.

Locutor:
E a música sertaneja não ficou de fora também da programação de Campo Belo. A dupla Doraí e Douradinho compareceu ao palco, apresentou vários números e foi muito aplaudida.
Outra dupla também muito conhecida em toda a região esteve presente no palco da Mobralteca em Campo Belo, cantou vários números atendendo a pedidos e agradou bastante ao público presente. a dupla Serrano e Serranilha.
Campo Belo viveu dois dias de intensa movimentação com a apresentação da Mobralteca. E a sua equipe agradece na oportunidade às autoridades, à Comissão Municipal do MOBRAL e ao público que compareceu prestigiando sua programação. O nosso melhor obrigado e até breve!


Passagem da Mobralteca por Cristalina – GO.

Locutor:
Situada em ponto-chave das comunicações da capital da República com o sul do país, eis que se situa no entroncamento de duas das maiores rodovias nacionais, BR-040 e BR-050 na região centro-oeste do estado, Cristalina, cidade que pelo seu crescimento e desenvolvimento torna-se, a cada dia que passa, uma realidade palpitante da qual não se pode ignorar.
A cidade de Cristalina é toda pavimentada e apresenta um traçado harmonioso e agradável. É frequentada por turistas brasileiros e estrangeiros, pois a mesma oferece locais pitorescos e de rara beleza.
O Museu da Municipalidade é uma das mais ricas expressões do patrimônio histórico da cidade. A cachoeira é um local de uma beleza invulgar e a Pedra do Chapéu do Sol é outra obra de Arte. um brinde da natureza aos habitantes do lugar. Pesando aproximadamente 400 toneladas, A pedra fica presa somente numa circunferência de nada mais, nada menos que 50 centímetros.
Foi nesta magnífica cidade goiana que nos dias 3 e 4 de junho passado esteve a Mobralteca, posto cultural volante, cuja finalidade é realizar o programa cultural do MOBRAL levando às populações por onde passa manifestações culturais da maneira mais variada, em forma de música, teatro, televisão, etc.
Uma das atividades que foi muito bem aceita pela população de Cristalina, foi a biblioteca, cuja finalidade é evitar o processo de regressão do recém-alfabetizado e estimular o hábito de leitura na população. Seus livros são emprestados ao público que pode levá-los para casa, devolvendo-os na viagem de volta da Mobralteca. Oferecendo ao público oportunidade para realizar consultas e obter informações, durante as apresentações da Mobralteca, jornais, revistas, fascículos, etc. são distribuídos gratuitamente aos presentes.
O show que a Mobralteca apresenta todas as noites é uma das maiores atrações de toda a sua programação. Nele, é dada a oportunidade para quem quiser cantar, dançar, tocar ou ainda para grupos folclóricos se apresentarem com números de folias de reis, congado, reizado, capoeira, katira, etc.

(música ao fundo)
Eu não sabia eu não sabia que...

Locutor:
Este senhor cantou alguns números fazendo ele próprio o acompanhamento ao violão.
Também, o presidente do MOBRAL de Cristalina, senhor Alicérgio de Carvalho Rezende esteve presente em nosso show juntamente com o senhor Divino Borges formou a dupla e fez muito sucesso.

Criança cantando:
Dois do lado, sabe por quem nunca me viu?

Locutor:
Como na Mobralteca as oportunidades foram para todos, este garoto também compareceu e mostrou suas qualidades artísticas, interpretando números de real valor e de muita beleza. Ele se chama Paulo de Tarso.

Criança cantando:
O povo do Brasil.

Locutor:
Entre o folclore da cidade, podemos destacar a quadrilha e também a katira, e esta foi mostrada em nosso palco por um grupo de senhores que na ocasião teve o comando do senhor Alicérgio, como já dissemos, presidente da comum local.
Com a finalidade de também dar oportunidade àqueles que não sabem cantar e nem tocar, são realizadas pequenas gincaninhas com prêmios para os seus vencedores. A dança dos limões é bastante agradável e consegue sempre seu objetivo de alegrar não só aos que dela participam, mas também aos assistentes. A prova da maçã também é muito disputada e quem ganha é aquele que consegue morder primeiro sua maçã sem ele colocar a mão, esta senhorita que vemos na foto foi a ganhadora além de levar a maçã levou também uma pequena lembrança da Mobralteca. Os grupos teatrais também constituem-se em autênticas atrações para todos e não raramente temos participações de peças infantis, jograis e outros congêneres.
Em Cristalina, os alunos do Colégio Estadual se organizaram e apresentaram a peça intitulada "Tudo". E não precisamos dizer-lhes do sucesso alcançado. e o show da Mobalteca ia tendo sua sequência...
(corte)
Uma homenagem a solo Joana Angélica Madre superiora do convento da Lapa que enfrentou bravamente soldados portugueses que tentavam invadir seu mosteiro...
(corte)
De carnaval da cidade que se chamava Sabino. Ao boi do Sabino juntaram-se também a pantera cor-de-rosa e a mula Etelvina, que também fazem parte do folclore divinopolitano. Este senhor, Lázaro Bueno, é uma das figuras mais conhecidas da cidade e há vários anos trabalha com couro. Ele faz os mais variados...

Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL